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Censo GNOME: de onde vem o código? (Farofa e ventilador se encontram)

29 de Julho de 2010, 21:00 , por Desconhecido - 0sem comentários ainda
Visualizado 503 vezes

Tags: Canonical, GNOME, Mimimi, Red Hat

O texto em português vem do NoticiasLinux, que tem os links para a cobertura internacional.

Bastante discussão já surgiu: um ex-funcionário da Red Hat criticou pesadamente a Canonical pela pequena parcela das contribuições ao GNOME que vem de lá, e um representante da Canonical respondeu apontando as contribuições da empresa ao GNOME que não foram aceitas pelo projeto, embora estejam nos desktops dos usuários do Ubuntu (e com código aberto).

Será que o problema está nas contribuições, nos critérios do censo, na interpretação, na comunicação entre as partes envolvidas, ou todas as anteriores?

Do NoticiasLinux:

O desenvolvedor do GNOME, Dave Neary, publicou os destaques de seu trabalho para determinar de onde vem as contribuições para o GNOME. Este “Censo” é uma combinação de mineração de dados e pesquisas que dá uma ideia da atividade do GNOME e o perfil de um contribuidor para o GNOME. O objetivo foi responder três perguntas em particular: Como se parece a comunidade de desenvolvedores? Que empresas estão investindo no GNOME e como? Como se parece o ecossistema comercial em torno do projeto GNOME?

Há algumas revelações genuinamente esclarecedoras a partir do censo. Por exemplo, ainda que o GNOME seja um projeto “voluntário” e 70% dos desenvolvedores se identifiquem como voluntários, 70% dos commits são feitos por desenvolvedores pagos. Voluntários independentes ainda representam o bloco maior de desenvolvedores, mas como o funcionário da Red Hat, Greg DeKoenigsberg, faz questão de apontar, os desenvolvedores da Red Hat são responsáveis por 16% do código contribuído, a maior contribuição comercial e muito maior que a Canonical (com 1%). Muitos dos principais desenvolvedores comerciais são de empresas de consultoria que dependem do GNOME.

O censo faz uma interessante análise sobre a contribuição aos módulos individuais, vendo quais são primariamente mantidos por voluntários, quais recebem colaborações de empresas competidoras, quais são em sua maioria mantidos por uma entidade comercial. (via noticiaslinux.com.br)


Fonte: http://br-linux.org/2010/censo-gnome-de-onde-vem-o-codigo/

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