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Petição pública pede apoio do Governo Federal em palestra sobre o passado, o presente e o futuro do Software livre

2 de Julho de 2011, 0:00 , por Software Livre Brasil - 2222 comentários | Ninguém está seguindo este artigo ainda.
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O que é, como era e o que vai ser o software livre foi tema da palestra ministrada po Eustáquio Mendes Guimaraes no último dia do fisl12. Além de lembrar e explicar como o software livre foi criado e atua na sociedade gerando lucros e diminuindo gastos, também falou sobre a petição pública e uma carta aberta que foram criadas para pedir mais apoio por parte do governo federal.

“O compartilhamento de informação já era um desejo de Santos Doumont”, lembrou Eustáquio. O software livre surgiu em 1969 a partir de um joguinho de computador que não funcionava nas máquinas da época. Mais de 40 anos depois o desenvolvimento é visível e existem um número infinito de softwares que podem ser personalizados.

O software livre é econômico, segundo o palestrantre. O governo federal já economizou cerca de 380 milhões de reais com a utilização. O exército militar já possui mais de 40 mil estações de trabalham que rodam o sistema. O Portal de Software Público “é uma oportunidade de aprender a lidar e trabalhar com o sistema livre e ainda de ganhar dinheiro com isso”, explicou Guimaraes.

Em 2003 o governo federal implantou uma norma para que todos os órgãos federais passassem a utilizar software livre, contudo com o final do governo Lula a empolgação inicial esfriou, segundo um dos coordenadores da iniciativa. "Nem metade dos ministérios tem maquinas rodando com software livre", contou. Ele contou que duas semanas atrás o grupo teve uma reunião à portas fechadas e tiveram a ideia de fazer a carta aberta para a presidente do País Dilma Roussef e a petição pública que irá para o Ministério de Ciência e Tecnologia. O objetivo é buscar mais apoio e comprometimento do governo federal em relação ao uso do software livre. “Nos falta um líder em nível nacional e o ministro Aloizio Mercadante nós parece ser esse representante”, conclui Guimaraes.

 

 

 

 


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