Ir para o conteúdo
ou

Logo noosfero

ODF Alliance Award

Furusho

TDF Planet

redirection forbidden: http://planet.documentfoundation.org/atom.xml -> https://planet.documentfoundation.org/atom.xml

Computerworld

getaddrinfo: Name or service not known

PC World

getaddrinfo: Name or service not known

IDG Now!

getaddrinfo: Name or service not known

Info

Invalid feed format.

Tux Chile

Net::ReadTimeout

Tecno Libres - Cubas

redirection forbidden: http://gutl.jovenclub.cu/feed -> https://gutl.jovenclub.cu/feed

Linux Colômbia

Invalid feed format.

Linux Espanha

Invalid feed format.

Tela cheia
 Feed RSS

FREE SOFTWARE FURUSHO, a maior Rede Social de Software Livre

27 de Maio de 2009, 0:00 , por Desconhecido - | 1 pessoa seguindo este artigo.
Licenciado sob CC (by)

Consultoria, Palestras e Cursos

Norma NBR ISO 26300 LinkedIn Facebook Orkut Flickr YouTube

ONU declara: a Internet é um Direito Humano!

eBook: Adotando ODF como Padrão Aberto de Documento
by César Taurion
eBook: Open Source - Evolução e Tendências
by César Taurion

Padrões Aberto e Livres x Declaração Universal dos Direitos Humanos
OASIS ODF for Office Applications (OpenDocument) TC
OpenDoc Society - ODF Plugfest - DFD Document Freedom Day
OpenDocument Format.org - OpenDocument Format.com.br

ISO/IEC 26300
ODF Open Document Format - Wikipedia

NBR ISO/IEC 26300
ODF Open Document Format - Wikipédia Português

Lei ODF 15.742/2007 - Paraná
Governo Federal - e-ping 4.0 adota o ODF 16/12/2008
Lei ODF 2.213/2010 - Novo Hamburgo - RS
Resolução ODF 1.026/2011 - Assembleia Legislativa - RS
Lei ODF 5.978/2011 - Rio de Janeiro
Lei ODF 14.009/2012 - Rio Grande do Sul
Projeto de Lei ODF 0054.4/2013 - Santa Catarina

Projeto de Lei ODF 3.070/2008 - Congresso Nacional

Argentina: Decreto 1800 ODF Misiones

Equador: NTE INEN-ISO/IEC 26300: 2009

Uruguai: Governo Recomenda ODF 2008

Venezuela: Governo Recomenda ODF 2009

Protocolo Brasília ODF 2008
Prefeitura N Hamburgo RS
Prefeitura Silva Jardim RJ
Prefeitura Nova Aurora PR
Signatários Protocolo Brasília ODF

ODF OpenDocument Format
ODF Alliance
ODF Alliance América Latina

ODF Alliance Award
III ODF Workshop

Lei Software Livre 14.058 PR

Lei Software Livre 12.866 SC

Lei Sist.Operacional 14.195 PR

The Document Foundation
The Document Fountadion blog
The Document Foundation Planet
The Document Fountadion Wiki

LibreOffice

LibreOffice Brasil

Veja fotos aqui

O que é um Buffer Overflow ?

1 de Junho de 2009, 0:00, por Desconhecido


Gumblar:mais nocivo que o Conficker!

1 de Junho de 2009, 0:00, por Desconhecido


Mapa da espionagem

1 de Junho de 2009, 0:00, por Desconhecido


Sistemas de Satélites

1 de Junho de 2009, 0:00, por Desconhecido

Sistemas de Satélites



"Pai da Internet" vai ao Congresso discutir futuro da Web

1 de Junho de 2009, 0:00, por Desconhecido

Em evento promovido pelo Comitê Gestor da Internet nesta quinta-feira, 28/05, com a participação de empresários e autoridades do Governo, na capital paulista, a Assessoria do Google confirmou a presença de Vint Cerf, considerado pai da Internet e hoje, vice-presidente mundial da empresa, na audiência pública proposta pela Comissão de Ciência e Tecnologia da Câmara dos Deputados (CCT) que será realizada na próxima terça-feira, 02 de junho.



Secretaria do Planejamento do Paraná, migra todo seu sistema para software livre

1 de Junho de 2009, 0:00, por Desconhecido

A Secretaria do Planejamento e Coordenação Geral é a primeira repartição pública do Estado a migrar todas as suas estações de trabalho para o software livre Linux. Segundo a chefe da Unidade de Coordenação do Pnage (Programa Nacional de Apoio à Modernização de Planejamento e da Gestão dos Estados e Distrito Federal) na Secretaria, Maria Concepcion Fráguas Umia, a grande vantagem da mudança de software está na economia e no uso de padrões abertos. “Antes, arcávamos com o pagamento altíssimo de licenças. Com a migração para equipamentos com ambiente Linux, os custos foram reduzidos. A migração atende integralmente as determinações do governador Roberto Requião, da utilização de padrões abertos com garantia de dados”, explicou.
Veja a mais em Ag. Estadual de Notícias do Paraná



Dez distribuições de Linux para o seu netbook

1 de Junho de 2009, 0:00, por Desconhecido

A Asus e a Microsoft já mandaram avisar que discordam, mas várias distribuições de Linux têm oferecido boas alternativas de desempenho, estabilidade e suporte a hardware nas diversas safras de netbooks que vêm se popularizando no mercado, especialmente quando consideramos a reduzidíssima gama de aplicações mais tipicamente empregadas nesta classe de equipamentos.



Top 8: softwares de código aberto mais bem-sucedidos

1 de Junho de 2009, 0:00, por Desconhecido

As definições de sucesso variam de acordo com os interesses, demandas e objetivos de quem avalia, mas não há dúvida de que alguns softwares são mais bem-sucedidos do que outros.



PrisonPC: Liberdade de software atrás das grades na Austrália

1 de Junho de 2009, 0:00, por Desconhecido

O PrisonPC, sistema baseado em Linux e com segurança reforçada, está sendo adotado por algumas prisões australianas como um instrumento na rehabilitação dos detentos, oferecendo cesso a conteúdos de treinamento, religiosos e outros que sejam considerados adequados - inclusive aplicações desktop, jogos e acesso a web e e-mail.



No servidor: instalando Trac e Subversion no Ubuntu, e Kasperky Anti Virus no Postfix com Amavis

1 de Junho de 2009, 0:00, por Desconhecido

Trac e Subversion: “Iremos demonstrar a criação de ambiente para gerenciamento de desenvolvimento de software utilizando Trac e Subversion com o Ubuntu Server 8.04 Long Time Support (LTS). Para este servidor iremos integrar as seguintes configurações: 1. Ubuntu Server 8.04 LTS 2. Apache Http Server 3. Trac 4. Subversion. Para complementar serão instalados ou ativados módulos no Apache para que o mesmo integre o Trac e o Subversion em um mesmo servidor.” [Enviado por Rodrigo Pinheiro Matias (rodrigopmatiasΘgmail·com) - referência (escutaesta.blogspot.com).]



Cursos e treinamentos: Análise de vulnerabilidades, Jogos com Java2ME, JQuery, Zend, Lógica de Programação, e certificações LPI

1 de Junho de 2009, 0:00, por Desconhecido

20 de Junho em SP: Java2ME, Jquery, ZEND, Algorítmos, Lógica de Programação e Fluxogramas: “Dia 20 de Junho, sábado, das 9h00 às 17h00, acontecerão em São Paulo os treinamentos [1 Profissional por Máquina]:



Atualização do .Net instalava extensão para o Firefox deixando desabilitado o botão de desinstalação

1 de Junho de 2009, 0:00, por Desconhecido


Em português: IBM developerWorks agora traz artigos técnicos em nosso idioma sobre Linux e código aberto

1 de Junho de 2009, 0:00, por Desconhecido

O developerWorks em inglês é fonte frequente de indicações de artigos aqui no BR-Linux. Damos as boas-vindas ao developerWorks em português!



Mozilla Jetpack: OSNews analisa o novo jeito fácil de desenvolver extensões para o navegador

1 de Junho de 2009, 0:00, por Desconhecido



JOMAR SILVA ESCLARECE PORQUE O PROJETO DO SENADOR AZEREDO É INÓCUO CONTRA OS CRIMINOSOS

1 de Junho de 2009, 0:00, por Desconhecido


O TEXTO SEGUINTE É DO COORDENADOR DA ODF ALLIANCE E ESPECIALISTA EM SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO, JOMAR SILVA:

"Muito tem sido escrito e debatido sobre o projeto de Cibercrimes em discussão na câmara federal, e ás vezes tenho a impressão de que os defensores do projeto não fizeram ainda um exercício de realidade sobre o que estão propondo.

O PROJETO em discussão atualmente piora ainda mais o projeto original quando inclui o “provedor de conteúdo”, propondo a extensão de uma medida que vai ser extremamente onerosa, difícil de implementar e que dará margem a uma infinidade de irregularidades e abusos que todos nós já conhecemos. A exigência de cadastro (RG, filiação e etc) para todo e qualquer provedor de
acesso e de conteúdo pode até parecer uma grande ideia, mas na prática é uma iniciativa inócua e não sei a quem ela realmente interessa.

Para explicar a medida proposta de um jeito muito simples, vou transpor o que ela propõe para o “mundo real”, e vejamos se após esta comparação vocês ainda vão querer defender tal medida.
Os números da criminalidade no Brasil crescem de ano a ano, e tal como no mundo virtual, existem alguns casos onde a polícia pode fazer muito pouco pois é complicado descobrir (e provar) quem estava efetivamente em um local onde um crime foi cometido. Mesmo assim, ela faz seu trabalho de acordo com as condições legais existentes no Brasil hoje.

Se o projeto em discussão fosse apresentado para resolver o problema da criminalidade “no mundo real”, olha só o que ele iria propor (vou pegar apenas uma das propostas, ok ?):
“Todo comércio ou empresa (pessoa jurídica), prestadora de serviços de
acesso (ex. transporte público) ou conteúdo (bens e serviços em geral)
deverá manter durante três anos um histórico de todas as pessoas que
utilizaram seus serviços, registrando seu RG, filiação e outros dados que
permitam identificar os cidadãos.”

Na prática isso significa o seguinte:
Você sairá de casa pela manhã para trabalhar e o porteiro do seu prédio vai ter que anotar seus dados e registrar sua saída. Quando você entrar no bar para comer um “pão na chapa com pingado”, o seu Manoel da padaria vai ter que anotar seus dados também. Saindo da padaria, pegando um táxi (ou ônibus, trem, metro ou qualquer outro meio de transporte), o responsável por ele também vai anotar seus dados. Chegando no prédio onde trabalha, a portaria vai também registrar sua entrada, tal como a recepção da sua empresa.

E assim vai sendo o seu dia, com alguém anotando passo a passo tudo o que você fez, gerando uma infinidade de registros que permitirão acompanhar todos os seus passos, todos os dias da sua vida (e claro, armazenando tudo isso durante três anos, para evitar uma multa mais do que salgada).
Quando um crime qualquer for cometido, a polícia poderá requisitar todos estes registros e com base neles, encontrar o criminoso... será que vai funcionar mesmo ?

Será que o “criminoso”, sabendo que todos os seus passos serão anotados, vai utilizar o seus documentos verdadeiros no dia a dia ? Será que os transtornos que uma medida dessa irão causar, vão trazer com certeza algum ganho ? Será que uma sociedade que vive assim pode ser chamada de sociedade democrática ?

Ainda com este caso hipotético em mente, como ficará a situação de um pequeno comerciante que não tiver recursos para capturar e manter estas informações durante os três anos que a lei determina ? Como ficará por exemplo, o controle de acesso a uma feira livre ? Fiz esta analogia, pois a lei em discussão pretende fazer isso no acesso á Internet e sendo assim, vai inviabilizar totalmente a utilização de toda e qualquer rede aberta, pois a implementação e manutenção de um controle
como este vai custar caro e analisando o custo de manter este sistema (e o risco inerente de ainda assim ser multado), não tenho dúvida que o mais fácil (e barato) a se fazer será desligar os transmissores e fechar as redes abertas.

É claro que as operadoras de telecom vão adorar ver apenas as terríveis e instáveis conexões 3G como única forma de acesso sem fio “dentro da lei”. Idem para os escassos provedores de Wifi, que tal como as operadoras, cobram preços absurdos pelos serviços. Aliás, o custo destes acessos deverá ficar ainda mais elevado, uma vez que as exigências legais para a prestação do
serviço agora serão mais pesadas. Pior que tudo isso, é ver que as regras em discussão atualmente, estrangulam no berço uma das tecnologias mais promissoras que foi criada nos últimos
anos, as redes Mesh.

Se a proposta for aprovada, a insegurança jurídica de quem mantém um ponto de rede mesh será tão grande que duvido que possamos um dia utilizar a tecnologia mesh para criar redes abertas que tenham cobertura extensa. Aliás, as operadoras devem estar adorando isso também, pois poderão tirar o máximo do lucro de sua atual rede 3G antes de nos “brindar” com a oferta de
uma rede WiMax (que certamente vai custar mais caro ainda).

(...)

Eu concordo que o Cibercrime deve ser combatido, concordo que a polícia deve ter seus mecanismos de investigação muito bem afinados agora fica difícil como cidadão aceitar mais esta conta para pagar, sendo que ela não é, nem de longe, uma solução tecnicamente aceitável para o problema.
Acho que o investimento em educação dos usuários de Internet no Brasil seria algo que traria muito mais resultados sem colocar a liberdade de todos nós em risco, mas é uma pena que muita gente com a caneta na mão não pense assim.

Para mim, a maior ironia disso tudo é que a maioria das pessoas que hoje lutam com unhas e dentes pela aprovação da lei, batem no peito dizendo que “lutaram pela liberdade” e agora, como não entendem o mundo digital, querem acabar com a liberdade nele... é a velha cultura ilusória de
“transformar um problema que não entendo num problema que conheço para ver se consigo resolve-lo”... Sinto lhes informar, mas não vai funcionar."