Ir para o conteúdo
ou

Software livre Brasil

Tela cheia Sugerir um artigo
 Feed RSS

Notícias da Comunidade Firefox Brasil

17 de Julho de 2009, 0:00 , por Software Livre Brasil - | Ninguém está seguindo este artigo ainda.

Latinoware 2010: Bruno Coudoin, Software Livre e Educação Infantil

31 de Agosto de 2010, 0:00, por Software Livre Brasil - 0sem comentários ainda

Dentro da matriz de assuntos que serão tratados na Latinoware 2010 há um especial, que envolve a todos por sua extrema importância: educação. Neste ano a trilha de educação, capitaneada, mais uma vez, por Frederico Gonçalves Guimarães, contará com a presença de Bruno Coudoin, criador do GCompris, em sua primeira visita ao Brasil.

O GCompris oferece a assombrosa quantidade de 100 atividades, e outras estão sendo desenvolvidas. Ele é um software livre, o que significa que você pode adaptá-lo às suas necessidades, melhorá-lo e, o mais importante, compartilhá-lo com crianças de qualquer lugar do mundo. A Latinoware espera, com a presença de Bruno e de outros palestrantes, mostrar que o software livre está muito mais ao alcance de pessoas comuns do que se imagina. A entrevista que fizemos com Bruno ilustra bem isto, logo de início.

Latinoware: Bruno, entre muitas alternativas de desenvolvimento você decidiu escrever um bocado de código na linguagem C, para crianças. Por quê?

Bruno Coudoin: Bem, eu não gosto desta pergunta. As crianças não têm que  saber em qual linguagem foi escrito o software que elas estão usando. Esta pergunta é muito mais importante para os geeks que tendem a preferir uma ou outra linguagem. Dito isto, usar C e a biblioteca  gráfica GTK foi uma escolha natural quando comecei este projeto no ano 2000. Mais adiante adicionamos o suporte para a codificação de atividades na linguagem Python. Assim fica mais fácil adicionar conteúdos ao Gcompris.

LW: Agora você criou um modelo de negócios para o GCompris em sistemas operacionais proprietários. Chegaremos a ver o GCompris sem ser um software livre e aberto no Linux?

BC: O GCompris é, e sempre será, um software livre, independente da plataforma operacional. O que eu faço é distribuir uma versão de demonstração executável para Windows e MacOSX e, de fato, vender um código de ativação. Este truque não deve preocupar os usuários do GNU/Linux, primeiro porque eu faço isto para dar uma vantagem a eles, mas também porque são os empacotadores das várias distribuições, e não eu, quem distribui os executáveis do Gcompris.

LW: As crianças já passam muito tempo na frente dos computadores. Algumas atividades do GCompris são direcionadas para crianças que recém começaram a andar. Você não acha que devemos afastar um pouco as crianças desta enorme quantidade de tecnologia?

BC: Você está certo e eu não acho que o uso de computadores é a melhor ferramenta de ensino. Mas, como um defensor do software livre, eu não posso aceitar que apenas o software proprietário seja usado no ensino de nossas crianças. Hoje, depois dos muitos anos de sugestões de usuários de todo o mundo, eu tenho a certeza de que o GCompris é uma boa escolha para permitir às crianças a descoberta do uso do computador. Como software livre, elepermite que minorias culturais ensinem crianças em seus próprios idiomas.

* fonte: Latinoware 2010



Inscrição antecipada na Latinoware 2010 terá descontos

31 de Agosto de 2010, 0:00, por Software Livre Brasil - 0sem comentários ainda

Já estão definidos os valores das inscrições para a Latinoware 2010.

A taxa é de R$ 100,00, porém os participantes que se inscreverem antecipadamente terão descontos. Confira:

Até o dia 09/09 – R$ 60,00
Do dia 10/09 ao dia 01/10 – R$ 80,00
A partir do dia 02/10 – R$ 100,00

As inscrições serão abertas nos próximos dias. Faça já a sua inscrição e garanta o seu desconto.

http://www.latinoware.org/sites/all/files/images/latinoware2010_468x60_rotativo(1).gif



Inscrição antecipada na Latinoware 2010 terá descontos

31 de Agosto de 2010, 0:00, por Software Livre Brasil - 0sem comentários ainda

Já estão definidos os valores das inscrições para a Latinoware 2010.

A taxa é de R$ 100,00, porém os participantes que se inscreverem antecipadamente terão descontos. Confira:

Até o dia 09/09 – R$ 60,00
Do dia 10/09 ao dia 01/10 – R$ 80,00
A partir do dia 02/10 – R$ 100,00

As inscrições serão abertas nos próximos dias. Faça já a sua inscrição e garanta o seu desconto.

http://www.latinoware.org/sites/all/files/images/latinoware2010_468x60_rotativo(1).gif



Geoffroy Simon (Bélgica), A Internet das Coisas na Latinoware 2010

31 de Agosto de 2010, 0:00, por Software Livre Brasil - 0sem comentários ainda

Geoffroy Simon, da Bélgica, é co-fundador da Getyoo, uma rede social que expande as conexões virtuais para conexões reais, implementando a ideia que ele mesmo chama de Internet das Coisas. Esta será a primeira vez de Geoffroy no Brasil e, enquanto prepara sua viagem, a equipe da Latinoware o entrevistou para mostrar um pouco sobre o que será a palestra de Geoffroy em nosso evento.

Latinoware: Temos a impressão que a rede social Getyoo estava em sua mente já há algum tempo, mas, antes de iniciá-la, você decidiu fazer um mestrado em empreendedorismo. Isto parece mostrar que você acredita que uma educação formal é chave para o sucesso. Você pode elaborar um pouco mais sobre este assunto?

Geoffroy Simon: Sobre a educação formal, eu diria Sim e Não. Eu realmente acredito que a educação é chave para o sucesso, mas para ser um empreendedor há algo mais importante do que ter feito bons estudos: é estar motivado.

Há centenas de maneiras de se tornar inteligente ou qualificado. Algumas pessoas são realmente boas em matemática, outras são realmente boas em relações sociais. No final, é apenas uma questão de motivação. Uma das maiores marcas do mundo diz: "Just Do It!" (Apenas Faça!). Algumas pessoas estão altamente qualificadas para fazer grandes pesquisas, mas incapazes de fazer delas um negócio.

Pessoalmente, eu não era lá essas coisas na escola. Eu era hiperativo e, assim, sentar em uma cadeira todo o dia ouvindo o professor não era a minha maneira preferida de construir algo. Larguei meus estudos de Ciências Políticas por isto. Algumas pessoas são realmente boas em especializar-se, outras não são tão qualificadas, mas têm a habilidade de entender rapidamente as coisas, imaginar conceitos. Errar é a melhor maneira de aprender. Mas, no final, você precisa definitivamente questionar a si mesmo e analisar o que você fez. Não importa qual o trabalho que você deseja, se você o fizer com paixão você terá sucesso.

Finalmente, fazer alguns cursos para aprender o que você ama e o que você quer fazer é a melhor maneira de trazer a sorte para o seu lado. A educação pode ser chave para o sucesso mesmo para as pessoas autodidatas.

Minhas dicas para a educação:

1. Ame a diferença
2. Seja generoso
3. Ouça as mulheres

LW: A Getyoo se baseia em Clickeys para conectar a rede social virtual com a rede social física de seres vivos. Você pode nos explicar o que é o Clickey e como ele também tem um papel na economia de recursos naturais?

GS: O Clickey é uma ferramenta inovativa para dar fim aos catálogos e cartões de visita impressos trocados em feiras, eventos, conferências. A rede Getyoo evita o desperdício de papel e salva as árvores ao permitir a digitalização de todos os documentos em papel. As pessoas podem obter a informação digital simplesmente clicando em objetos, posters ou adesivos com o Clickey. O mesmo dispositivo também permite que as pessoas se conectem entre si em uma rede online e troquem seus dados de contato.

Este minúsculo dispositivo USB permite a transmissão e recepção de informação através da tecnologia NFC. Os Clickeys são uma ferramenta conveniente para o "networking", permitindo o compartilhamento de cartões de visitas digitais ou perfis no mundo real. Eles também podem ler "tags", pequenos chips RFID que podem ser colocados em objetos a fim de fornecer informações relacionadas a eles. As "tags" são hiperlinks da vida real ao conteúdo digital, como um vídeo, um documento em PDF, um website ou qualquer tipo de conteúdo disponível na web. Ao conectar o Clickey a um computador você recupera toda a informação e os contatos selecionados.

Ele economiza dinheiro gasto na impressão para o exibidor e é uma boa solução para os visitantes do evento, que evitam carregar toneladas de brochuras e folhetos.

LW: Vocês da Getyoo falam muito sobre a Internet das Coisas. Isto lembra textos de ficção cyberpunk, especialmente o Mister Boy, do James Patrick Kelly, onde, em determinado momento, as pessoas não são mais capazes de distinguir o que é real do que não é. Você não pensa que nós podemos estar nos tornando muito virtuais?

GS: De forma alguma! Nós realmente pensamos que a Internet das Coisas marca uma mudança na tecnologia, da interação baseada em telas em direção à interação física com o mundo ao nosso redor. Nós pensamos estar na direção de algo muito mais humano, real e intuitivo.

A web está se movendo em direção a um número enorme de telas minúsculas. A Internet das Coisas pode, ao contrário, aumentar a consciência do ambiente físico e social, com mais realizações e menos "tempo de tela".

Vemos mais e mais projetos tentando encontrar maneiras de conectar o físico ao digital. O uso de objetos físicos e gestos para controlar interações é muito mais intuitivo e próximo da forma como usamos nossos corpos para interagir com o mundo em geral. Nós pensamos que interfaces tangíveis, que usem nossos sentidos e nosso corpo para a interação, irão nos levar de volta a fazer algo mais humano e próximo ao mundo, ao invés de escaparmos para um mundo virtual abstrato.

LW: Você sabe que a Latinoware é um evento de Código Aberto bastante tradicional. O que a Getyoo tem a ver com o Código Aberto?

GS: A Getyoo foi desenvolvida integralmente com softwares de código aberto. Estamos usando o Zend Framework, um sistema de gestão de base de dados objeto-relacional e também o PostgreSQL, por exemplo. Nossa plataforma permite a pessoas encontrar outras pessoas que conheceram fisicamente na rede social online da qual fazem parte. Nós somos também uma comunidade aberta, permitindo o compartilhamento de mídia que você obtém online, no mundo real ou em outras redes.

A Getyoo é totalmente aberta a participação e todos podem manifestar suas opiniões, comentários e críticas clicando na ferramenta de feedback que implementamos em nosso portal (Get Satisfaction). Nós estamos sempre ouvindo ideias e compartilhando as nossas, tanto online quanto no mundo real. Nós amamos o espírito comunitário e frequentemente participamos de eventos como a Latinoware para compartilhar ideias e colaborar com outros. Nós temos sido sempre transparentes a respeito da tecnologia que estamos usando, a forma como trabalhamos e como fazemos o nosso desenvolvimento.

Nós seguimos as especificações de comunicação em área próxima (Near Field Communications) desenvolvidas pelo NFC Forum, que é uma organização que desenvolve padrões que garantem a interoperabilidade entre dispositivos e serviços. Assim, nossas "tags" serão compatíveis com qualquer telefone móvel que entre no mercado com um leitor NFC. Nós também estamos trabalhando em uma aplicação para smartphones para as pessoas que já possuam um, assim elas não precisarão de um Clickey para conectar aos objetos físicos. Desta forma, nós vamos permitir a todos usarem nossos serviços gratuitamente, sem a necessidade de possuir um Clickey.

* fonte: Latinoware 2010



Ernesto Kruger, Pres. da Associação Equatoriana de Software confirma presença na Latinoware 2010

31 de Agosto de 2010, 0:00, por Software Livre Brasil - 0sem comentários ainda

Cada vez mais a Latinoware busca cumprir sua missão de integrar iniciativas de desenvolvimento e migração para o software livre nos países da América Latina. Nesta nova edição da conferência, intensificamos a troca de experiências entre vários casos de sucesso com potencial de replicação, tanto de desenvolvimento como de modelos de negócios capazes de gerar emprego e renda.

Um desses casos é o de Ernesto Kruger, presidente da Associação Equatoriana de Software (AESOFT) e fundador da Kruger Corp - empresa com presença no Equador, Colômbia, Argentina e Panamá -, que decidiu transformar os produtos desenvolvidos por sua empresa em softwares de código aberto.

Confira a entrevista concedida à nossa equipe:

Latinoware: Ernesto, o Equador tem uma história e uma vocação de luta pela liberdade muito especiais. De alguma maneira, você acredita que esta vocação tem algo a ver com a crescente adoção de software livre no seu país?

Ernesto Kruger: O Equador foi o primeiro país da América a dar seu grito de independência dos espanhóis, sua natureza sempre foi a da liberdade. Esta cultura de liberdade ajudou muito na adoção do software livre no País. E o impulso do governo, através do presidente, facilitou isto ainda mais. As empresas começaram a adaptar-se sem dar lugar a dúvidas, mais ainda quando seu maior comprador é o governo.

LW: Pode nos falar um pouco sobre a ASLE?

EK: Permita-me esclarecer um ponto. Sou o presidente da AESOFT, a Associação Equatoriana de Software, que tem 16 anos do mercado e muitos membros que usam e trabalham com software livre. Cooperamos com nossa associação-irmã, a ASLE (Associação de Software Livre do Equador) e procuramos o bem comum do software no Equador.

LW: Como empresário, tens que conviver com sistemas desenvolvidos em software proprietário. Nos conte um pouco sobre esta experiência.

EK: No meu caso, eu sempre havia trabalhado com software proprietário. Uma vez que somos desenvolvedores, começamos a trabalhar com IDEs de software aberto, como Eclipse, e também com linguagens de código aberto com um êxito notável. Isto nos permitiu explorar cada vez mais nossos produtos com estas ferramentas. Assim, por exemplo, tínhamos um software que é uma plataforma para a Internet que comercializávamos em um modelo de licenças, mas em função de nosso apoio ao setor de software livre decidimos liberá-la desta forma, tornando-a a primeira plataforma web em software livre desenvolvida no Equador.

LW: Na Latinoware você vai lançar esta plataforma livre, chamada Jarimba. Pode nos adiantar um pouco da sua apresentação?

EK: Sem dúvida. O fórum me parece muito interessante e faremos, com muito prazer, este lançamento na Latinoware. A nossa apresentação reflete a nossa experiência de migrar de um modelo proprietário para um modelo aberto, ao liberar a plataforma Jarimba, Com isto, fazemos a plataforma crescer, ganhar mais vida. Esta é uma outra forma de ser solidário e, ao mesmo tempo, fazer negócios com nossa plataforma.

Você desenvolveu, ou conhece alguém que tenha desenvolvido, outros modelos de sucesso em negócios com Software Livre? A Latinoware quer conhecer e permitir a apresentação de mais modelos, como o de Ernesto, capazes de construir negócios de forma solidária, respeitando a liberdade do conhecimento. Se você tiver algum exemplo que gostaria ver exposto na Latinoware, mande um email para grade@latinoware.org

* fonte: Latinoware 2010



Software livres usados no governo do Chile serão apresentados na Latinoware 2010

31 de Agosto de 2010, 0:00, por Software Livre Brasil - 0sem comentários ainda

A edição deste ano da Latinoware vai contar com a participação do engenheiro civil e profissional do Centro de Excelência de Engenharia de Software da Universidad de la Frontera (CEISUFRO), do Chile, professor Víctor Aravena Díaz.

Sócio-diretor da empresa Tecnológica Lazos, pertencente a Universidad de La Frontera, e chefe de diversos projetos de software para o governo chileno como o sistema de informática médica; plataforma Web Governo Regional de município de Araucanía; projeto educativo, participativo e inovação educativa desenvolvido em diversas cidades; entre outros, Víctor estará na Latinoware para apresentar o painel “Projetos do Governo do Chile desenvolvidos com tecnologia de software livre”. Confira abaixo, a entrevista concedida à Latinoware.

Latinoware: Víctor, podemos observar que há uma tendência de apoio a adoção de software livres pelos governos da América Latina. O senhor acredita que há uma relação direta entre o apoio dos governos e a geração de emprego e renda? Isto acontece no Chile?

Víctor: Atualmente existe um estudo de estratégia digital sobre o uso de software livre no Estado (FLOSS) e analisa a realidade dos países latinoamericano [veja mais aqui!]. O estudo promove o uso do conceito “imparcialidade tecnológica” e não do “neutralidade tecnológica”, cujo fim é incentivar que as soluções de código aberto possam competir com as mesma condições com as soluções proprietárias. Também favorece a utilização em projetos que demandam uma solução de software sob medida para os sistemas de cada órgão público.

Atualmente, o Governo está promovendo a indústria de tecnologia e o desenvolvimento da inovação, está consciente do papel do software opensource e sua influência na inovação e para impulsionar a geração de conhecimento estratégico do capital humano tecnológico avançada, a  adoção de normas internacionais e desenvolvimento da biotecnologia. Inicialmente, o esforço é para promover o uso do software opensource na administração pública.

Acho que faltam iniciativas mais avançadas que definam um marco regulatório como o Brasil fez, tendo uma secretaria nacional sobre o assunto. Eu também acredito que faltam iniciativas concretas e estudos de avaliação econômica e quantas empresas apostam neste modelo de negócio. Infelizmente, sua utilização ainda é baixa por parte do governo e no setor privado. Suas principais questões são o suporte, manutenção e custos de treinamento e formação. Pessoalmente, acho que a questão do licenciamento e a propriedade intelectual é uma questão cultural pendente no Chile.

No nosso caso, somos uma empresa regional de desenvolvimento de software pertencentes a Universidad de la Frontera. Nós apostamos na tecnologia opensource como modelo de negócios e no nível de formação do capital humano, para formar futuros profissionais que ingressam na instituição.

Esse modelo de negócio nos permite competir em preço, qualidade de produtos e níveis de serviços. Nossas soluções são fáceis de implementar, operar, manter e apoiar as operações de alta demanda. Para nós, usar a tecnologia de código aberto nos permite competir com um modelo de negócio de software como um serviço personalizado e de baixo custo.

Ao nível da formação, isso nos permite ensinar o uso de software usando elevados padrões de desenvolvimento, arquitetura, estrutura e CMSs, onde os alunos se envolvem e contribuem com a comunidade, gerando redes de aprendizagem e uma série de melhores práticas e competências. Promover o surgimento de empresas de software estimula a competição de um ambiente de livre concorrência e expansão fácil, permitindo a geração de empreendedorismo.

Latinoware: Um dos projetos que o senhor participa tem a ver com a medida da qualidade da educação no Chile. E sobre a adoção de software livre para a educação no Chile, o que você pode dizer?

Víctor: Existem iniciativas que promovem a utilização de soluções educacionais para tecnologia opensource. Entre os projetos apresentados estão o Edulinux,apoiar a análise de software educativo conforme a plataforma e o desenvolvimento de unidades de aprendizagem.

Projeto de maior destaque que eu conheço é o Edulinux, uma distribuição de Linux que fornece solução cliente-servidor para os laboratórios. Seu foco era capacitar um super computador (servidor) e que computadores prestes a encerrar seu ciclo de vida pudessem tirar vantagens das aplicações em execução no servidor central.

Outro projeto importante, o Municipio, Participación e Innovación Educativa, criou uma plataforma web 2.0 com um sistema de aprendizagem em 64 lojas e escolas municipais nas cidades de Temuco, Villarica, Imperial, Lautaro e Chol-Chol. A incorporação da tecnologia na educação é coordenada pelo projeto Enlaces, do Ministério da Educação que, juntamente com o Instituto de Informática da Educação realizaram importantes trabalhos nesta área. De qualquer forma, eu acho que são projetos isolados e faltam atividades contínuas para estabelecer uma metodologia para incorporar soluções opensource (Floss) à vida cotidiana.

Latinoware: Essa é sua primeira participação na Latinoware, quais são suas expectativas? O que o público pode esperar do seu papel?

Víctor: Gostaria que o público possa conhecer nossa experiência em uso da tecnologia de código aberto para soluções de alta demanda que estamos realizando junto ao Governo, particularmente, as estratégias e os modelos de negócios. Minha expectativa é de ouvir sobre experiências semelhantes e ampliar minhas redes de negócios.

* fonte: Latinoware 2010



Google apresenta experimento de HTML5 com clipe musical

30 de Agosto de 2010, 0:00, por Software Livre Brasil - 0sem comentários ainda

O vídeo musical, também conhecido como videoclipe, nasceu para ser exibido na televisão. Já parou para pensar se ele poderia ser de alguma maneira diferente se tivesse sido concebido para os dias atuais e novas formas de apresentação de mídia que a internet nos proporciona?

O diretor Chris Milk, a banda canadense Arcade Fire e a empresa Google fizeram esse exercício de imaginação, e o resultado é o que eles definiram como “uma experiência musical feita especificamente para o navegador”.

Chamado The Wilderness Downtown (algo como “a selva no meio da cidade”), este projeto apresenta um clipe da música We Used To Wait (do Arcade Fire, obviamente) mas em uma abordagem diferente do tradicional, utilizando-se do navegador e de muito HTML5 (nenhuma gota de Flash aqui) para mostrar vídeos e animações em várias janelas que surgem em sua tela, com elementos que interagem entre uma janela e outra.

Há até uma certa interação com o usuário. Antes de começar o site pede para que você escreva o nome da rua em que cresceu. Se você deu a sorte de ter crescido em uma rua que hoje é coberta pelo Google Maps e pelo Google Street View, então a verá aparecendo como parte do clipe, com elementos engenhosos como sombras de pássaro sobrevoando a sua rua e outras coisas mais que, sinceramente, é bem melhor que você assista por si mesmo do que ficar lendo uma descrição em palavras.

Então clique neste link para assistir. Você precisa estar usando um navegador plenamente compatível com os mais recentes padrões do HTML5 (como Chrome ou Safari) e, de preferência, fechar abas e programas desnecessários — o vídeo exige bastante de seu computador.

Com informações: Google Blog e Chrome Experiments.

por Juarez Lencioni Maccarini



Mozilla lança navegador móvel para smartphones

30 de Agosto de 2010, 0:00, por Software Livre Brasil - 0sem comentários ainda

Fennec 2.0 integra e aumenta a performance da navegação através da separação da interface do usuário.

Mozilla lançou hoje uma versão alpha do seu navegador móvel para smartphones que possuem o sistema operacional Android, do Google.

Intitulado de Fennec 2.0, a versão foi construída no motor Gecko e possui mesmos poderes que a sincronização do Firefox 4. “De diferente, integra e aumenta a performance através da separação da interface do usuário e os processos de transformação”, disse Stuart Parmenter, a equipe móvel da Mozilla, responsável técnico.

De acordo com o executivo, esta versão inclui eletrólise, que permite a interface do navegador para executar em um processo separado do processamento de conteúdo da Web.

"Ao fazer isso, o Fennec é capaz de reagir mais rapidamente à entrada do usuário, enquanto as páginas estão carregando ou o JavaScript da CPU esteja sendo executado", acrescentou.

O Fennec 2.0 pode ser instalado em muitos - mas não todos - os smartphones que executam o sistema operacional Android.

A Mozilla não se comprometeu oficialmente com uma versão beta ou data de lançamento do Fennec 2.0 para Android, mas uma reunião realizada na última quarta-feira (25) contemplou a idéia deste ter data em setembro.

Se os desenvolvedores do Mozilla atenderem esta data, a primeira versão será lançado ao final do mês. Os usuários de smartphones Android poderão baixar o Fennec 2.0 no site da empresa.

* fonte: iPNews



Déficit de mão-de-obra poderá chegar a 200 mil profissionais em 2013

26 de Agosto de 2010, 0:00, por Software Livre Brasil - 0sem comentários ainda

Um dos pontos mais críticos do segmento da Tecnologia da Informação é a carência de profissionais e o tema será debatido no Rio Info 2010, nas palestras voltadas para oportunidades de negócios. Hoje, o déficit de profissionais é de 71 mil profissionais. Para tentar entender o que acontece nessa área, a Softex prepara um estudo, a ser divulgado no final do ano, para saber as razões de num mercado com falta de especialistas, a evasão dos cursos especializados é tão elevada.

O tema é tão relevante que no documento - que será entregue aos candidatos à sucessão presidencial e estadual - e divulgado nesta quarta-feira, 25/08, pelas entidades setoriais de TI - Abes, Fenainfo, Assespro, Brasscom, Softex e Sucesu - a questão de formação de mão-de-obra é um dos cinco itens estruturados. Além dele, estão em pauta a desoneração trabalhista e a mudança no modelo das compras governamentais.

A indústria de software e serviços de TI - que em 2009, obteve uma receita de US$ 3 bilhões - projeta alcançar US$ 20 bilhões em 2020. Para isso, obervam as entidades, serão necessários 300 mil profissionais para atuar nesse modelo de vendas externas. Mais 450 mil profissionais seriam requisitados para o mercado interno, de acordo com as projeções das entidades setoriais.

"Queremos entender o porquê de tantos jovens entrarem nas faculdades voltadas para TI e não concluírem seus cursos, quando há mercado de trabalho. Temos que saber as razões dessa evasão - se é a má qualidade de ensino, do currículo, para reter esses jovens na área", disse Arnaldo Bacha, do Softex, ao explicar o levantamento que está em elaboração e será conhecido até dezembro.

Um dos grandes problemas para a formação de um profissional de TI é que ele precisa ter domínio dos fundamentos de matemática e lógica, além do conhecimento da língua inglesa.

:: fonte: Convergência Digital - Cobertura Ciab Febraban 2010
::
Da redação



Solução para e-mail e colaboração reduz custo de gestão de infraestrutura

25 de Agosto de 2010, 0:00, por Software Livre Brasil - 0sem comentários ainda

Zimbra Collaboration Suíte Appliance pode ser executada no centro de dados do cliente e fornece duas nuvens, uma pessoal e uma de equipamentos para usuário final.

A VMware e a Zimbra anunciaram recentemente o produto, fruto da parceria firmada em fevereiro deste ano, chamado Zimbra Collaboration Suíte Appliance. A solução para e-mail e colaboração de classe empresarial foi desenvolvida para funcionar na plataforma vSphere da VMware, ajudando a reduzir custo de gestão de infraestrutura.

De acordo com as empresas, os clientes têm a flexibilidade para executar Zimbra Appliance no seu próprio centro de dados, se este utilizar o aplicativo como um serviço. Além disso, a solução fornece uma nuvem pessoal e uma de equipamentos para o usuário final, administrador ou do datacenter.

O Zimbra Appliance permite a obtenção da virtualização de forma dinâmica: escalabilidade, disponibilidade, backup e recuperação de informações. A solução também dispõe de tecnologias integradas de segurança, incluindo um firewall, além de antivírus e antispam.

Com a adição da solução podemos oferecer opções adicionais de e-mail e colaboração para os nossos mais de 30.000 clientes que confiam em nós para os seus serviços de infra-estruturas críticas", disse Craig McLellan, principal chief technology officer (CTO) da Hosting.com.


* fonte: iPNews


Tags deste artigo: firefox