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Tela cheia

Smartphones do Censo 2010 serão migrados para Inclusão Digital

3 de Agosto de 2010, 0:00 , por Software Livre Brasil - 0sem comentários ainda | Ninguém está seguindo este artigo ainda.
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Para realizar o primeiro Censo da história do país sem o uso de papel, o IBGE contratou 220 mil smartphones para serem usados pelos 191 mil recenseadores para a coleta informatizada dos dados. Para usufruir da tecnologia, o órgão adaptou o terminal às suas necessidades. As funções de telefonia e de acesso à Internet, por exemplo, foram desativadas em fábrica.

A opção pelos smartphones foi feita no ano passado, após um teste realizado com netbooks, em Rio Claro, num censo experimental, conta o diretor de TI do IBGE e responsável pelo Censo 2010, José Bevilaqua. Os netbooks foram reprovados. "Eles não atendiam aos recenseadores. Apesar de pesarem pouco mais de 1 quilo, eles eram pesados ao longo do dia, tinha o problema da tela - em caso de luz do dia, e de transporte. Os recenseadores não aprovaram", salienta o diretor de TI.

O IBGE, então, partiu para a contratação de PDAs, mas como os smartphones começaram a ganhar escala, se optou pela contratação dos terminais inteligentes. A Daruma foi a vencedora da licitação - para a customização e instalação do aplicativo do censo, desenvolvido internamente - e a LG, a fornecedora dos terminais.


No edital, o IBGE determinou uma série de medidas. As funções de telefonia, acesso à Internet e SMS foram desativadas em fábrica. Os terminais também ganharam uma capa de proteção. "Podemos dizer que esses terminais de coleta não têm função para um cidadão normal. O aplicativo que roda nele é apenas o do IBGE. Não há qualquer outro disponível", adverte Bevilaqua, até em função de possível furtos dos terminais.

O diretor de TI do IBGE elogia o smartphone como terminal de coleta - é leve, simples de guardar e prático - mas lamenta o fato de a tela ser pequena. "É verdade que ela poderia ser maior, mas no início do ano, quando fizemos a compra dos terminais, o iPad ainda não estava disponível no mercado", observa.

Também foram contratados 60 mil pen drives - 40 mil de 2G e 20mil de 16 GB para serem entregues aos recenseadores, supervisores e funcionários voltados para o censo 2010. Sobre o uso dos aparelhos pelos 191 mil recenseadores - foram treinados nas últimas duas semanas - o executivo se mostrou muito tranquilo. "A tecnologia celular está tão disseminada que não houve qualquer tipo de problema no uso do sistema. É um meio bem usado", atesta.

Na parte de armazenamento dos dados - no data center do IBGE, no Rio de Janeiro, também foram adquiridos mainframes da IBM e storages EMC e IBM para assegurarem o tratamento das informações coletadas.Indagado sobre a destinação dos terminais pós-censo - a partir de 30 de outubro, quando está estimada o fim da coleta dos dados - o diretor de TI do IBGE, José Bevilaqua, informou que o órgão já iniciou negociações com o MEC para o uso deles em projetos de inclusão digital.

"A proposta é que esses terminais sejam migrados para os alunos de escolas públicas, para serem usados nas salas de aula, a partir da instalação de aplicativos educacionais. Os PDAs não vão ficar no IBGE", diz. Na área de TIC, os gastos do IBGE foram calculados em R$ 130 milhões, e mais R$ 18 milhões para Comunicação.

:: Ana Paula Lobo
:: Convergência Digital


Tags deste artigo: censo 2010 furusho ibge smartphones inclusão digital telecentros

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