Esse é um Blog SUBVERSIVO não oficial do Graco[1].

Aqui é um ponto de encontro para:

  • Todos que colaboraram|colaboram de verdade com a Rede Acadêmica do Departamento de Ciência da Computação da UFBA;
  • Sintam-se empolgados a contribuir voluntariamente com o Movimento de Software Livre em geral;
  • Tenham vontade de compartilhar as suas experiências.
  • Optamos por esse site devido ao uso da plataforma livre Noosfero, além do mais, na comunidade desse projeto possui ex-alunos do DCC/UFBA dentre os contribuidores e desenvolvedores.

    O convite ou participação nesta comunidade é através da "MERITOCRACIA"

    [1] http://www.graco.dcc.ufba.br

    Convertendo dicionários do Babylon para o Stardict

    22 de Novembro de 2014, por P. J.

    Convertendo dicionários do Babylon para o Stardict (adaptado)



    Luakit

    18 de Outubro de 2012, por Desconhecido

    Há algum tempo atrás, tive conhecimento do luakit(1), um navegador escrito em Lua licenciado pela licença GNU GPLv3(2), através do meu amigo Jundaí. Depois que vi Marx mais Rogerio utilizarem e gostarem assim como o Jundaí, resolvi tomar coragem e instalá-lo na minha máquina com o sistema GNU/linux com a distribuição Debian versão Wheezy (32 bits).



    Brincando com Raspberry PI e Debian.

    8 de Outubro de 2012, por Desconhecido

    Sabe aquela história de que um graveto sozinho é fraco, mas junto de vários outros gavetos ele se torna forte? Pois a mesma máxima também é válida para computadores. Foi o que provaram os engenheiros da Universidade de Southampton, no Reino Unido, que construíram um supercomputador a partir de 64 modestos Raspberry Pi ligados em conjunto.



    4,5 milhões de roteadores hackeados no Brasil

    8 de Outubro de 2012, por Desconhecido

    Em uma apresentação durante a Virus Bulletin Conference em Dallas, Fabio Assolini da Kaspersky Lab descreveu como criminosos no Brasil conseguiram comprometer 4,5 milhões de roteadores DSL por meses sem terem sido notados. Para o ataque, os criminosos primeiro usaram dois scripts Bash e um método de Cross-Site Request Forgery para mudar a senha de administrador do aparelho e mudar a entrada de DNS do roteador. O ataque CSRF também permitia que eles contornassem qualquer proteção por senha. Uma vez comprometidos, os PCs eram redirecionados para domínios de phishing especialmente criados que tinham como propósito roubar as credenciais de online banking dos usuários; os invasores configuraram 40 servidores DNS para lidar com esse redirecionamento. Esse ataque ficou limitado à grandes partes do espaço de endereços IP brasileiros.