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Pedagogia, tecnologia e conteúdo devem caminhar juntos, defende professor

14 de Julho de 2016, 14:23 , por Vagner Benites da Silva - 0sem comentários ainda | Ninguém está seguindo este artigo ainda.
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Texto: Márcia Schuler
 
Um aluno estica o braço para alcançar um livro. O professor Danilo Rodrigues César sentencia: isso já é um algoritmo. Na definição, um algoritmo é uma sequência finita e ordenada de passos para realizar uma tarefa. Foi com o objetivo de mostrar a importância da naturalização desses conceito que César, graduado em Tecnologia em Processamento de Dados e pós-doutor em educação, falou sobre o tema Robótica Pedagógica Livre e Educação Matemática: Propostas e Metodologias na manhã desta quinta-feira (14) na 17ª edição do FISL. 
 
Ao processo cognitivo pelo qual resolvemos problemas, chamamos pensamento computacional, e é por isso que César insiste: é preciso estimular esse pensamento desde o ensino básico, para que o aluno se prepare para a graduação - e para a vida, afinal, como ele destaca, os algoritmos estão em tudo. Para isso, o professor define algumas metodologias. Primeiramente, o estudante deve se sentir parte do processo de ensino e incluído nas atividades.
 
“Muitos professores não têm humildade para dizer que tem um aluno mais inteligente que ele em sala de aula”, afirma.
 
O desenvolvimento do trabalho em grupos formados por estudantes com diferentes notas, em que aquele com notas mais baixas é o líder, também dinamiza a troca de conhecimento. Além disso, deve-se pensar em preparar aulas dinâmicas e lúdicas, trabalhar com projetos, propor uma aprendizagem a partir de erros e baseada na resolução de problemas, com um olhar interdisciplinar. 
 
O professor apresentou o modelo teórico TPACK, na tradução da sigla, Conhecimento Pedagógico e Tecnológico do Conteúdo, com base nas pesquisas de Lee Shulman, Punya Mishra e Matthew J. Koehle. A ideia é usar técnicas pedagógicas que aplicam tecnologias para ensinar conteúdos de diferentes formas. César também abordou o método científico de ensino híbrido, que une ensino presencial e online e pode ser dividido em Modelo de Rotação, Flex, À la Carte e Virtual Enriquecido.
 
“Eu transito entre essas divisões. Deixo sempre o aluno escolher o que é melhor para ele”, conta. 
 
Uma das ferramentas sugeridas por César para motivar os alunos é o KLogo-Turtle, um interpretador da linguagem Logo desenvolvida no MIT por Seymour Papert. No KLogo, uma tartaruga é um cursor que obedece a comandos simples, como se deslocar e girar, para formar desenhos em uma tela, uma forma de ensinar geometria e princípios básicos de programação. Conheça mais no site http://klogoturtle.sourceforge.net/.

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