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BrOffice.org: Mais um depoimento

26 de Fevereiro de 2011, 0:00 , por Software Livre Brasil - 0sem comentários ainda | Ninguém está seguindo este artigo ainda.
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Para quem não me conhece, meu nome é Luiz Oliveira, jornalista. Estou na comunidade Broffice.org desde 2007. Trabalhava à noite, gostava muito de software livre e broffice e andava pelos nós da rede tal qual um zumbi, sem parar em lugar algum. Uma fase boa de aprendizado.

Havia começado a utilizar Linux e estava conhecendo as principais distribuições: Debian, Slackware e outras. Lembro que o Kurumin Linux me permitiu acessar pela primeira vez a internet discada. Sabe como é. Você começa a aprender, frequenta fóruns, ircs, lê os manuais e daí chega uma fase que você quer contribuir também. É um processo natural. Já contei um pouco disso em outro texto, no meu blog pessoal.

Em algumas comunidades esse processo de acolhida de novos colaboradores é traumático. Estou falando por experiência própria. Bati em algumas portas e achei a recepção muito fria; na verdade eu não estava preparado ainda, para entender como funcionam as coisas no mundo do Software Livre, sobretudo no que diz respeito ao processo de colaboração.

Despedida do Cláudio Filho em São Paulo

Bom, acabei me deparando, em certo momento, com um pedido de ajuda do BrOffice.org. Estavam precisando de colaboradores para se juntar ao time de Grupo de Usuários de São Paulo. Enviei um email e recebi de volta a resposta do Edilson Feitoza, então lider do gubro-sp.

Ele disse que faria uma espécie de teste para provar o meu comprometimento através de tarefas. Tarefas cumpridas dentro dos prazos me dava um pontinho a mais no “ranking” de meritocracia. Como eu estava ávido para colaborar os “meus pontinhos” aumentaram rapidamente. Logo eu era o co-lider do gubro-sp. O Edilson me encorajou a entrar em contato com o Cláudio Filho por causa do Encontro Nacional que estava sendo organizado nessa época porque eu assumiria, aqui em São Paulo o papel de organizador local (acho que era o II EnBro).

Assim, entrei em contato pela primeira vez com Cláudio Filho, evidentemente todo tímido, ressabiado. Mas ele fez questão de quebrar o clima e ainda ficou bravo comigo: “Não sei por que as pessoas tem medo de falar comigo?”.  O II Encontro Nacional aconteceu e depois dele vieram o III e o IV, e eu sempre estive participando na organização, seja localmente, seja nacionalmente.

Só fui conhecer o Cláudio pessoalmente quando ele foi embora para Espanha (Galícia). Passou em São Paulo para se despedir de alguns amigos e então fui até lá (moro no interior de SP). Nos encontramos em um shopping. Estavam algumas pessoas do gubro-sp presentes: Vera, Edgard, o Cristiano (Ubuntu), o Coringão (Ubuntu games), e o Léo. Nada substitui um encontro presencial. Você olha para a pessoa e sabe se ela é do bem ou não. Foi isso que senti quando vi o Cláudio Filho. Tive a certeza que era uma pessoa do bem e estabeleci uma relação de amizade verdadeira com ele. Digo verdadeira porque tivemos severas discussões. Nunca tive medo de discordar dos seus pontos de vista, nem de falar sobre os seus “defeitos”. Até hoje é assim!!

Me encontrei com ele novamente em 2009, aqui em Campinas, em razão do encontro do PostgreeSQL realizado na Unicamp. Nesse dia ele me propôs tirar o projeto Revista BrOffice.org do limbo (oito meses sem nenhuma publicação). Aceitei o desafio, e de lá para cá a Revista nunca mais parou. Certamente, isso aconteceu porque a alma desse projeto está na colaboração. Na primeira tentativa de “profissionalizar” o processo, tivemos problemas que, aliados a outros eventos, num verdadeiro efeito cascata, ocasionou a maior crise da história da comunidade BrOffice, razão pela qual foi criado esse blog.

Não sei qual será o fim disso. Mas posso garantir que algumas coisas são eternas. Amizades sinceras são eternas. Confiança, honestidade, altruísmo são valores eternos. Não é a toa que a comunidade BrOffice, esse ente etéreo, consegue fincar pé nesse momento e defender os seus valores, defender a pessoa do Cláudio Filho e resgatar o seu valor e o seu mérito para todos nós, amantes dos projetos Open-Source, no Brasil, por tudo que ele já fez.

* fonte: blog da Comunidade BrOffice.org


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