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Boquinha Livre: arte, cultura e tecnologia para crianças

15 de Julho de 2016, 19:52 , por Vagner Benites da Silva - 0sem comentários ainda | Ninguém está seguindo este artigo ainda.
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Licenciado sob CC (by)
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Foto: Alexandre A. Kupac

Texto: Márcia Schuler
 
Quando crescer, Erik Teixeira quer trabalhar com robótica. Quando veio ao FISL no ano passado, descobriu nos profissionais dessa área uma característica que admira: eles querem ser os melhores no que fazem. Hoje com 12 anos, o estudante do 7º ano na Escola Estadual Professora Leopolda Barnewitz está desde 2014 no Boquinha, uma iniciativa derivada do jornal Boca de Rua, feito por moradores de rua de Porto Alegre com a Alice - Agência livre para informação, cidadania e educação. 
 
O Boquinha é realizado por crianças com o amparo dos profissionais da Alice. Ele surgiu em 2003, mas com uma ideia diferente da de hoje: então, o grupo era formado por crianças que também moravam na rua; hoje, quase todas têm moradia. Nas reuniões do Boca de Rua, que aconteciam desde 2000, os participantes levavam consigo suas casas, e as crianças iam junto. Com o tempo, foram perdendo a paciência: queriam alguma coisa para fazer enquanto os adultos discutiam pautas. Era o começo do Boquinha. 
 
No jornal, encontraram a oportunidade para colocar no papel muitos dos seus pensamentos. Cada edição tem um tema. Pode ser filosofar sobre “o céu e o inferno dentro do peito”, inventar um mundo de mágica, aconselhar professoras gritonas ou questionar: como é a escola perfeita? Ou, talvez, responder à questão: o que é o medo? “O medo é uma coisa que vem da barriga e sobe pelos braços, vai pela garganta e depois desce pelas pernas e espalha por tudo”, esclarece um menino de 8 anos em um dos textos publicados em 2010, na edição de aniversário do Boca de Rua. 
 
As reuniões do Boquinha, assim como as do Boca, são semanais. Quando começa uma nova edição, as crianças vão pensando no tema. As obras de arte que ilustram as matérias também são feitas por elas. Pelo trabalho, as crianças recebem uma bolsa, paga aos pais ou responsáveis com o dinheiro de doações. “A base do nosso trabalho é a arte. Mostramos a arte para as crianças, e as crianças para o mundo”, diz Maria Margareth Rossal, a Marga.
 
Fislinho
 
No FISL, o espaço do Boquinha desde o ano passado é o Fislinho, uma área dedicada às crianças. A área ficou aberta para oficinas, contando com os computadores que o projeto conseguiu por meio de uma parceria com a Universidade Federal do Rio Grande do Sul - nos quais as crianças aprenderam a programar com o Scratch (https://scratch.mit.edu), por exemplo. No local, a Bocuda, uma escultura feita com sucata, representa uma fusão entre mulher, homem, máquina e natureza, uma referência ao tema proposto às crianças nesta edição do evento: a tecnologia liberta ou aprisiona?
 
A preparação para o FISL começou há alguns meses, quando começaram a discutir liberdade nas reuniões. A próxima edição do Boquinha, em setembro, será dedicada ao Fislinho. O Boquinha Livre, como ficou conhecida a versão do projeto no Fislinho, também é um plano para o futuro. Marga conta que a ideia é, em breve, montar um site que será alimentado por adolescentes egressos do Boquinha. 
 
Os “boquinhas” vieram ao FISL todas as tardes durante o evento deste ano. Para Eric, futuro profissional da robótica, e as amigas Mitziane Paz Paiva, 12 anos, e Julia Monteiro, 11 anos, é um dos momentos preferidos do ano. É difícil escolher o que mais gostaram - os robôs, a impressora 3D, a pipoca, os picolés. A resposta para a pergunta contida no tema proposto aos Boquinhas também ainda não tem resposta definida. Para Mitziane, a internet pode aprisionar ou libertar, depende de cada um. “Mas a pessoa tem a liberdade de acessar a hora que quiser”, diz.
 
“A internet é para todos. Quem quer aprender, vai aprender”, aponta Júlia, que apesar de já ter decidido ser advogada, garante que o aprendizado do FISL fica para a vida. 

 


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