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17 de Julho de 2009, 0:00 , por Software Livre Brasil - | Ninguém está seguindo este artigo ainda.

BrOffice.org apresenta na Campus Party a nova marca alinhada a LibreOffice e TDF

22 de Janeiro de 2011, 0:00, por Software Livre Brasil - 0sem comentários ainda

Com a palestra ”The Document Foundation e BrOffice.org”, no palco Software Livre, realizada nesta quarta-feira, 19, Eliane Domingos, da Associação BrOffice.org e também responsável pelo projeto Revista BrOffice, explicou sobre as situações que levaram a criação da The Document Foundation (TDF) e seu impacto no software BrOffice e na comunidade.

http://www.broffice.org/files/palestraCP2.JPG

Os pressupostos históricos foram apresentados para o melhor entendimento da situação atual, desde o início quando a empresa Sun Microsystem abriu o código do StarOffice possibilitando o surgimento da comunidade OpenOffice.org. O que ninguém esperava, era que essa comunidade se tornasse tão grande e tão forte acelerando o desenvolvimento do código por desenvolvedores voluntários ao redor do mundo.

Aqui no Brasil, o OpenOffice.org foi lançado em 2003, mas por problemas de marca a comunidade acabou conhecida como BrOffice.org. Embora os desenvolvedores voluntários estivessem animados uma preocupação sempre rondava: a política de atribuição de direitos autorais. Ou seja, toda e qualquer colaboração teria que ser autorizada pela Sun. Mesmo assim o projeto continuou a crescer.

Broffice

nova marca BrOffice.org

A partir do momento em que a Sun foi adquirida pela Oracle e esta passou a tomar atitudes hostis contra projetos open source, acabando com o projeto OpenSolaris, por exemplo, e dificultando muito o diálogo com a comunidade, estabeleceu-se o caos e a confusão generalizada. “A comunidade ficou com medo e os sinais em torno do que aconteceria com o OpenOffice.org eram confusos. Quando a Oracle lançou o ‘Oracle Open Office’, as pessoas ficaram com medo do programa passar a ser vendido, mudando as regras do jogo”, contou Eliane.

A reação foi o surgimento da The Document Foundation, um resgate do projeto inicial nascido na Sun Microsystem, mas que agora pretendia levar a sério os objetivos e metas desrespeitados pelas empresas que tinham a prerrogativa e o poder de decisão únicos. Tudo aconteceu muito rápido. Em 30 dias a TDF foi criada. A Oracle foi oficialmente convidada a fazer parte do novo projeto, mas discretamente, ela rejeitou a oferta. A TDF passou a administrar o desenvolvimento do novo software batizado de LibreOffice e o Brasil tem cadeira cativa no Comitê Gestor, através de Olivier Hallot, consultor de TI e diretor financeiro voluntário da BrOffice.org.

A nova postura da TDF fez com que desenvolvedores do OpenOffice.org optassem pelo LibreOffice. Vários países, empresas e organizações se juntaram em torno do desenvolvimento do LibreOffice. “Tivemos liberdade de codificar, testar e atuar no LibreOffice, que será a nova base do BrOffice no Brasil”, explicou Eliane.

No final da apresentação várias perguntas e propostas foram debatidas acerca da marca no Brasil, sobre extensões e dependências de software proprietário, como é o caso do Sun Java.

Contato TDF no Brasil: Olivier Hallot - olivier.hallot(a)documentfoundation.org

Contato com a palestrante: Eliane Domingos - elianedomingos(a)revistabroffice.org

* fonte:



Ubuntu Natty 11.04 virá como suite padrão o LibreOffice

21 de Janeiro de 2011, 0:00, por Software Livre Brasil - 0sem comentários ainda

Nesta manhã, uma atualização disponibilizada na versão alpha 1 do Ubuntu Natty Narwhal “11.04″, que será lançado oficialmente em abril deste ano, faz a substituição da suíte de aplicativos para escritório OpenOffice.org pelo LibreOffice. Não é oficial, mas ao que parece o fork realmente será padrão na distribuição já nesta versão.

Quer testar o Ubuntu Natty Narwhal? Veja aqui como instalá-lo no VirtualBox!

 

Nota: O Ubuntu Natty Narwhal “11.04″ ainda está em versão de testes (alpha 1), portanto sua utilização não é recomendada para ambientes de produtividade.

Referências

http://www.omgubuntu.co.uk/2011/01/libreoffice-now-default-office-suite-in-ubuntu-11-04

E siga-me no Twitter: @tiagoscd!

Grande abraço,

Tiago Hillebrandt

* fonte: Noticiaslinux.com.br



BrOffice 3.3 (LibreOffice) Release Candidate 4 está disponível para testes

20 de Janeiro de 2011, 0:00, por Software Livre Brasil - 0sem comentários ainda

BrOffice 3.3 (LibreOffice) Release Candidate 4 está disponível para testes. Esse release é apenas para testes, não deve ser usado em produção. Aguarde, em breve teremos o release final disponível.

Broffce

Estão disponíveis o RC4 do BrOffice 3.3 para os ambientes Linux, Windows e Mac OS X.

Você deve baixar três arquivos, segueos links ou o link geral em Faça Download:

  1. LibO_3.3.0rc4_Linux_x86_install-deb_en-US.tar.gz 146 MB (installer)
  2. LibO_3.3.0rc4_Linux_x86_langpack-deb_pt-BR.tar.gz 3.1 MB (pt-BR - Português Brasil)
  3. LibO_3.3.0rc4_Linux_x86_helppack-deb_pt-BR.tar.gz 10 MB (pt-BR - Português Brasil)

Faça download clicando aqui ...

Instale os três arquivos.

Sites oficiais:

por Vitorio Furusho



Governo Aprimora Modelo do Software Público

20 de Janeiro de 2011, 0:00, por Software Livre Brasil - 0sem comentários ainda

Brasília, 19/01/2011 - A sociedade ganha hoje mais garantia para usar de forma continuada os programas disponíveis e que são baixados do Portal do Software Público Brasileiro. Essa é uma das novidades da Instrução Normativa (IN) no 1, da Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação do Ministério do Planejamento (SLTI/MP), publicada nesta quarta-feira no Diário Oficial e que institucionaliza o sistema. A medida também traz mais segurança para a manutenção e desenvolvimento de todo o processo que é realizado pela Administração Pública, como as políticas de registro e usabilidade dos softwares.

http://t0.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcTjFdClkeHk9-fRgv-0hZWeSOywaJo0TWXpfcyskzWGi_IGBw7hIw

O portal, iniciativa pioneira no mundo, foi criado em 2007, inaugurando nova etapa para a expansão do software livre no Brasil. Trata-se de um modelo de licenciamento e gestão que compartilha de forma gratuita com qualquer cidadão os programas criados pelo Governo e a rede de parceiros, como empresas. “Este é um elemento estratégico para os projetos de governo eletrônico (e-Gov) e de inclusão digital”, diz a secretária Glória Guimarães.

Segundo a titular da SLTI, com este site o Executivo Federal se tornou protagonista no desenvolvimento de soluções e na liderança das comunidades do mundo digital, o que é reforçado agora com a IN. Entre as melhorias trazidas pela nova medida, para o cidadão, empresas e setor público, estão o aumento na quantidade de software que entrará no portal (antes era em média um por mês e agora será o dobro), menos burocratização para os donos dos programas originais na hora de colocar uma solução no portal (reduzindo pela metade o tempo que era de cerca de quatro meses), autenticação dos softwares, que ganhará licença pública de marca, e a obrigação e definição do papel de cada agente nas políticas de uso. Além disso, a SLTI passa a ter mais poder para dar garantia ao novo modelo, como o reconhecimento de direitos autorais dos programas.

Atualmente, o portal abriga 44 softwares públicos, como o Coletor Automático de Informações Computacionais (Cacic) que verifica diversas informações sobre hardware e software nos computadores, o Ginga (espécie de mediador de soluções para TV Digital Brasileira), além de sistemas de gestão para municípios e programas na área da saúde, educação, meio ambiente e gerenciamento de contratos. Já foram feitas ate agora mais de mil instalações desses softwares.

O cadastro já contabiliza mais de 100 mil usuários, entre os que utilizam o serviço e colaboradores que realizam modificações nas aplicações. De acordo com a SLTI, o portal tem sido uma grande ferramenta até para instituições de outros países, como Argentina, Portugal, Chile e Paraguai.

* fonte: Software Público Brasileiro



Presidenta Dilma cria Instrução Normativa onde mantém preferência ao Software Livre

20 de Janeiro de 2011, 0:00, por Software Livre Brasil - 0sem comentários ainda

A Presidenta Dilma não só usava o chapéu do Software Livre antes de ser chefe de Estado, mas de fato ela apóia e governa com Software Livre, assim  como o ex-Presidente Lula usava o boné de Software Livre e Padrão Aberto de Documentos ODF  como governava para que o Software Livre fosse usado e expandido em todas as instituições federais (Serpro, SLTI, Caixa, Banco do Brasil, Petrobras, Receita Federal, Casas Lotéricas e todos os órgãos federais). O Presidente Lula sempre apoiou os eventos de Software Livre.  :: Vitorio Furusho

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"Para normatizar o uso de software público na Administração, a Secretaria de Logística de TI, do Ministério do Planejamento, publicou nesta quarta-feira, 19/01, no Diário Oficial da União, a Instrução Normativa nº 1 onde define uma série de diretrizes para a área. Entre as determinações ganham destaque a proibição do uso de componentes, ferramentas e códigos fontes e utilitários proprietários e da dependência de um único fornecedor.

Também proíbe o uso apenas de plataformas proprietárias. Para fazer valer a norma, foi criada uma Comissão de Coordenação, com a participação de representantes da SLTI, da Sepin/MCT e do MDIC. As regras deixam claro que o governo Dilma Rousseff manterá a linha de preferência ao software livre - adotada na Gestão Lula - em detrimento das chamadas plataformas proprietárias.

A Instrução Normativa estabelece ainda uma série de regras para o desenvolvedor de software. Nessa área, por exemplo, fica a partir de agora definido que:

O criador do software deverá, obrigatoriamente, especificar, no cabeçalho de cada arquivo-fonte, que o software está licenciado pelo modelo de licença Creative Commons General Public License - GPL ("Licença Pública Geral"), versão 2.0, em português, ou algum outro modelo de licença livre que venha a ser aprovado pelo Órgão Central do SISP;

O desenvolvedor deverá ainda fornecer a documentação de desenvolvimento do software, que deve:

a) possibilitar que terceiros entendam a arquitetura/estrutura do software e possam contribuir para a sua evolução;

b) conter as informações sobre as tecnologias, frameworks e padrões utilizados, além de descrever os principais componentes e entidades do sistema, assim como as regras de negócio implementadas.

Para elaborar e implementar as políticas, diretrizes e normas relativas ao Software Público Brasileiro, também foi criada uma comissão de coordenação, com a participação de vários ministérios.

Caberá a essa comissão, garantir a estabilidade e a confiabilidade do portal do Software Público Brasileiro, acompanhar e fiscalizar os resultados do uso de software público nos órgãos e entidades da administração pública federal, além de atuar como câmara de arbitragem na resolução de eventuais conflitos entre os participantes do SPB.

A Comissão de Coordenação do Software Público Brasileiro (CCSPB) será composta por:

I - por um representante, titular e suplente, da Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, que será o seu Presidente - SLTI/MP;

II - por um representante, titular e suplente, da Secretaria de Política de Informática do Ministério da Ciência e Tecnologia - SEPIN/ MCT;

III - por um representante, titular e suplente, da Secretaria de Inovação do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior - SIN/MDIC;

IV - por um representante, titular e suplente, da Associação Brasileira de Empresas Estaduais de Processamento de Dados - ABEP; e

V - por cada um dos coordenadores institucionais de comunidades virtuais do Portal SPB, em decorrência da própria função desempenhada por eles.

§ 1° Os membros elencados nos incisos I a IV do caput deste artigo serão indicados voluntariamente pelo órgão ou entidade de origem e nomeados pelo Secretário de Logística e Tecnologia da Informação.

§ 2° A Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação exercerá a função de Secretaria Executiva da Comissão.

§ 3° Os membros da Comissão não receberão qualquer tipo de remuneração, sendo a sua participação na CCSPB considerada como serviço público relevante."

O Convergência Digital publica a íntegra da Instrução Normativa nº1, publicada nesta quarta-feira, 19/01, pela SLTI

(PDF - 80 KB)

:: Ana Paula Lobo
* fonte: Convergência Digital



Campus Party 2011: Maddog prega empreendedorismo entre geeks em defesa da inclusão digital

19 de Janeiro de 2011, 0:00, por Software Livre Brasil - 0sem comentários ainda

Muito esperado pelo público que lotou o palco principal da Campus Party Brasil 2011 no início da tarde, Jon Maddog Hall chegou para convocar os geeks campuseiros para uma nova missão: tornar os sistemas de computação acessíveis com  a construção de negócios sustentáveis com tecnologia aberta e software livre. Diretor executivo da Linux International, uma organização sem fins lucrativos que promove o desenvolvimento de aplicações em código aberto, Maddog apresentou o projeto Cauã, que que pretende ajudar pessoas a ganharem a vida como administradores de sistemas ou empreendedores na área de tecnologia.

Uma espécie de lenda entre os usuários convictos do Linux, o senhor de barba branca brincou com a plateia logo no início da palestra: “vocês me conhecem como o velhinho do software livre, ho ho ho, sei disso”,  confessou antes de pontuar o contexto que o levou a pensar nesse projeto gratuito. A ideia de Maddog é fazer computadores mais amigáveis, popularizar sistemas (como os de automação dos equipamentos eletrônicos das casas), diminuir o consumo de energia e poluição e fazer dos geeks, os caras com o conhecimento técnico e sem visão para ganhar dinheiro, os gestores desses empreendimentos sustentáveis.

O projeto Cauã inclui auxílio na criação de planos de negócio, no treinamento, certificação, licenciamento e definições de marketing. Os computadores seriam fabricados no Brasil por pequenas empresas e teriam seu custo de manufatura reduzidos pela a metade devido à diferença entre os impostos de importação de peças e de máquinas prontas. O maior custo seria da conexão de internet, já que o hardware deveria ser financiado por longos anos e o pagamento incluído no valor dos serviços e suporte prestados.

Após a palestra, a correria de os fãs e jornalistas em torno dele foi a de praxe dos eventos de tecnologia, mas Maddog improvisou uma coletiva de imprensa e tirou fotos com todos os admiradores, deixando o clima tranquilo mesmo diante dos mais eufóricos e apressados. A empreendedora de educação cultural Danielle Nastari estava entre os fãs e justificou porque ele não é uma celebridade ”do nada”, alguém que vive da fama das conquistas do passado.”O trabalho atual dele na defesa da inclusão digital é fundamental, quem não tem acesso ao mundo digital está excluído do futuro.

Esse projeto e as pesquisas que ele apresenta provam que os custos para a conexão das pessoas não é tão alto como as grandes corporações dizem, conforme é mais conveniente para elas. Com essas informações, o público pode cobrar mais dessas empresas uma outra postura. Ele tem tanto peso e, pela idade, nem precisaria estar aqui. Mas ele está preocupado com os jovens e está  formando novos líderes, captando seguidores. Essa é uma forma de perpetuar seu trabalho”, defendeu a campuseira.Os interessados podem ter mais informações sobre o projeto Cauã pelo sítio http://www.projectcaua.org.

* fonte: blog do Serpro



Campus Party 2011: Entenda a criação da The Document Foundation e seu impacto no BrOffice

19 de Janeiro de 2011, 0:00, por Software Livre Brasil - 0sem comentários ainda

Terminou há pouco a palestra ”The Document Foundation e BrOffice.org”, no palco Software Livre, sobre as situações que levaram a criação da The Document Foundation (TDF) e seu impacto no software BrOffice e na comunidade. A palestra foi feita por Eliane Domingos, que é sócia da EDX Informática e presta serviços de consultoria e treinamento em BrOffice. Resumidamente, ela contou a história da criação do Open Office, os problemas com a primeira empresa gestora, a Sun Microsystem e impasses após a compra da companhia pela Oracle. A instituição jurídica BrOffice.org agora é parte integrante da TDF e o software BrOffice passou a ser a versão brasileira do LibreOffice, o produto da nova entidade internacional.


Eliane explicou que essas mudanças tiveram sua raiz lá no início da história do software, logo após o lançamento do OpenOffice no Brasil, em 2003. Isso porque a comunidade não era livre para mexer no código e qualquer colaboração teria que passar por muita burocracia para ser autorizada pela Sun. Falando com as palavras da Eliane, a comunidade “tinha que engolir tudo que a Sun fazia”. Quando a Sun Microsystem foi comprada pela Oracle, a comunidade BrOffice passou por momentos difíceis com o fim do projeto OpenSolaris e com o processo contra o Google por conta do uso da linguagem Java.

“A comunidade ficou com medo e os sinais em torno do que aconteceria com a OpenOffice.org eram confusos. Quando a Orcale lançou o ‘Oracle Open Office’, as pessoas ficaram com medo do programa passar a ser vendido, mudando as regras do jogo”, contou Eliane. A situação só se resolveu quando figuras da OpenOffice.org se reuniram, optaram pela diplomacia e convidaram a Oracle para entrar em uma nova fundação, a TDF, que foi criada em 30 dias. O software foi batizado de LibreOffice e no Brasil ele continuou como BrOffice, já que o nome é forte no país, com 15 milhões de usuários. De acordo com Eliane, as mudanças já foram sentidas.

“Tivemos liberdade de codificar, testar e atuar no LibreOffice, que será a nova base do BROffice no Brasil. A Criação da TDF foi ovacionada e a comunidade ficou muito feliz. Os desenvolvedores gritaram alforria. Varios países se juntaram ao LibreOffice e a TDF já tem estatuto e política de mérito e associação. O LibreOffice3.3 vai sair logo e temos um website e uma Wiki”, detalhou Eliane.

Um dos objetivos próximos da BrOffice.org é remover todas as extensões proprietárias dentro das aplicações instaladas, já que a base do software BrOffice não será mais o OpenOffice (que divulga e oferta instalações de extensões proprietárias no repositório) e sim o LibreOffice. “Hoje temos essa dependência e queremos terminar com isso. Queremos também uma nova versão do LibreOffice sem Java”, falou Eliane. Quem quiser acompanhar os novos passos dessa história deve ficar ligado no sítio http://www.broffice.org/.

* fonte: blog do Serpro



Campus Party 2011: BrOffice tem 15 milhões de usuários no Brasil

19 de Janeiro de 2011, 0:00, por Software Livre Brasil - 0sem comentários ainda

A gestora do projeto Revista BrOffice, Eliane Domingues de Souza, comentou sobre software livre, BrOfice e sobre o crescimento da TDF em uma das palestras simultâneas que acontecem nesta quarta-feira (19/01) durante a Campus Party Brasil 2011.

http://www.itweb.com.br/imagens_upload/12_19012011112256.jpg
foto: Thaís Sabatini

Segundo Eliane, a The Document Foundation (TDF) é mantida com doações de empresas, porque muito desenvolvedores do OpenOffice migaram para a TDF . “A BrOffice colabora com a fundação com a doação de um servidor. Nós pagamos um servidor para que eles coloquem todos os idiomas do livre Office disponíveis na internet”.

As contribuições de desenvolvedores com a BrOffice são grandes, por isso a comunidade está criando mecanismos de extensões para facilitar a ajuda. Ela afirmou que o que prejudica o crescimento do software livre é a falta de liberdade das extensões limitadas, e que por isso se deu a criação da comunidade BrOffice que pretende dar mais espaço para os desenvolvedores.

O BrOffice não é um projeto nacional, apesar do nome brasileiro. A comunidade é baseada no projeto LibreOffice.

por Thaís Sabatini | IT Web

* fonte: it Web



GVT migrará para BrOffice.org

17 de Janeiro de 2011, 0:00, por Software Livre Brasil - 0sem comentários ainda

A GVT, uma das maiores empresas de telefonia do Paraná, que sempre está em destaque pelo uso de tecnologia de ponta, capacitou a equipe para projetos de migração do MS Office para BrOffice.org, o grande desafio é a migração de macros VBA utilizadas em grande escala na empresa para geração de dados de diversas fontes em documentos office.

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A Ambiente Livre Tecnologia realizou uma semana de treinamento repassando os principais conceitos da linguagem BrOffice.org Basic e o uso da API OpenOffice.org para automatização de processos no BrOffice.org.

 

O projeto inicialmente abrange 200 usuários da equipe de Call Center.

Saiba mais sobre o Treinamento de Macros com BrOffice.org Basic:

O treinamento abrange os seguintes conhecimento com Macros:

* A linguagem BASIC do BrOffice.org
* Biblioteca Runtime
* Introdução a API
* Trabalhando com Documentos
* Introdução a API
* Documentos Texto
* Documentos de Planilhas Eletrônicas
* Desenhos e Apresentações
* Gráficos (Diagramas)
* Bases de dados
* Diálogos
* Formulários

Saiba mais, aqui...

Sobre a Ambiente Livre, aqui ..

Sobre a GVT, aqui.

* Enviado por Marcio Junior Vieira - Ambiente Livre



Medianeira-PR, implanta Diário Oficial Eletrônico

17 de Janeiro de 2011, 0:00, por Software Livre Brasil - 0sem comentários ainda

A expectativa da administração pública, de acordo com o Vice-Prefeito, Ricardo Endrigo, é de que ao longo do ano de 2011 a economia gerada pelo Diário Oficial Eletrônico chegue a esse percentual. Os gastos com a publicação do Diário Oficial em jornais impressos são altos, mas com a informatização, os cofres públicos podem economizar, além de trazer benefícios como agilidade e transparência aos administradores e população. Para o vice-prefeito é um avanço, pois o atual órgão de divulgação dos atos oficiais não era de fácil acesso a toda a população. Com a implantação do diário oficial eletrônico, sendo o site da prefeitura o novo órgão oficial de publicação de acordo com a Lei Municipal nº134/2010, de 04 de novembro de 2010, fica facilitado assim o acesso aos documentos oficiais.

O município de Medianeira, sendo um dos pioneiros da Região, está complementando um planejamento que já vinha sendo implantado na Prefeitura, e seguindo uma tendência amplamente divulgada pelos Tribunais de Justiça. Com isso quem ganha é a população e os cofres públicos, como afirma Endrigo: "É um investimento que vale a pena em dois sentidos: no sentido de democratizar a informação para todos e a economia que vai proporcionar ao município".

O sistema que possibilita a divulgação em meio eletrônico do Diário Oficial de Medianeira foi desenvolvido pela DigitalDoc, uma empresa do município nascida na Incubadora da Universidade Tecnológica Federal do Paraná, Campus Medianeira, e que está no mercado de gestão de documentos há cinco anos. Com isso já conquistou clientes em todo o País, como por exemplo, o Tribunal de Justiça do Estado do Acre, além de atender empresas do setor privado.

O projeto DIGITALDOC de Gestão Eletrônica de Documentos (GED) na Prefeitura Municipal de Medianeira nasceu em novembro de 2010. O objetivo é a digitalização, tramitação eletrônica dos processos (através do Workflow), balcão de protocolo eletrônico, publicação do Diário Oficial Eletrônico (DOE) com Certificação Digital e Carimbo de Tempo, e o Portal da Transparência Pública.

fontes:
http://www.digitaldoc.com.br
http://www.broffice.org




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