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17 de Julho de 2009, 0:00 , por Software Livre Brasil - | Ninguém está seguindo este artigo ainda.

TDF oferece visualização de novos produtos e desenvolvimentos tecnológicos

15 de Novembro de 2010, 0:00, por Software Livre Brasil - 0sem comentários ainda

Próximo do lançamento da primeira versão estável do LibreOffice a The Document Foundation publicou o seguinte Comunicado de Imprensa, gentilmente traduzido e revisado pela equipe de tradução da comunidade BrOffice.org:

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"A Document Foundation trata de documentos e os softwares associados a isso são fundamentais para criar, trocar, modificar, compartilhar e imprimi-los", disse Thorsten Behrens, um desenvolvedor de software e membro do Comitê Gestor da TDF. "O LibreOffice 3.3 é o primeiro aperitivo da estratégia de longo prazo, mas a jornada apenas começou, e as enormes vantagens da nossa filosofia de acolhimento das ideias dos desenvolvedores, ainda não estão totalmente refletidas na próxima versão do software"

O LibreOffice 3.3 é baseado no OOo 3.3, com otimizações de código e muitos recursos novos, que oferecerão uma previsão da direção do desenvolvimento para 2011 em diante. Os fundadores da TDF preveem um futuro completamente diferente para o paradigma da suíte de escritório, cujo formato atual tem mais de 20 anos, para basear-se no documento (onde o software é uma camada para a criação ou para a apresentação dos conteúdos).

Os desenvolvedores da TDF estão trabalhando a todo vapor para melhorar a qualidade geral do código do OOo, o que é um bom ponto de partida, tornando a facilidade dos testes do código e a garantia da qualidade uma prioridade. Esta é uma área na qual os novos desenvolvedores e hackers de código, cujo número cresceu para mais de 90 em apenas um mês, são imprescindíveis para a maior parte dessa atividade. 
Além disso, cada módulo do LibreOffice será submetido a uma extensa reescrita, com o Calc sendo o primeiro a ser reconstruído em torno de um motor totalmente novo - apelidado de Ixion - que vai aumentar o desempenho, permitir uma verdadeira versatilidade e acrescentar os tão aguardados recursos de banco de dados e macros VBA. O Writer será melhorado na área da fidelidade do layout e o Impress na área da fidelidade dos software de apresentações. A maioria dos novos recursos serão destinados, tanto para manter a compatibilidade com a suíte de escritório líder de mercado, quanto para introduzir inovações radicais. Eles também melhorarão a fidelidade na conversão entre formatos, na liberação de conteúdos, e reduzirão a dependência do Java.

"A Document Foundation estará no centro do universo do Software Livre, onde os usuários querem construir um futuro diferente para suítes de escritório, trabalhando em conjunto com os desenvolvedores", disse Italo Vignoli, um imigrante digital, e o mais antigo membro do Comitê Gestor da TDF . "Os usuários lêem, escrevem, modificam e compartilham documentos e estão mais focados no conteúdo, não nos recursos do software. Após 20 anos de software orientado aos recursos, agora é o momento certo para trazer de volta o conteúdo para o centro da atenção do usuário".

fonte: http://www.documentfoundation.org/lists/announce/msg00016.html
tradução: Rui Ogawa
revisão: Paulo S. Lima e Rogério Luz



Desafios do BrOffice.org são debatidos em encontro na Latinoware 2010

15 de Novembro de 2010, 0:00, por Software Livre Brasil - 0sem comentários ainda

Ampliar o conhecimento e o uso do BrOffice.org e, consequentemente, disseminar a filosofia do software livre é um dos desafios debatidos na palestra “Encontro Nacional do BrOffice.org – Desafios e Oportunidades”, no Espaço Colômbia, da Latinoware 2010. Durante a discussão, foram abordadas desde políticas de uso de softwares livres em governos até formas de massificação da plataforma no país.

O analista de sistemas e co-lider nacional do Grupo de Usuários do Projeto BrOffice.Org, Carlos Eduardo Braguini, falou sobre a atenção que o programa tem despertado. “Nossos encontros têm crescido em participação. No último, realizado em abril, tivemos quase quatro mil inscritos. Desde o primeiro que fizemos viemos dobrando o número de participantes, até chegar nesse patamar”, comemora.

Para Braguini, ainda há uma restrição ao conceito de software livre por boa parte dos usuários de computadores. “Existem ‘ondas’, no que diz respeito ao software livre. Num primeiro momento, não houve preocupação em explicar esse conceito de open source para as pessoas. Essa ‘segunda onda’ tem um lado mais profissional, mais madura e tem mais condições de dar respostas mais ágeis para a sociedade”, analisa.

Mercado

Também analista de sistemas e um dos coordenadores do BrOffice.org, Claudio Ferreira Filho, expôs o que seriam contradições. “Se gasta muito dinheiro para montar uma estrutura, com um programa pago, quando essa verba deveria ser usada em outras áreas, usando-se um software gratuito”, disse Filho, que credita isso à “forte influência da empresa dominante do mercado de softwares no mundo”. Ainda assim, segundo ele, o Brasil é um caso de sucesso em relação à plataforma livre. “Cerca de 15 milhões de pessoas usam o BrOffice no país”, aponta.

Segundo Braguini, o processo de ampliação do uso de programas de código aberto está em andamento, na medida em que mais pessoas estão conhecendo suas funcionalidades. “Nos eventos que promovemos vem desenvolvedores do Brasil e de outros países para trocar experiências sobre o projeto, em torno de suas atividades”, disse. “Isso abre oportunidades para que os profissionais possam fazer seus trabalhos”, concluiu.

Fonte: Latinoware



Algumas razões para considerar o uso do BrOffice.org nas empresas

15 de Novembro de 2010, 0:00, por Software Livre Brasil - 0sem comentários ainda

Embora as argumentações feitas em matéria veiculada na IDG Now [1]sejam baseadas em resultados de empresas dos Estados Unidos, elas se encaixam perfeitamente para o Brasil. Primeiro, que no Brasil os órgãos governamentais também aumentaram bastante o uso de softwares open source, mas não necessariamente pelos mesmos motivos. Enquanto lá, uma crise financeira balançou a economia norte americana fazendo com que as empresas e governos optassem por fazer cortes em despesas afetando, principalmente o setor de TI, no Brasil, a ideia por trás da adoção de softwares livres é mais abrangente.

Estive no final do mês de outubro com a Gerente de TI do Fundo de Pensão, SERPROS, Mônica Lasneau, falando sobre migração, em andamento, para Ubuntu e BrOffice na empresa - há uma reportagem completa sobre o tema na edição 16 da Revista BrOffice.org[2]. O assunto como sempre enveredou para as resistências dos funcionários, para treinamento e recursos que sobram para atualizar hardware. Mas, de acordo com ela, não é só isso. Era preciso entender o que, afinal de contas, é Software Livre e Mônica define com precisão: “É uma questão de cidadania”. Ela conta que começou a entender isso a partir de sua participação no Fisl, precisamente, em palestra sobre Inclusão Digital em comunidades ribeirinhas do interior do estado do Amazonas. “Não será possível atingir todas as escolas do país, muito menos todas as comunidades carentes com o modelo de software proprietário”, conclui Mônica.

Falar em economia como argumento principal também já está saindo de moda, afinal se fosse só por isso, no caso dos USA, as empresas que adotaram SL em tempos de crise voltariam para o antigo modelo de negócios de softwares baseado em licenças caras. Sem contar o perverso ciclo de atualizações que faz com que o usuário final identifique bugs do programa, relate-os para as empresas, e depois pague a conta pelo novo pacote com remendos, forçado por incompatibilidades a versões anteriores. As empresas acabam sendo aprisionadas pelo modelo, sem se dar conta disso.

Quais são então os atrativos para o uso do Software Livre ou open source como o BrOffice? É gratuito, portanto não há despesas com licenças. É livre e de código aberto, então a empresa pode fazer modificações que atenda a demandas específicas sem custos adicionais. Tem suporte técnico de uma comunidade vibrante e ativa espalhada pelo mundo inteiro e aqui no Brasil o custo com treinamentos [3]é infinitamente menor. É compatível com os documentos produzidos pelo Office da Microsoft. Utiliza padrão aberto de documento, o que significa na prática, o não aprisionamento, à medida que esse tipo de documento pode ser editado por outros tantos softwares com suporte ao ODF.

Por Luiz Oliveira

Referências:
[1]
http://idgnow.uol.com.br/computacao_corporativa/2010/11/09/10-razoes-par...
[2] http://broffice.org/revista
[3] http://broffice.org/suporte



Latinoware 2010: Itaipu lança Centro de Excelência em Software Livre

15 de Novembro de 2010, 0:00, por Software Livre Brasil - 0sem comentários ainda

A Itaipu Binacional, em parceria com a Oscip BrOffice.org, implantou um Centro de Excelência em Software Livre (CESL) no Parque Tecnológico Itaipu (PTI). O anúncio da parceria foi feito na quarta-feira (10), durante a abertura da VII Conferência Latino Americana de Software Livre (Latinoware) pela Superintendente de Informática da Itaipu, Marli Portella.

A idéia do projeto é ter um núcleo de pesquisa, desenvolvimento e inovação visando dar suporte ao desenvolvimento do BrOffice.org, internacionalmente LibreOffice.

Esta parceria visa ampliar a posição do Brasil com relação ao efetivo desenvolvimento do software livre, migrando de uma posição de usuários para produtores de tecnologia. Também busca incentivar a sinergia com o desenvolvimento internacional ao mesmo tempo em que combate a evasão de divisas relacionadas ao pagamento de royalties.

Adicionalmente, a Itaipu também apoiará produtos reconhecidos pela comunidade e utilizados por ela, tais como o Expresso, implementações livres de bases de dados e distribuições Linux.

Desenvolvimento Regional

O núcleo de desenvolvimento do Centro de Excelência em Software Livre também irá promover o desenvolvimento regional na bacia do Paraná (BP3), conterá cinco empresas de software livre incubadas ou graduadas no PTI e 100 profissionais da região. Os envolvidos irão trabalhar com desenvolvimento, consultoria e serviços relacionados a software livre, gerando renda local de R$ 5 milhões até 2013.

Fonte: Latinoware



Latinoware 2010 está chegando!

5 de Novembro de 2010, 0:00, por Software Livre Brasil - 0sem comentários ainda

Está se aproximando a maior conferência latinoamerica de software livre do mundo, a realizar-se nos dias 10 a 12 de novembro de 2010, em Foz do Iguaçu.

Estarão participando as maiores autoridades de TI, em nível internacional e nacional.

 

"Grandes mudanças estão acontecendo na sociedade e nas organizações, sejam elas governamentais, não governamentais e privadas. A grande revolução do setor das comunicações e da tecnologia estão permeando todos os espaços provocando impactos na vida moderna.

A tecnologia da informação e comunicação é a causa que permite todas as outras transformações. A facilidade de utilização do computador e do software voltada para a relação homem/máquina nos traz novos desafios a cada momento. Na era das mídias sociais e da computação em nuvens a interação e o compartilhamento de informações que são alteradas instantaneamente formam a base desse relacionamento.

É neste contexto de contínua transformação que acontece mais uma edição da Conferência Latinoamericana de Software Livre, a Latinoware 2010. Um espaço já consagrado para a troca de experiências e para a análise de novas tendências. O fato de reunir pessoas de todos os lugares do Brasil e de várias partes do mundo para debates técnicos e estratégicos sobre o desenvolvimento e o uso do software livre é uma demonstração inequívoca da importância desse modelo de produção de programas de computador.

Um feliz encontro e que os resultados desta conferência nos auxiliem a construir um mundo com melhores oportunidades a nossa sociedade."

José Antonio de Castro
Diretor-Presidente da CELEPAR

“Em ano da primeira Copa do Mundo digitalizada, mídias sociais em alta, gadgets 3Ds e de última geração, a Latinoware será, mais uma vez, um celeiro de boas ideias e apresentação de ferramentas que visam facilitar as atividades cotidianas. Pelo sétimo ano consecutivo, Foz do Iguaçu será a capital do conhecimento no que diz respeito às ferramentas de desenvolvimento e disseminação do software livre.

A troca de experiências e impressões sobre projetos inovadores nesta área é um marco forte na realização da Latinoware. Consagrada como um evento multiplicador de boas ideias e políticas integradoras sobre o uso e a criação de programas de código aberto, a Conferência é o espaço ideal para estudantes, professores, pesquisadores e especialistas da região e de outras partes do mundo conhecerem, em primeira mão, as novidades do setor.

Em nome da Itaipu Binacional, do Parque Tecnológico Itaipu, da Companhia de Informática do Paraná (Celepar) e do Serviço Federal de Processamento de Dados (SERPRO), desejo que todos os participantes desfrutem e aproveitem ao máximo a Latinoware 2010, que já é um dos mais importantes eventos do setor na América Latina”.


Marli Portella
Superintendente de Informática
Itaipu Binacional


“O Parque Tecnológico Itaipu (PTI) virou referência nos debates sobre software livre na região e é com muita satisfação que sediamos mais uma edição da Latinoware. Somos usuários, multiplicadores e apoiadores dessas ferramentas que facilitam as atividades corporativas e individuais.


Tendo em sua missão a articulação e o fomento de ações voltadas ao desenvolvimento econômico, científico e tecnológico, o PTI apoia iniciativas para a disseminação do software livre e a criação de micro e pequenas empresas na área, pois acredita no desenvolvimento sustentável dos países latino-americanos.


A Latinoware, além de apresentar novidades do setor, tem como objetivo a integração cultural, econômica e tecnológica da América Latina, pois visa ampliar os debates relacionados à tecnologia da informação e comunicação, novas mídias e multiplicação do acesso às ferramentas de código aberto. Além disso, essas ferramentas devem ser vistas como geradoras de emprego, de oportunidades de negócios e de facilitação da inclusão digital como bandeira para a multiplicação do conhecimento".


Juan Carlos Sotuyo
Diretor-Superintendente
Fundação Parque Tecnológico Itaipu – Brasil

"Com o advento da Internet e das sociedades em rede, as relações humanas sofreram intensas transformações nos últimos anos. Esse contexto trouxe múltiplos desafios à Administração Pública. Alguns são aparentemente contraditórios. Por um lado, existem as demandas relacionadas ao crescente nível de exigência de qualidade dos cidadãos e das empresas. Por outro lado, existem as demandas relacionadas ao controle da despesa pública: maior eficiência nos gastos e transparência.

Para que o Governo Federal atinja esses objetivos de maneira rápida e sólida, o Serviço Federal de Processamento de Dados – Serpro acredita na adoção de padrões interoperáveis e livres que permitam o desenvolvimento compartilhado e transparente dos sistemas estruturadores brasileiros. Com isso, eventos que reúne a comunidade de Software Livre, como a Latinoware, são muito importantes para estimular a troca de conhecimento e a discussão do uso da plataforma aberta como agente da democracia brasileira.

Bom evento a todos!"

Marcos Mazoni
Diretor-presidente
Serviço Federal de Processamento de Dados - Serpro

* fonte: www.latinoware.org



Latinoware: Crie seu próprio Orkut ou Facebook

3 de Novembro de 2010, 0:00, por Software Livre Brasil - 0sem comentários ainda

O mundo conectado organiza-se em comunidades virtuais de interesses múltiplos em redes como o Orkut, o Facebook e outras. Mas há inúmeros casos onde pode ser necessário criar uma comunidade virtual segmentada, dentro de organizações ou instituições, ou mesmo criar uma rede social totalmente livre e independente de qualquer fornecedor ou tecnologia. Esta é uma das possibilidades do ambiente OpenACS que terá um minicurso dedicado a ele na Latinoware. Eduardo Santos, do Ministério do Planejamento brasileiro, é o instrutor deste minicurso e nosso entrevistado.

Latinoware: Eduardo, parece que os brasileiros têm uma qualidade especial para a organização em redes sociais. Orkut, Facebook, Twitter e outros são um sucesso absoluto em nosso país. O OpenACS é, dentre outras coisas, um sistema que permite a construção de uma arquitetura aberta de comunidades. Quem usa o OpenACS hoje, para quais finalidades, e como ele se integra às demais redes sociais?

Eduardo: O OpenACS é uma ferramenta que tem em sua essência a organização de comunidades ou redes sociais. A diferença normalmente está no foco: enquanto redes sociais de maneira geral trabalham coma interconexão entre as pessoas, as comunidades virtuais tratam especificamente da organização do conhecimento gerado em rede. Por esse motivo, a maior utilização do OpenACS no Brasil é para a criação de comunidades de prática voltadas para a gestão do conhecimento.

No caso do Portal do Software Público Brasileiro, o objeto agregador de conhecimento é o software, identificado através das comunidades. Com as possibilidades tecnológicas da ferramenta, todo o conhecimento gerado pelo usuário retorna para ele como riqueza, pois é possível mapear todas as suas contribuições em todos os pontos do Portal. Trata-se de uma expressão clara da economia dos bens intangíveis, pois pode chegar um ponto em que um determinado usuário contribui tanto com tantos softwares que o seu perfil não possa ser precificado.

Ao redor do mundo existem dois tipos de uso mais comuns: como comunidades de prática pra gestão do conhecimento, como fazemos no Brasil, e para educação à distância através da ferramenta dotLRN. Entre os principais usuários podemos citar o Massachussets General Hospital (MGH) de Boston nos EUA, a Universidade de Viena na Áustria (WU-Wien) e a escola de administração Sloan de Harvard.

Latinoware: O OpenACS é um projeto que está no portal Software Público Brasileiro. O que significa para um projeto estar neste portal?

Eduardo: Estar nesse portal significa que existe um espaço virtual onde todo o mundo ao redor do software pode ser discutido. É um ponto de encontro para prestadores de serviço, desenvolvedores e usuários, que trabalham pela disseminação e evolução da ferramenta em caráter nacional. É importante lembrar que a comunidade brasileira é reconhecida pela comunidade internacional. Fomos visitados por dois membros do OCT (OpenACS Core Team) ano passado, e eles se impressionaram com tudo o que havíamos feito por aqui. O Brasil está claramente à frente no desenvolvimento de novas funcionalidades.

Latinoware: É preciso ser programador para contribuir para o projeto? Como as pessoas podem participar do projeto OpenACS?

Eduardo: Não é preciso ser programador para participar. Na comunidade existem dois tipos de membros: os técnicos e os voluntários. Os técnicos trabalham para a evolução da plataforma, enquanto os voluntários podem exercer várias atividades, desde tradução e escrita de documentação até a simples divulgação. Afinal, trabalhar pelo crescimento também é importante.

Saiba mais sobre o minicurso, que acontece no dia 10 de novembro, das 10 às 13 horas, na Latinoware:

Nome: Fundamentos de desenvolvimento e criação de comunidades virtuais com o framework OpenACS

O Sistema de Arquitetura de Comunidades Aberto (OpenACS) é um framework de desenvolvimento Web para construir aplicações que suportam comunidades virtuais. O OpenACS fornece uma infra-estrutura robusta, construída em cima dos seguintes componentes padrão: a linguagem de programação Tcl, um banco de dados PostgreSQL ou Oracle para armazenar os dados da aplicação, o servidor AOLServer para o serviço HTTP e sistemas operacionais *nix, Windows, Solaris e outros. Como outros frameworks modernos, o OpenACS dá suporte a:

  • Sistema de template para separar a lógica da apresentação;

  • Internacionalização para apresentar a interface de acordo com a linguagem do usuário;

  • Um sistema de pacotes modular para criar aplicações dependentes;

  • Um sistema de papéis e permissões;

  • Um repositório de conteúdo (content repository) para armazenar todos os tipos de conteúdo e manter um histórico de versões.

Ao final do minicurso, o aluno será capaz de:

  • Criar páginas dinâmicas no modelo OpenACS

  • Criar formulários Web

  • Criar uma lista de conteúdos inseridos

Veja o blog do Eduardo em: eduardosan.wordpress.com

ou siga ele no twitter: twitter.com/eduardosan

* fonte: www.latinoware.org



Minicursos Latinoware - Uma oportunidade diferenciada de capacitação

3 de Novembro de 2010, 0:00, por Software Livre Brasil - 0sem comentários ainda

Latinoware_2010Não importa o quanto você já conheça ou não de software livre, a Latinoware deste ano tem uma variedade de minicursos para todos. Se você está aventurando-se pela primeira vez no vasto oceano do software livre, participe do Linux de A a Z, um minicurso de dia inteiro, repetido durante todos os dias da Latinoware, onde você aprenderá desde a instalação de um sistema Linux até o uso de seus principais aplicativos de escritório, gráficos e multimídia.

Você quer criar uma comunidade virtual para a sua empresa, para os fãs de sua banda, para a sua família? Então participe do minicurso sobre a ferramenta OpenACS. Seu interesse é usar um mapa na web para visualizar um cadastro de informações dos mais variados tipos? Tem minicurso para você também!

Outras ofertas de minicursos incluem a monitoração de redes e servidores, a programação dentro do ambiente BrOffice, a edição de áudio, a substituição de ferramentas de correio eletrônico e agenda por opções em software livre, o desenvolvimento de extensões para o navegador Firefox, desenvolvimento ágil com a linguagem Python, desenvolvimento de aplicativos para celulares e outros dispositivos móveis, e até o uso da novíssima linguagem para a web HTML 5 e a recuperação de informações mesmo quando o seu sistema já não dá mais sinal de vida.

As inscrições para os minicursos serão feitas durante o evento, com o investimento de R$ 15,00, para os minicursos de meio período, e R$ 25,00 para os minicursos de período integral. Como os laboratórios têm espaço físico limitado, e a preocupação maior é manter a qualidade do curso, o número de vagas nas oficinas e minicursos será limitado.

Clique aqui para ver a programação da Latinoware 2010

* fonte: www.latinoware.org



I Encontro de Software Livre na Educação em João Pessoa

2 de Novembro de 2010, 0:00, por Software Livre Brasil - 0sem comentários ainda

Pela primeira vez, o SBIE - Simpósio Brasileiro de Informática na Educação,- em sua 21ª edição, abre um espaço de destaque para o Software Livre e realiza um workshop chamado "I ESLE - Encontro de Software Livre na Educação", evento que acontecerá integrado ao SBIE. Este destaque objetiva aproximar mais fortemente duas comunidades muito importantes e que ainda estão distantes: a comunidade acadêmica e a comunidade de software livre além de promover o desenvolvimento e uso de software livre na e para a educação.

A intenção é envolver as comunidades que giram em torno de:
Distribuições específicas para educação
* Softwares voltados para o ensino de disciplinas específicas, o apoio pedagógico, o gerenciamento de instituições educacionais, as metodologias de ensino, a acessibilidade e tecnologias assistivas
* Experiências de utilização desses softwares
* Promover discussões sobre políticas de incentivo ao desenvolvimento e uso de software livre na educação
* Os interessados em apresentar trabalhos poderão submeter suas propostas até o dia 11/10/2010, através do site https://submissoes.sbc.org.br/sbie2010, no qual deverão preencher um cadastro simples e rápido no JEMS e escolher o workshop I ESLE.

A divulgação dos trabalhos aceitos ocorrerá no dia 20/11/2010 no site do evento.

Serviço:
I ESLE - I Encontro Software Livre na Educação
Hotel Tambaú, em João Pessoa/PB
Entre os dias 23 e 25, das 8h às 18h30

O evento é promovido pela UFPB (Universidade Federal da Paraíba), UFPE (Universidade Federal de Pernambuco), SBC (Sociedade Brasileira da Computação) e EMPREL (Empresa Municipal de Informática).

fonte: http://esle.recife.pe.gov.br/

* fonte: BrOffice.org



CoGrOO Comunidade em fase de avaliação

2 de Novembro de 2010, 0:00, por Software Livre Brasil - 0sem comentários ainda

CoGrOO Comunidade será um portal colaborativo para o desenvolvimento do CoGrOO, o corretor gramatical do BrOffice. Este projeto foi inspirado no Dicollecte, que tem propósito semelhante, mas voltado ao verificador ortográfico.

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foto: Furusho e Willian Colen

A ideia é que, no futuro, todo usuário vai poder usar ferramentas online para desenvolver novas regras e complementar o dicionário do CoGrOO, posteriormente colocando essas contribuições sob avaliação da comunidade, e caso seja positiva, a contribuição passará a fazer parte do CoGrOO.

Segundo, William Colen, "hoje temos prontas (ou quase prontas) as seguintes funcionalidades:

* Testar o corretor gramatical, verificando as análises geradas dada uma entrada do usuário (menu Análise Gramatical)
* Consulta ao léxico (menu Dicionário)
* Navegação pelas regras implementas (menu Regras)
* Navegação pelos erros reportados (menu Problemas > Reportados)
* Discussão sobre um problema reportado (requer login) (escolha um problema na lista Problemas > Reportados)
* Enviar novo erro pelo formulário online (requer login) (escolha um problema na lista Problemas > Reportar novo)
* Enviar novo erro pelo plugin CoGrOO do BrOffice.org (CoGrOO 3.0.7 ou melhor) (requer login) (Ferramentas > Cogroo > Reportar erro)
* Verificar estatísticas do projeto (no rodapé, clicar em Mais estatísticas...)"

Em breve será disponibilizado o CoGrOO 3.0.7 e esta versão já virá integrada ao CoGrOO Comunidade, e será possível reportar erro do próprio BrOffice.org.

William explica que até o lançamento público, que deve acontecer em algum momento dessa semana ou início da próxima, a equipe vai trabalhar nos seguintes ítens:

* Implementar controle dos relatórios de erros (erros em aberto, fechado, repetido, prioritário etc)
* Melhorias no visual
* Correção de bugs
* Fechar o CoGrOO 3.0.7
* Cadastro dos erros conhecidos no novo portal (antigo http://sourceforge.net/apps/trac/cogroo/wiki/Erros_Reportados)

* fonte: BrOffice.org



Êxodo em massa de colaboradores do OpenOffice.org para LibreOffice

2 de Novembro de 2010, 0:00, por Software Livre Brasil - 0sem comentários ainda

A comunidade OpenOffice.org declarou a independência da Oracle como membros e se uniram ao projeto LibreOffice, uma suite de escritório de código aberto. Em uma carta aberta publicada na lista de discussão  deOpenOffice.org, um grupo de mais de 30 colaboradores afirmaram a sua intenção de abandonar o código base da Oracle em favor de LibreOffice. Eles afirmam que o ambiente da The Document Foundation é mais abrangente e oferece gestão orientado pela comunidade, uma oportunidade para poder avançar no software.

O projeto LibreOffice foi lançado em 28 de setembro passado em meio a preocupações de que a Oracle não iria corrigir os problemas por muito tempo com o processo de desenvolvimento do OOo e modelo de gestão. O novo projeto é apoiado pela The Document Foundation, a nova fundação, que incluem pesos-pesados do mundo Gnu/Linux, como a Red Hat, Novell, Google e Canonical entre os seus apoiadores. O grupo esperava inicialmente que a Oracle iria concordar em participar, mas a gigante do software parece não ter interesse em encontrar um meio termo.

A Oracle insiste em que a participação nos dois projetos representa um conflito de interesse e respondeu para o LibreOffice por forçar aos membros da TDF que têm assento no conselho da comunidade OOo para se demitirem de suas funções eletivas na liderança OpenOffice.org. A atitude intransigente da Oracle já provocou um êxodo em massa de membros da comunidade OpenOffice.org, em grupo de colaboradores independentes para a LibreOffice.

"A resposta para nós desta carta é clara: queremos uma mudança para dar à comunidade, bem como o software que desenvolve a oportunidade de evoluir", a carta aberta, diz. "Por esta razão, a partir de agora vamos apoiar a The Document Foundation e como uma equipe para desenvolver e promover LibreOffice. Esperamos que muitos se juntem a nós nessa jornada."

A Oracle pretende continuar desenvolvendo ativamente o OpenOffice.org, com ou sem o apoio da comunidade. Os desenvolvedores LibreOffice continuará incluindo melhorias realizadas pela Oracle, sempre que possível, mas as estatísticas publicadas recentemente mostram que a maior parte do projeto, o código é proveniente de novos colaboradores, completamente. Como LibreOffice atrai mais desenvolvedores, parece improvável que o OpenOffice.org será capaz de manter o ritmo. Michael Meeks (Novell) destaca algumas das recentes melhorias do LibreOffice, tais como a melhoria da funcionalidade de exportação RTF, publicado recentemente.

A Oracle deixou bem claro que os colaboradores tinham que escolher entre OpenOffice.org e LibreOffice. Em função desse posicionamento sobre escolhas, parece-me que muitos colaboradores estão optando por LibreOffice.

por Ryan Paul
* fonte: ArsTechnica



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