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Notícias da Comunidade Firefox Brasil

17 de Julho de 2009, 0:00 , por Software Livre Brasil - | Ninguém está seguindo este artigo ainda.

Firefox 4 chega ao mercado em versão beta

25 de Agosto de 2010, 0:00, por Software Livre Brasil - 0sem comentários ainda

Navegador vem com opção Sync, que permite sincronia dos dados entre dispositivos.

Mozilla anunciou nesta quarta-feira (25) o lançamento da quarta versão beta do seu navegador Firefox. O novo browser permite sincronia dos dados entre dispositivos graças ao Sync e ajudará a organizar as abas devido a uma nova função, chamada Panorama.

A empresa está convencida de que o Panorama será uma “revolução nas abas”, pois, segundo informações da mesma, quando estas foram desenvolvidas, os engenheiros perceberam que poderiam mudar a forma de navegação dos usuários.

Esta função permite administrar as abas de uma forma visual. Assim, com um simples clique, pode-se ver todas em uma mesma janela.

De acordo com a Mozilla, o Panorama permite um, controle total sobre as abas que poderão ser movidas por grupos ou somente sendo arrastadas. Além disso, a partir desta janela pode-se ver as abas como páginas em miniatura, o que facilita a localização das mesmas.

Assim mesmo, os grupos também podem ser movidos dentro do Panorama ou serem renomeados.

Sync

A sincronização com o Sync permite que dados como os marcadores, o histórico ou as senhas de um usuários estejam disponíveis em vários computadores e dispositivos móveis.

Segundo a Mozilla, este sistema “encripta todos os dados antes de mandá-los ao servidor através da rede”. Isto significa que os usuários “nunca terão sua privacidade comprometida” para utilizar o sistema.

Ao baixar o beta do Firefox 4, os usuários terão a opção de criar uma conta Sync para poder acessar este serviço.

Em junho, o Internet Explorer aumentou sua quota de mercado para 60,32%, o que representou um crescimento de 0,57 pontos em relação a maio. Por sua parte, Firefox caiu de 24,32% do mercado para 23,81%.

* fonte: iPNews


Gmail terá sistema de chamadas VoIP

25 de Agosto de 2010, 0:00, por Software Livre Brasil - 0sem comentários ainda

Google já trabalha no desenvolvimento do programa, que permitirá chamadas por IP entre dispositivos e para telefones convencionais. A empresa espera se tornar uma concorrente do Skype.

Google será uma empresa de UCC

O Google anunciou que está trabalhando em um sistema de conversação de voz sobre IP (VoIP) integrado ao e-mail. Este sistema funcionaria sem abrir nenhum programa e seria marcado diretamente a partir da mesma caixa de entrada. De acordo com a empresa, quando o projeto for finalizado, poderá se tornar mais um concorrente do Skype.

Diferente do esperado, a empresa não trabalhará com o Google Voice, e sim com o Gmail. Os usuários poderão realizar chamadas de voz para seus contatos ou a números de telefones fixos e móveis. De acordo com informações da Cnet, estas ligações serão gratuitas nos Estados Unidos e no Canadá, enquanto que, em conferências internacionais, o custo é mais barato do que o das operadoras tradicionais.

Ainda não há informações oficiais, mas peritos especulam que a empresa usa nesse projeto a tecnologia adquirida com a compra da Gizmo5 em 2009, a qual permite fazer chamadas a partir da web seguindo o mesmo modelo do Skype.

Esta seria a diferença fundamental com o outro serviço de chamadas da empresa, o Google Voice. O resto, como a interface do usuário, a apresentação e os ícones são os mesmos em ambos serviços, o que abre a porta para mais especulações sobre uma possível integração de ambos em algum momento.

Entre a enorme variedade de serviços do Google, o Gmail foi um dos que passou mais tempo sem sofrer alterações ou evoluções. No entanto, em Mountain View, passaram a prestar atenção em um de seus velhos pilares, melhorando-o tanto por dentro como por fora. Primeiro foi a possibilidade de se conectar a várias contas ao mesmo tempo, depois foi a remodelação  e atualização da sessão de contatos; mais tarde foi a associação com o Google Docs e, por fim, o sistema de apagar os e-mails.

Todos estes pequenos detalhes vão reconstruindo o Gmail exatamente na era da integração entre serviços e plataformas, porque no Google é sabido que, somente por sua conta de e-mail e as opções de sincronização, muitos acabarão escolhendo o seu sistema operacional.

*Com informações de agências internacionais.

* fonte: iPNews


Nota: a Celepar já implementou VoIP no Expresso Livre (Webmail)



Paraná Wireless: cidades digitais, software livre e inclusão

19 de Agosto de 2010, 0:00, por Software Livre Brasil - 0sem comentários ainda

Ontem estive no Paraná Wireless 2010 – Cidades Digitais, no auditório da Celepar, em Curitiba. Infelizmente não consegui cobrir o evento pelo Twitter, pois o celular mal pegava dentro do auditório. Até para entrar ao vivo na rádio CBN foi um sufoco. Mas conforme prometi, gostaria de compartilhar com vocês algumas informações interessantes sobre inclusão digital, software livre e PNBL.

Uma descoberta interessantíssima foi o Expresso, uma espécie de “Outlook livre” que muitos órgãos de gestão pública utilizam. Eu já tinha ouvido falar, mas achava que era algo que estava mais próximo do Thunderbird. Na verdade, é bem mais que isso. Representantes do Serpro e da Celepar, que palestraram, mostraram como funciona e como é usado por eles.

O Expresso tem agenda, contatos, tarefas, email (com push) etc. É totalmente online, e funciona inclusive via celular, através de uma interface limpa, o Expresso-mini. O Expresso tem ainda mensageiro instantâneo e até VoiP incorporado — o pessoal do Celepar usa uma funcionalidade onde, ao clicar na foto de um contato, ele imediatamente telefona para a pessoa. A comunidade Expresso Livre está aprimorando constantemente a solução. No momento, estão se dedicando ao Expresso em nuvem e no desenvolvimento de uma interface para cegos.

Quero deixar bem claro aqui que defendo a liberdade de escolha no que tange a sistemas operacionais e software. Não importa se gratuitas ou pagas. Contudo, no setor público, considero obrigatória a adoção de ferramentas livres. Não só para poupar o dinheiro do contribuite, mas porque esses setores tem condições de criar comunidades e aprimorar as soluções, beneficiando indiretamente uma grande quantidade de brasileiros.

Fiquei muito satisfeita em ver como o Paraná está adiantado na questão da inclusão digital e do software livre no setor público. A Copel e a Celepar estão num esforço conjunto de promover a expansão da banda larga no interior. Uma das iniciativas mais interessantes é a dos Telecentros. O estado cria espaços acessíveis (inclusive para cadeirantes e indígenas) onde a população tem acesso à rede gratuitamente. A prefeitura indica uma pessoa para ser monitor, e ela é treinada em Linux, Firefox e BrOffice. Sim, todas as máquinas são equipadas apenas com soluções livres. A prioridade está nos municípios de baixo IDH, onde a necessidade da inclusão digital é mais urgente. As pessoas passam não só a ter mais acesso à informação e ao conhecimentos, mas a exercer sua cidadania, acessando sites de serviços públicos para tirar 2a via de documentos, fazer currículos, pleitear empregos etc, tudo com a devida orientação. O projeto biblioteca cidadã é uma iniciativa parceira, objetivando incentivar a leitura nas regiões mais carentes do estado. Sugiro que visitem o site http://www.telecentros.pr.gov.br para conhecer todo o projeto com detalhes. Lá também tem informações sobre o treinamento de monitores e apostilas ensinando o uso básico de softwares livres como Ubuntu, BrOffice, etc.

Há muito mais e ser dito sobre cidades digitais, mas aqui por escrito não tem a menor graça… Estou preparando um Podsemfio só com cases interessantes, aguardem. E, se alguém do Serpro ou da Celepar estiver lendo esse post, escreva-me para gravarmos o podcast juntos!

P.S.: Quer saber o ranking das cidades brasileiras mais conectadas na América Latina? Veja aqui.

* fonte: Garota Sem Fio

* Twitter: @garotasemfio



Brasil tem estoque de endereços IPv.4 até 2013

18 de Agosto de 2010, 0:00, por Software Livre Brasil - 0sem comentários ainda

http://convergenciadigital.uol.com.br/media/internet2.jpgSe mundialmente o prazo para os endereços IPs da Internet se esgotarem é o primeiro semestre de 2011, aqui, há uma margem para garantir a distribuição de IPv.4 até 2013. Mas o diretor executivo do Comitê Gestor da Internet no Brasil, Harmut Glaser, adverte: "Não há mais como postergar a migração. O momento é de se preparar para evitar problemas, mas não temo um 'apagão' de endereços no país", frisou.

No Censo Web do Brasil, que nesta primeira fase, analisou os domínios .gov.br, constatou-se que nenhum site governamental está adequado para o IPv.6. Questionado se há, de fato, razão para se preocupar com a migração de endereços IP - chamados 'coração da rede mundial' - Glaser disse que é hora para não mais postergar, mesmo admitindo que é necessário investir.

"Não estou dizendo que o IPv.4 vai morrer. Não vai. Mas os 4 bilhões de endereços do IPv.4 vão acabar. É uma questão finita. Ele vai sobreviver, mas é preciso que empresas se preocupem em ter equipamentos que 'enxerguem' os dois protocolos porque há risco de muitos não enxergarem os sites. Fato é que acabou o tempo de esperar. É hora de agir", sustenta.

Em relação ao Censo Web, divulgado nesta terça-feira, 17/08, com uma análise dos domínios .gov.br, onde se constatou que nenhum site governamental está preparado para o IPv.6, Glaser disse que é hora de os gestores públicos pensarem na questão com mais apuro.

No entanto, o diretor do CGI.br observou que já há uma preocupação do governo para a migração, nas regras de contratação de equipamentos, onde se impõe que novas contratações e atualizações de redes devem prever suporte à coexistência dos protocolos IPv.4 e IPv. 6.

No Brasil, apura ainda o Censo Web, apenas quatro endereços responderam ao endereço IPv.6: O do Google, o da ITU (União Internacional de Telecomunicações), o do lacnic (registro de endereços Internet para América Latina e Caribe) e o portal Terra.

por Ana Paula Lobo
* fonte: Convergência Digital



Censo da Web: Software livre está presente em 62% dos sites governamentais

18 de Agosto de 2010, 0:00, por Software Livre Brasil - 0sem comentários ainda

http://convergenciadigital.uol.com.br/media/soft_livre_br.jpgA adoção da política de software aberto deu frutos no governo brasileiro, de acordo com os dados do censo da Web, divulgados pelo CGI.br, no domínio .gov.br. A grande maioria dos sites governamentais adota o apache, de código aberto. O software da Microsoft é utilizado em 32%. O Open Source tem forte presença na região sul. Na região centro-oeste há um empate técnico entre o software livre e a tecnologia da Microsoft.

Na região Nordeste, por exemplo, 51% dos sites governamentais usam software livre e 39%, tecnologia da Microsoft. Na Região Norte, esse índice fica em 58% para o Open Source e 30% para a MS, no Sudeste, a diferença é 50% para o software livre e 44% para a tecnologia Microsoft.

Na parte de tecnologia utilizada para disponibilização de dados, o PDF é o mais usuado com 80%. O formato doc, da Microsoft, responde por 13%. O OTT que é padronizado é usado por 2%.

"Esse resultado nos surpreende porque o padrão é sempre a melhor forma de conseguir interoperabilidade, mas não temos como avaliar nesse primeiro retrato. É perigoso fazer uma análise", diz Wagner Diniz, gerente do escritório W3C do Brasil.

Num ranking nacional, os órgãos públicos do Paraná são os que mais utilizam a internet para se comunicar com o cidadão. O censo Web diz que 17% dos sites de governo do Paraná possuem o domínio pr.gov.br. O número é superior ao apresentado por São Paulo e pelo governo federal, ambos com 14% de participação.

"Verificamos que um dos pontos que contribuíram para o grande volume de sites no Paraná é o fato de que todas as escolas públicas do estado têm sua própria página na internet", afirma Diniz. No que diz respeito à quantidade de informações disponíveis, entretanto, o governo federal responde pela maior fatia (26%), seguido por São Paulo (12%) e pelo Paraná (7%).

"Temos números sobre a quantidade de sites e de dados disponíveis, mas não podemos avaliar a qualidade das informações apresentadas", pondera Diniz. O censo Web identificou 11.856 sites governamentais de livre acesso no país, que respondem por menos de 1% do total de sites com domínio .br.

O estudo ainda mostra que 57% dos sites do governo pertencem às regiões Sul e Sudeste, que abrigam 40% das informações disponíveis aos cidadãos. Quase todas as páginas são apresentadas apenas em português. Apenas 3% das páginas pesquisadas trazem informações em outro idioma - inglês, francês ou espanhol.

por Ana Paula Lobo
* fonte: Convergência Digital



Web governamental: 98% dos sites não adotam padrões de acessibilidade

18 de Agosto de 2010, 0:00, por Software Livre Brasil - 0sem comentários ainda

http://convergenciadigital.uol.com.br/media/egov2.jpgO Censo da Web, estudo pioneiro no mundo, realizado pelo Comitê Gestor da Internet, avaliou, numa primeira fase, o domínio .gov.br. Entre as constatações apuradas no levantamento está o fato de - apesar de existir uma norma criada pelo Governo Federal para a área de acessibilidade - apenas 2% dos sites pesquisados sob o domínio .gov.br - 18.796 - apresentavam algum tipo de conformidade.

Os dados do levantamento foram revelados nesta terça-feira, 17/08, na capital paulista, pelo Comitê Gestor da Internet Brasil. Segundo dados do Registro.br, o mês de julho contabilizou 2,17 milhões de nomes de domínios registrados sob a terminação .br. Para o Censo da Web, como foi batizada a iniciativa, a web governamental foi a primeira a ser analisada separadamente.

"Como esse projeto foi um pedido do próprio governo, por meio da Secretaria de Logística e TI, que queria uma análise dos sites governamentais, começamos a trabalhar por esse segmento", revelou Hartmut Glaser, diretor executivo do CGI.br.

O estudo constatou dados relevantes: os sites do governo não adotam a acessibilidade, mesmo existindo uma regra criada pelo próprio governo - o e-MAG (Modelo de Acessibilidade de Governo Eletrônico Federal). Os números falam por si - apenas 2% tem alguma conformidade.

"No momento em que se fala em inclusão digital, não ter acessibilidade deixa um contingente de aproximadamente 30 milhões de brasileiros sem acesso aos serviços do governo. É um problema para ser contornado quando se fala em universalização da Internet. O padrão favorece, entre outras coisas, economia de banda, fator relevante no uso do e-gov, e ganho de performance, com os serviços disponibilizados sendo utilizados", afirmou Wagner Diniz, gerente do escritório do W3C do Brasil.

O levantamento apurou ainda que das 6,3 milhões de páginas HTML coletadas, cerca de 91% apresentavam mais de uma incorreção de aderência aos padrões HTML do W3C e/ou as regras do próprio e-MAG. Apenas 5% das páginas estavam alinhadas ao padrão. Outro dado significativo é o tempo de resposta dos servidores localizados no Brasil.

Dos servidores estudados pelo Censo do Comitê Gestor, 32% respondem entre 11 a 50 milissegundos; 18% de 51 a 100 ms; 17% de 101 a 200 ms e 25% acima de 200 ms. Apenas 9% respondem até 10 ms. "Há fatores que podem levar a esse tempo de resposta, entre eles, o servidor estar já defasado para as aplicações instaladas e também a própria infraestrutura da internet brasileira, onde há toda a questão de interligação da rede. Temos dados que saem de São Paulo, vão ao exterior e voltam para Brasília. Esse é um ponto que precisa ser analisado com mais atenção", observa Antônio Moreiras,gerente do Ceptro.br ( Coordenação técnica e operação da ferramenta).

Milton Kashiwakura, Diretor de Projetos do NIC.br, completou: "o Google é um bom exemplo de como o tempo de resposta de servidor é relevante. Eles resolveram colocar seus servidores no Brasil para reduzir o tempo de acesso. Eles precisam ter acesso muito rápido", observou. O tempo de resposta dos servidores .gov.br, com IP localizado no exterior, é ainda maior.

Apenas 1% respondem entre 0 a 100 milissegundos; 48% respondem de 101 a 200 milessegundos e 51% respondem com mais de 200 milissegundos. A melhor resposta para essa demora é a conexão Internet. Como esses servidores estão instalados fora do Brasil, o tráfego de dados passa por redes internacionais. "Pode parecer mais barato instalar um servidor fora do Brasil, mas há um custo alto de demanda e de comunicação", detalha Moreiras.

O levantamento constatou que 6% dos servidores do .gov.br estão localizados no exterior, a grande parte, 93%, está localizada no Brasil. A coleta de dados sobre os domínios do governo foi realizada em duas etapas: em outubro de 2009 e em fevereiro de 2010.

por Ana Paula Lobo
* fonte: Convergência Digital



CEO da Canonical debaterá serviços web durante a LinuxCon Brasil 2010

17 de Agosto de 2010, 0:00, por Software Livre Brasil - 0sem comentários ainda

http://convergenciadigital.uol.com.br/media/foto_jane-silber.jpgA Canonical, empresa por trás do desenvolvimento do sistema operacional Ubuntu, será uma das estrelas no próximo dia 1º de setembro da LinuxCon Brasil 2010 - principal conferência de Linux do mundo e que chega ao Brasil pela primeira vez este ano. Jane Silber, CEO da companhia, será uma das keynote speakers convidadas para o evento.

Em seu Keynote, intitulado “A Consumerização da TI e suas implicações para o mundo open source”, Jane irá abordar a crescente tendência do uso de serviços web – em especial os baseados em Cloud Computing – dentro das empresas. O keynote irá explorar os principais desafios que a comunidade open source enfrenta frente ao cenário da consumerização e suas implicações para os dispositivos baseados em Linux, sejam eles desktops, netbooks, tablets, smartphones e outros.

Jane Silber foi apontada CEO da Canonical em Janeiro de 2010. A executiva possui ampla experiência com o mercado da tecnologia, realizando pesquisas e gerenciando desenvolvimento de softwares diversos a mais de 20 anos. Antes de ingressar na Canonical, Jane foi vice-presidente da Interactive Television Company, além de ter trabalhado no Japão, chefiando pesquisas de inteligência artificial para a Teijin Ltd.

* Fonte: Assessoria de Imprensa da Canonical

* fonte: Convergência Digital



Redes sociais ajudam a melhorar o serviço público

16 de Agosto de 2010, 0:00, por Software Livre Brasil - 0sem comentários ainda

Proibidos em algumas empresas e órgãos públicos, sites de redes sociais começam a fazer parte da administração direta do Estado, em usos que vão além de divulgação e marketing de ações. Com funcionários responsáveis por monitorar Facebook, Twitter e Orkut, órgãos e empresas prestadoras de serviços públicos vêm conseguindo melhorar o atendimento ao cidadão.

Ao menos quatro instituições - Companhia do Metropolitano de São Paulo (Metrô), Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), Polícia Militar (PM) e Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) - destacaram profissionais que acumulam, entre outras funções, o monitoramento de redes sociais. A partir de janeiro de 2009 - quando São Paulo se tornou o primeiro Estado a regulamentar o uso das redes no governo -, as secretarias criaram perfis, principalmente no Twitter. A maioria, porém, para divulgação.

No caso do Metrô, o monitoramento é questão de segurança. No ano passado, a empresa incumbiu um funcionário de vasculhar as redes para, com as informações levantadas, definir ações. E o trabalho de Antônio Gonçalves de Oliveira, de 41 anos, já causa efeitos práticos.

Foi a partir de comentários em blogs e Twitter que Oliveira descobriu o planejamento do flash mob No Pants ("Sem Calças"), em maio de 2009. "Nunca havia ocorrido no Brasil. Houve discussão se poderia configurar atentado violento ao pudor", conta. "Pesquisei sobre o evento em outros países e vi que era pacífico. A partir daí, definimos uma tática." No fim, 500 pessoas participaram, acompanhadas por 16 agentes. Não houve ocorrências.

Na CPTM - que permite acesso às redes a todos os funcionários -, o efeito concreto mais emblemático do monitoramento foi a instalação, no início do mês, de um painel na estação Guaianases, na zona leste, a partir de reclamações no Orkut. "Sugeriram um painel que informasse quanto tempo falta para o próximo trem", disse o presidente da companhia, Sérgio Avelleda.

Para especialistas, as redes devem ser fontes de pesquisa para estratégias de governo. "Deve ser ligada à gestão, e não à comunicação", disse Fábio Cipriani, autor de livros sobre mídias sociais. "Captura de informação nas redes é comum na Europa, e a tendência é se fortalecer aqui."

* fonte: O Estado de S. Paulo



Paraná isenta de ICMS pequenos provedores e municípios para impulsionar disseminação da banda larga

16 de Agosto de 2010, 0:00, por Software Livre Brasil - 0sem comentários ainda

http://www.cidadao.pr.gov.br/themes/prgovbr/images/logoGoverno.jpgAcelerar a chegada de banda larga aos municípios paranaenses, utilizando fibras óticas da rede elétrica e oferecendo um preço mais baixo para acesso. É este o objetivo de um decreto assinado anteontem, 10 de agosto, pelo governador do Paraná, Orlando Pessuti, isentando de pagamento de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) os pequenos provedores de internet desde que estes ofereçam serviços de acesso à web a preços populares – R$ 15 por conexão de 256 Kbps e R$ 30 pela de 512 Kbps.

O decreto prevê que a internet deve ser comprada da Companhia Paranaense de Energia (Copel), que atualmente tem fibra ótica chegando a 227 dos 399 municípios paranaenses, e faz parte de um acordo costurado pelo governo estadual e pela Copel para disseminação da banda larga no Estado. Além de isentar de ICMS os pequenos provedores, o acordo prevê redução na margem de lucro da Copel quando a venda de acesso à internet for feita para pequenos provedores e prefeituras com projetos de Cidades Digitais. Nestes casos, o megabit por segundo será vendido por R$ 230.

O acordo entre o governo paranaense e a Copel vai, na prática, adiantar-se ao oferecimento de acesso que o próprio Plano Nacional de Banda Larga faria, tão logo a Telebrás, responsável por sua execução, esteja operante. Assim, não seria mais óbvio aguardar um pouco mais e deixar a Telebrás fazer o serviço? Para Carlos Eduardo Moscalewsky, diretor da Copel, a iniciativa se justifica.

"Demanda um investimento alto e um tempo longo até a Telebrás poder se tornar operacional, começar a oferecer serviços nessas cidades menores", acredita o executivo. "A verdade é que a Telebrás não está nas cidades em que estamos vendendo", continua. "É um programa interessante e socialmente justo. Resolvemos aproveitar a potencialidade", completa.

Segundo ele, a Copel hoje já concentra o oferecimento de internet no Paraná, tendo redes de alta capacidade chegando em 227 municípios, que representam 90% da população do Estado. Até o final do ano serão 240 municípios paranaenses e, em três anos, a Copel pretende chegar a todas as cidades do Estado.

De acordo com Moscalewsky, a cada cidade a que chega, a Copel cria um POP (ponto de presença) gigabit, ou seja, de capacidade de transmissão de pelo menos um gigabit por segundo, alta para os padrões praticados em cidades pequenas.

Ele garante que os municípios terão direito de comprar internet mais barata da companhia, bastando para isso comprovar que tem ou está implementando um programa de Cidade Digital, com telecentros, acesso internet nas escolas, etc. "O município precisa fornecer parte da internet para esses programas para poder usufruir da redução de preço que a Copel vai praticar", explica o diretor da empresa.

A municipalidade ou o pequeno provedor não precisará se preocupar com a chegada do sinal até si (a Copel entrega no provedor ou na prefeitura), tendo que cuidar apenas da última milha.

Além de satisfazer uma necessidade cada vez maior de internet e de conseguir atender ao pedido do governo estadual que procurou se antecipar ao governo federal, a Copel enxerga no projeto uma vantagem competitiva para a própria empresa. Com mais clientes, sejam provedores ou prefeituras, a Copel também comprará mais sinal de internet no atacado e, com isso, pode ter vantagens para negociar. "Na medida em que somos concentradores de rede cada vez maior, podemos ter melhores condições de compras e conectividade aos backbones internacionais", resume Moscalewsky.

* Veja aqui o Decreto 7.990/2010

Data: 12 de agosto de 2010
Autor: Maria Eduarda Mattar

Mais: Paraná é o estado com melhor estrutura para implantação da banda larga

Leia o Decreto 7.990/2010 Paraná

Mais ... BUL: A maior velocidade de Internet testada pela NTT, uma Banda Ultra Larga a 70 Terabits/segundo



BUL: A maior velocidade de Internet testada pela NTT, uma Banda Ultra Larga a 70 Terabits/segundo

13 de Agosto de 2010, 0:00, por Software Livre Brasil - 0sem comentários ainda

http://1.static.betazeta.com/www.fayerwayer.com.br/wp-content/uploads/2010/04/fiberoptical.jpgEngenheiros da companhia japonesa NTT lograram transmitir até 69,1 Terabits por segundo através de uma única fibra óptica de 240 km de longitude.

Os 70.000.000 Megabits por segundo foram transmitidos com a multiplexação de 432 sinais portadores, cada um usando uma longitude de onda de luz diferentes (entre os 1527 e os 1620 nm), de 171 Gigabit por segundo.

Isto é um novo recorde conseguido em uma única fibra óptica, recorde que estava em “apenas” 32 Terabits por segundo.

A empresa NTT Labs já tinha conseguido transmitir 13,5 Tbps em uma fibra de 7 km de longitude, agora já estão pensando em usar a tecnologia para ampliar as redes do país e conseguir uma estrutura mais rápida e econômica.

:: Gráficos e Diagramas:

:: fontes:

:: Site: www.ntt.co.jp

:: Nota:
BL - Banda Larga
BSL - Banda Super Larga
BHL - Banda Hiper Larga
BUL  - Banda Ultra Larga



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