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Banco do Brasil prevê economizar mais R$ 110 mi com Software Livre

4 de Setembro de 2009, 0:00 , por Software Livre Brasil - 1Um comentário | Ninguém está seguindo este artigo ainda.
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Empresas públicas e outros órgãos do governo como Serpro, Caixa Econômica e Banco do Brasil integram um grande grupo para o qual investir e desenvolver software livre já é uma realidade. O vice-presidente de Tecnologia e Logística do Banco do Brasil, José Luiz Salinas, destacou que a independência tecnológica proporcionada pela substituição de programas proprietários por software de código aberto deverá proporcionar ao banco uma economia de cerca de R$ 110 milhões.

"Isso nos permite investir no relacionamento com os clientes, na eficiência do atendimento", declarou Salinas durante o 2º Congresso Internacional de Software Livre e Governo Eletrônico (Consegi 2009), encerrado nesta sexta-feira, 28, em Brasília.

Segundo o executivo, além dos 5 mil servidores de agências baseados em plataformas abertas, das mais de 100 mil estações de trabalho com BrOffice implantado e ainda dos mais de 2 mil telecentros para inclusão digital em todo o país, o grande resultado deste investimento está no aprendizado que ele proporciona.

De acordo com Salinas, os terminais de autoatendimento devem, baseados em software livre, incorporar com maior rapidez evoluções como reconhecimento de cédulas, pagamento com troco, identificação de assinatura em cheques e outros avanços.

Outra empresa que apostou no software de código aberto e que lhe rendeu bons resultados foi a Caixa Econômica Federal. A vice-presidente de tecnologia da Caixa, Clarice Coppetti, afirmou que as plataformas livres são utilizadas nas mais de 500 milhões de transações de negócios, como crédito, depósitos, financiamentos, saques, pagamento do Bolsa Família e outros. A tecnologia aberta é também a base de sustentação das 10 mil casas lotéricas e ações de responsabilidade social e empresarial.

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Coppetti ressaltou que a Caixa, atual responsável pela coordenação do Protocolo de Brasília, que defende o uso do padrão OpenDocument Format (ODF) para documentos públicos, tem exigido nas licitações de contratação o desenvolvimento de programas abertos e participação dos analistas em comunidades relacionadas à tecnologia adotada.


Tags deste artigo: odf caixa jomar furusho maia consegi coppetti banco do brasil

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