The Document Foundation disponibilizou o LibreOffice 3.5.1
March 16, 2012 - No comments yetBerlim - Alemanha, 15 de Março de 2012. A Document Foundation anuncia o LibreOffice 3.5.1, a segunda versão da família 3.5, destinado a usuários individuais e empresariais. O LibreOffice 3.5.1 conserta a maioria dos bugs mais importantes identificados pelos usuários e se torna atrativo para a maioria das empresas.

A TDF recomenda que as grandes organizações instalem o LibreOffice com a assistência de um parceiro de suporte, que poderá avaliar requerimentos específicos, ajudar a gerenciar a migração e implementar consertos para problemas identificados. Adquirir serviços de suporte ao LibreOffice de um parceiro da TDF é uma forma indireta de contribuir financeiramente no projeto, investir no desenvolvimento do software, melhorar a estabilidade e acelerar seu crescimento.
“Nos últimos meses, o número de hackers da TDF ultrapassou o piso dos 400 desenvolvedores, com a ampla maioria de voluntários independentes e muitas companhias financiando desenvolvedores em tempo integral. De qualquer forma, o projeto é independente, já que nenhuma das empresas emprega mais de 7% dos desenvolvedores“ afirma Ítalo Vignoli, membro do Conselho Diretor. “Desde setembro de 2010, uma média mensal de 20 novos hackers participam do projeto, atraídos pela licença copyleft, a ausência da cessão de copyright e uma ambiente acolhedor”
O LibreOffice 3.5.1 está disponível para download imediato em Português do Brasil no link abaixo:
http://pt-br.libreoffice.org/baixe-ja-o-libreoffice-em-portugues-do-brasil
Os registros de mudanças são:
http://wiki.documentfoundation.org/Releases/3.5.1/RC1 e http://wiki.documentfoundation.org/Releases/3.5.1/RC2.
Link para o blog The Document Foundation blog:
http://tinyurl.com/c4tdc6k
Sobre The Document Foundation (TDF)
A The Document Foundation é uma organização aberta, independente, autogovernada, meritocrática, montada sobre os dez anos de trabalho dedicados para a comunidade OpenOffice.org. A TDF foi criada na crença de que a cultura de uma fundação independente agrega o melhor dos esforços de empresas e de voluntários, produzirá a melhor suíte de escritório. A TDF está de braços abertos a qualquer indivíduo que concorde com seus valores primordiais, que contribua com para suas atividades, e recebe calorosamente a participação de empresas, por exemplo, através de alocação de pessoal que trabalhe de igual para igual com os demais contribuidores da comunidade. Em fevereiro de 2012, a TDF tem 146 membros e mais de mil voluntários e contribuidores ao redor do mundo.
Contatos para mídia
Florian Effenberger
Muniuqe - alemanha
E-mail: floeff@documentfoundation.org
Skype: floeff
Charles H. Schulz
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E-mail: charles.schulz@documentfoundation.org
Eliane Domingos de Sousa
Rio de Janeiro - Brasil
E-mail: elianedomingos@documentfoundation.org
Skype: elianedomingos
Italo Vignoli
Milão - Itália
E-mail: italo.vignoli@documentfoundation.org
Skype: italovignoli
GTalk: italo.vignoli
Outros detalhes de contatos:
http://www.documentfoundation.org/contact/
Tradução: Olivier Hallot - Membro da TDF
* fonte Origem: Blog da The Document Foundation
Abertas inscrições p/ Primeiro Simpósio do IFPR de Tecnologia, Inovação, Educação e Software Livre, Umuarama 6 e 7 Outubro
September 30, 2011 - No comments yetEstão abertas as inscrições para o Primeiro Simpósio do IFPR de Tecnologia, Inovação, Educação e Software Livre – I SITIES, que acontecerá nos dias 6 e 7 de outubro em Umuarama.
O evento terá abrangência estadual a expectativa é de 500 participantes. o tema do evento será “aplicação de tecnologia e novas práticas na escola, utilizando software livre”.
O SITIES é um evento colaborativo e gratuito. Conta com a ajuda de diversos professores, técnicos e profissionais ligados à área de Informática e Educação e também conta com o apoio de vários órgãos, entidades e instituições na construção deste evento compondo a comissão de organização, comissão científica e grupo de palestrantes.
O Simpósio apoia e incentiva o desenvolvimento, pesquisa, aplicação e Inovação da área de Tecnologia e Informática utilizando ferramentas cuja filosofia seja Software Livre. O evento nasceu da ideia de que o conhecimento só possui sentido se aplicado para o bem da sociedade.
Além deste motivador, também chegou-se à conclusão de que a Escola é um ambiente real e desafiador que oferece várias situações em que pode ser aplicada a inovação em tecnologia e informática.
Os temas a serem abordados no I SITIES serão:
- Sistemas Operacionais
- Redes de Computadores
- Design e Web Design
- Ensino/Aprendizagem com Software Livre
- Produtividade com Software Livre
- Segurança em redes sem fio
- Formato de documentos abertos
- Programação e desenvolvimento de sistemas
- Desenvolvimento de Jogos
Endereço: Rodovia PR 323, s/n - Parque Industrial
CEP 87507-014 - Umuarama - Paraná - Brasil
Telefone: (44) 3361-6200
sonho de poeta "talking screenshot"
August 12, 2011 - No comments yetaqui a "captura de tela falante" : sonho de poeta
" my talking screenshot "
tadeu filippini
sonho de poeta
http://www.youtube.com/watch?v=z4m-U0zzeo8
Software Llivre não nasce em árvores: Do colonialismo ao extrativismo Digital
August 4, 2011 - No comments yetSei que muita gente que conheço e admiro vai ficar irritada com este artigo, mas acredito que já atingimos um nível de maturidade suficiente na comunidade de software livre brasileira para que possamos encarar de frente nossos próprios fantasmas. Sei também que o artigo é longo, mas acho que vale a pena a leitura. Cedo ou tarde vamos precisar fazer a reflexão aqui proposta.

Optei por escrever este artigo junto com um grupo de amigos experientes dentro da comunidade para evitar que ele seja classificado como sendo a opinião de uma única pessoa. Todos os amigos convidados já estão há bastante tempo na comunidade de software livre e todos eles já sentiram na pele os efeitos dos problemas aqui relatados. Optei por não listar seus nomes neste artigo, para que eles mesmo possam fazê-lo nos comentários.
Depois de tantos anos militando e trabalhando com software livre, fico impressionado em ver como as pessoas comumente usam o termo “a comunidade” como se ela fosse uma empresa ou coisa parecida. Muitas vezes vejo as pessoas falando da comunidade como se não fossem parte dela, como se não tivessem nenhuma obrigação em relação à manutenção dos projetos desenvolvidos de forma comunitária. Muita gente entende que ser usuário de redes sociais organizadas em torno de projetos de software livre seja o mesmo que ser membro de fato da comunidade do projeto em questão, além de acreditar piamente que todos naquela comunidade estão mesmo interessados em trollagens e críticas despropositadas.
Fazendo uma breve revisão do que aconteceu nos últimos anos na área de tecnologia no Brasil, vemos que nossa indústria de informática foi praticamente destruída no início dos anos 90, e passamos quase duas décadas sendo meros consumidores de tecnologia da informação, do hardware ao software. É a isso que chamo de colonialismo digital, pois tal como na época do Brasil colônia, acabamos consumindo tudo aquilo que os colonizadores nos empurravam. Vale lembrar aqui, que durante o início do século XIX, o Brasil chegou a “importar” um navio de patins para patinação no gelo da Inglaterra, uma vez que estes produtos estavam entupindo os estoques ingleses e precisavam ser desovados em algum lugar. Os historiadores contam que nesta época, as lâminas dos patins acabaram sendo utilizadas como facas e facões e assim fomos levando a vida: dando o jeitinho brasileiro para cumprir com nosso papel de colônia.
Durante quase vinte anos, fizemos a mesma coisa com produtos de tecnologia da informação e me lembro de ter presenciado algumas aberrações nesta época. De computadores que não suportavam o calor tropical brasileiro a softwares que invertiam completamente nossa lógica organizacional, vivemos décadas “dando um jeitinho” para as coisas funcionarem e não foram raros os casos em que tivemos que nos re-organizar para que pudéssemos utilizar as tecnologias “ofertadas”. Quem aí nunca encontrou um banco de dados armazenado dentro de uma planilha com milhares de linhas ou não viu uma reengenharia quase irracional acontecer na marra por conta do ERP da moda que atire a primeira pedra.
Tamanha foi nossa aceitação do papel de colonizados, que no final da década de 90 não era raro encontrar universidades que ao invés de lecionar “Sistemas Operacionais”, lecionavam “Windows NT”, ou trocavam “Banco de Dados Relacionais” por “Oracle” ou “DB2” e por aí seguia a carruagem. Fui aluno em uma dessas (que aliás é uma universidade de renome e destaque em São Paulo). Me lembro que fui voto vencido quando fui debater este assunto com a coordenação do curso, pois para eles importava ensinar “o que o mercado cobrava”. Pior do que ser voto vencido entre os coordenadores e mestres do curso, foi ter sido voto vencido entre meus colegas de turma, pois a imensa maioria deles estava tão acostumada com o fato de ter tudo mastigado nas mãos, que não se importava em não dominar de fato a tecnologia ou entender o que acontecia debaixo do capô. Estavam mais preocupados em “colocar no curriculum” o que aprenderam na faculdade. Amém !
Foi assim que formamos no Brasil centenas de milhares de profissionais de TI que não passavam de usuários avançados de ferramentas de software desenvolvidas fora do Brasil. Hoje, uma parte considerável destes profissionais são gestores de TI em diversas empresas públicas e privadas, e isso explica o principal motivo da resistência que encontramos no nosso dia a dia ao Software Livre dentro das organizações: a zona de conforto é grande e a inércia gerada por ela é muito difícil de ser quebrada.
É evidente que este modelo interessa às grandes empresas multinacionais de software, e confesso que hoje chego a achar graça das explicações dadas a eles sobre “o modelo”. Sempre que questionadas publicamente sobre este tema, vemos as empresas se defendendo com o argumento de que geram milhares de empregos diretos e indiretos no Brasil, e que fazem “transferência de tecnologia” à indústria local, principalmente através de seus parceiros e de projetos junto à universidades.
O que vemos na prática é que a imensa maioria dos empregos diretos criados por estas empresas estão focados na área comercial e nas metas de curto prazo, e que os empregos “técnicos” costumam se concentrar em seus parceiros e solution providers, que evidentemente não têm acesso às informações detalhadas, e muito menos ao código fonte, dos produtos que “suportam” no mercado. A segurança e confiança por obscuridade é o que impera nesta seara.
Quando olhamos o trabalho feito por elas junto às universidades, vemos novamente que o foco é sim formar cada vez mais usuários avançados de seus produtos, e conseguir com isso firmar a dependência tecnológica desde na base da cadeia alimentar na indústria de TI. É muito fácil comprovar isso quando vemos “versões educacionais” dos softwares comercializados por estas empresas serem distribuídos com água dentro das universidades. Encerrou o curso e tem um software completo desenvolvido: ótimo… vamos lhe enviar a fatura em 3, 2, 1…
É importante lembrar que este modus operandi não é exclusividade de uma única empresa, mas é de fato a prática de mercado de todas as multinacionais de TI (das mais fechadas e perseguidas por todos até a “mais aberta” e idolatrada pela maioria).
Foi num cenário de total colonização tecnológica como o ilustrado acima que o Software Livre cresceu no Brasil, principalmente durante os últimos 10 anos. Eu atribuo este crescimento à vontade gigantesca de conhecer tecnologia de verdade que alguns profissionais de TI no Brasil tinham, mas conforme o movimento foi crescendo, tenho a impressão de que estes profissionais cada vez mais são raros de se encontrar e o que vemos de fato hoje, é a busca pela substituição pura e simples de um software proprietário por um equivalente livre (e não quero entrar aqui na discussão filosófica por trás disso).
Considero que seja fundamental termos no Brasil uma comunidade tão militante e ativa na publicidade e no suporte às soluções de software livre, mas infelizmente isso não é suficiente, pois deixamos de ser colonizados digitais e somos hoje extrativistas digitais.
Não exagero em dizer que hoje o Brasil tem em números absolutos a maior comunidade de usuários de Software Livre do mundo, e olha que a TI ainda não chegou a tantos lares assim no Brasil, portanto temos ainda muito a crescer. O que me deixa muito chateado é constatar que ao mesmo tempo, temos uma comunidade de desenvolvedores de software livre quase inexistente (eu mesmo conto nos dedos das mãos os desenvolvedores de “código fonte” em projetos de software livre que conheço). A dita “comunidade” é a primeira a se manifestar e apontar defeitos nos muitos projetos que “participam”, mas na hora de enviar contribuições realmente significativas quase ninguém aparece.
É por isso que afirmo que vivemos hoje o extrativismo digital: encontramos uma fonte aparentemente inesgotável de recursos e estamos usando e abusando dela, sem nos preocupar com a sua manutenção. Isso pode até nos dar uma sensação de liberdade e controle do próprio nariz bem confortável, mas não nos levará a lugar algum e pior do que isso, quando a fonte se esgotar (e sim, ela pode se esgotar um dia), voltaremos à nossa vidinha de colonizados, e seremos novamente saudosistas de uma “era de ouro”, tal como nossos amigos mais velhos hoje se lembram da reserva de mercado.
O que quero com este artigo é forçar uma reflexão dentro da nossa comunidade, pois é evidente que software livre não nasce em árvores, e existem pessoas trabalhando muito escrevendo código fonte por trás dos softwares livres que utilizamos no dia a dia.
Devo reconhecer porém, que somos muito ágeis e experientes em traduzir estes softwares para nosso idioma, mas todos devem concordar comigo que isso é o mínimo do mínimo que podemos fazer. Lembre-se de que teremos alcançado o sucesso pleno quando a tradução for problema dos outros !
Não consigo me contentar com isso e por isso peço a todos que façam uma séria reflexão: Quando foi a última vez que você contribuiu de verdade com um projeto de Software Livre ?
Rodando o mundo palestrando em eventos de software livre, esta é a diferença primordial que vejo entre outros países e o Brasil. Na maioria dos países, a meritocracia funciona de verdade e o reconhecimento vem na base de muito, mas muito código fonte contribuído para os projetos. Como já contei a diversos amigos, em muitos países fora do Brasil, para que você possa “tomar uma cerveja” com os líderes dos projetos de software livre, você provavelmente já trabalhou bastante construindo e depurando código com eles.
Acho que é parte da cultura latina ser expansivo, mas não podemos deixar que nossa ânsia por fazer amigos acabe os deixando desviar tanto assim do nosso objetivo comum: Desenvolver de fato softwares livres que supram as necessidades de nosso mercado, que nos permitam dominar a tecnologia e que paguem nossas contas no final do mês.
Quando analisamos a cadeia de valor na indústria de software livre no Brasil hoje, vemos que diversos nós da cadeia são remunerados, mas que ainda não encontramos uma forma concreta de remunerar de verdade o principal nó: O desenvolvedor.
É muito fácil cair no discurso de que “quem implementa, treina e suporta também desenvolve”, mas na prática vemos o oposto disso.
O que me consola é que este problema não é exclusividade nossa, e nos últimos meses tenho visto diversos projetos de software livre desenvolvidos internacionalmente passar por sérias dificuldades por conta do mesmo problema.
Voltando ao Brasil, conheço ao menos um software livre desenvolvido aqui no Brasil e que é utilizado no país todo, além de ser suportado por centenas de empresas, mas que tem como desenvolvedores ativos apenas duas pessoas, sendo que uma delas (e talvez o desenvolvedor chave), não seja de forma alguma remunerado. Não vou dizer o nome do software aqui para não ser deselegante com as pessoas envolvidas em seu ecossistema, mas garanto que pela descrição acima você já deve ter identificado alguns softwares como potenciais candidatos.
Em uma recente discussão que tive com um dos pioneiros do Open Source mundial, ele me dizia que o modelo de subscrição nunca foi de fato compreendido pelo mercado, e concordo com ele que este modelo é o mínimo que podemos ter para garantir a manutenção dos projetos e de seus desenvolvedores. É mesmo uma pena ver que muita gente afirmar sem vergonha alguma que “subscrição é licença disfarçada”, e aqui incluo inúmeros colegas do movimento do software livre. Sinto lhes informar que não, não é, mas concordo que é muito fácil pensar assim quando seu contracheque chega no final de todo mês.
Indo mais a fundo no problema, fico extremamente chateado em ver a falta de consciência de inúmeros gestores de empresas públicas e privadas que economizam centenas de milhões de reais por ano em licenças de software, mas que não investem sequer um centavo no desenvolvimento e manutenção de projetos de software livre que utilizam no seu dia a dia.
Um exemplo gritante do que afirmo acima é o Libre Office (antigo OpenOffice ou BrOffice no Brasil), que possui atualmente centenas de milhares de cópias sendo utilizadas no país todo, economizando rios de dinheiro, e que têm no Brasil uma comunidade de “desenvolvedores de verdade” quase irrisória. O que me deixa muito mais chateado com isso, é que estes poucos heróis nacionais quase sempre levam uma vida de privações em prol da coletividade e tudo o que recebem de volta são tapinhas nas costas e nos últimos tempos ainda tem que aceitar calados, críticas injustas vindas de todas as partes. Não vou nem comentar aqui sobre a vida que levam os que decidem trabalhar com o desenvolvimento de padrões, mas posso afirmar que invejamos a vida dos desenvolvedores de software livre no Brasil.
Não quero que este seja um artigo de lamentações, e por isso eu gostaria de deixar algumas sugestões para que possamos de fato aproveitar esta oportunidade que temos nas mãos e mudar de uma vez por toda a história da TI no nosso Brasil. Muitas das sugestões vão parecer óbvias e genéricas, mas acredite, nunca foram de fato implementadas:
- Empresas que utilizam softwares livres deveriam ter desenvolvedores trabalhando no desenvolvimento destas soluções ou se não puderem ter estes desenvolvedores, que exijam que as empresas que lhes prestam serviços de suporte e treinamento em software livre tenham desenvolvedores ativos nos projetos, e que comprovem suas contribuições periodicamente. Esta prestação de contas aliás deveria ser pública.
- Universidades poderiam deixar de usar exemplos genéricos e trabalhos “inventados pelos professores” nas disciplinas de desenvolvimento de software e ter como meta a cada semestre otimizar um trecho de código fonte existente ou implementar uma melhoria ou nova funcionalidade em um software livre existente. O mesmo vale para outras disciplinas como marketing e design. Uma simples mudança da atitude como esta daria aos envolvidos uma experiência prática no mundo real com projetos concretos, ao mesmo tempo que lhes permitiria alcançar os mesmos objetivos didáticos (já imaginou onde chegaríamos com isso ?).
- Já temos diversas leis, decretos e instruções normativas no Brasil recomendando ou determinando a utilização de Software Livre e de Padrões Abertos em diversas esferas governamentais, mas infelizmente os órgãos de controle e fiscalização parecem desconhecê-las. Não consigo avaliar quem é o culpado por isso, mas sei que nós como sociedade temos o dever de cobrá-los, e talvez esteja aí a grande missão de todos os membros da comunidade que não podem contribuir de forma técnica com os projetos de software livre.
- Muita gente não tem conhecimento técnico para escrever código fonte e contribuir com os projetos, mas lembre-se que um software livre de sucesso não vive só de código fonte e por isso mesmo sempre existe algo não relacionado a código fonte que precisa ser feito. Se envolva de verdade com a comunidade de desenvolvedores dos softwares que você usa e por favor, contribua de forma concreta com seu desenvolvimento. Ajudar de verdade é atender a necessidade do outro e não a sua própria necessidade. A diferença entre o voluntariado e o voluntarismo é gigantesca, mas muito difícil de ser compreendida.
Não acredito em contos de fadas e também não acredito que um dia uma empresa estrangeira vai decidir do dia para a noite que o Brasil é a bola da vez para concentrar aqui o seu desenvolvimento de software. Temos que conquistar isso, temos que fazê-lo do nosso jeito e temos sim potencial para reconstruir de verdade nossa indústria nacional de software e Tecnologia da Informação. O que não podemos fazer é ficar aqui sentados esperando o milagre acontecer, imaginando que estamos no caminho certo. Pequenas correções de rota podem sim nos levar a algum lugar completamente diferente e melhor do que o nosso destino atual.
Caso você ou sua empresa queira contribuir com um projeto de software livre e não saiba como, me coloco à disposição para ajudar e orientar.
Peço que reflitam sobre o seu papel na solução do problema aqui apresentado. Temos um elefante na sala e só não ver quem não quer.
Aguardo ansiosamente os comentários e espero que possamos abrir este debate tão necessário nos dias de hoje.
Escrito por Jomar Silva em 26 maio 2011 63 Comentários

* fonte: blog Trezentos
Dropbox é um sistema de compartilhamento de arquivos "em nuvem"
August 4, 2011 - No comments yet
O Dropbox é um sistema de compartilhamento de arquivos "em nuvem", ou seja você compartilha seus arquivos na Web. Ele é muito útil quando você usa diariamente diversos dispositivos que se comunicam com a Web, no meu caso tenho meu Smartphone com Android, meu note com Debian Squeeze e "minha" máquina da empresa usando também Debian Squeeze. Ta legal mas qual a vantagem em se ter vários dispositovs conectados? A vantagem é que você consegue manter seus arquivos sincronizados entre todos os dispositivos!!! Além do mais caso você precise acessar um arquivo imediatamente e você estiver "incomunicável" você poderá baixar seus arquivos diretamente da página do Dropbox.
Bom falando no Debian que é meu foco nesse Post... vamos a instalação:
1. Criar uma conta..
Você poderá facilmente criar uma conta do Dropbox clicando aqui
2. Baixar o aplicativo..
Eu preferi instalar a versão em .tar.bz2 pois a versão que temos para Ubuntu não foi muito bem aqui no meu Squeeze, para baixar a versão em tar.bz2 clique aqui ou então entre no site abaixo para baixar a versão Ubuntu ou Fedora:
http://www.dropbox.com/downloading
No momento que vos escrevo a versão ativa do .tar.bz2 é a 0.6.8, não garanto que a partir deste Post vocês conseguirão instalar outras versões mais novas que esta.
3. Descompactar o pacote..
Por padrão aqui na minha máquina os Downloads ficam em /home/rafael/Downloads então seguindo este padrão seguem os procedimentos abaixo:
$ su -
# cd /home/rafael/Downloads
# tar -xvjf nautilus-dropbox-0.6.8.tar.bz2
# cd nautilus-dropbox-0.6.8
4. Configurando e instalando..
De acordo com o documento INSTALL contido neste pacote temos que seguir estes os procedimentos abaixo:
[OBRIGATÓRIO] # ./configure
[OBRIGATÓRIO] # make
[OPCIONAL] # make check
[OBRIGATÓRIO] # make install
[OPCIONAL] # make clean
No meu caso precisei instalar dois pacotes faltantes no passo ./configure, os pacotes foram instalados da seguinte forma:
# aptitude install libnautilus-extension-dev python-docutils -y
Se no passo ./configure sua saída não deu erro então é sinal que não falta nada e você poderá executar o make, senão terá que procurar as dependências que apareceram na saída do comando ./configure.
5. Terminando a configuração..
Agora o Dropbox já está instalado, precisamos terminar a configuração pela interface gráfica. Como usuário COMUM (sem privilégios administrativos de root) digite:
$ dropbox start -i
Janela 1:
Janela 2:
Janela 3:
Janela 4:
Uma das desvantagens em se usar o Dropbox é que podemos "upar" somente 2GB Free se quiser "upar" mais tem que desembolsar uma grana. :(
Janela 5:
Como você é um Geek você não usará a instalação Típica... é claro ;)
Janela 6:
Nesta janela na primeira opção você especifica que você terá uma pasta na sua home padrão com o nome de Dropbox, caso deseje especificar outra pasta escolha a segunda opção (porém eu não recomendo a segunda opção, explicarei mais abaixo).
Janela 7:
Eu como um bom paranóico não quero ficar digitando senha de root para manter o atributo dos arquivos "upados", portanto marquei a segunda opção.
Janela 8:
Marcando essa opção eu quero dizer que tudo abaixo de /home/rafael/Dropbox será compartilhado com a minha conta Dropbox.
Janela 9:
Janela 10:
Janela 11:
Janela 12:
Janela 13:
Instalação terminada! Enfim!!
Ao terminar esse procedimento minhas pastas Web já começaram a ser baixadas como podemos ver na imagem seguinte:
Terminada a instação!!!!
DICA MUTO IMPORTANTE:
Caso você tenha pouco espaço em disco assim como eu você poderá criar links simbólicos para dentro do seu diretório Dropbox e as pastas serão sincronizadas sem que haja duplicidade na sua /home. Para isso eu posso citar meu exemplo real, eu tenho 3 pastas a serem sincronizadas abaixo:
/home/rafael/Codigos
/home/rafael/Faculdade
/home/rafael/Backups
Agora eu crio 3 links simbólicos para que não haja duplicidades:
$ ln-sf /home/rafael/Codigos /home/rafael/Dropbox/Codigos
$ ln-sf /home/rafael/Faculdade /home/rafael/Dropbox/Faculdade
$ ln-sf /home/rafael/Backups /home/rafael/Dropbox/Backups
Feito isso tudo que for colocado na pasta Codigos será upado na próxima conexão a internet! :D
Quando você tem mais de um dispositivo (Máquina PC, Notebook, Smartphone e etc) basta seguir os mesmos procedimentos aqui descritos e você terá uma pasta compartilhada entre várias máquinas sem duplicidades! :D
SEGURANÇA:
Sobre a segurança na transferência dos arquivos podemos dizer que ela EXISTE pois a conexão é feita por HTTPS, e é criptografada (pra quem não sabe). Porém SEMPRE temos que ser paranóicos, portanto não coloquem arquivos de senhas, chaves pgp e outras coisas MUITO sigilosas na sua conta, por mais que só você possua a senha algum cretino sempre pode roubá-la de alguma forma.
Abraços e espero que gostem do post!
* fonte: blog Abra Seu Código
Rafael Henrique Sorocaba, Brazil* site: http://www.dropbox.com
IV Fórum de Tecnologia em Software Livre, 03 a 55 NOV 2011, Curitiba - PR
July 14, 2011 - No comments yetO SERPRO - Serviço Federal de Processamento de Dados, empresa do Ministério da Fazenda, com 45 anos de experiência desenvolvendo e administrando serviços de tecnologia da Informação e Comunicação para o setor público, tem investido estrategicamente em Software Livre buscando a otimização dos recursos públicos, incentivando e estimulando o compartilhamento de conhecimento e a cooperação entre as esferas federais, estaduais e municipais, iniciativas do segmento acadêmico e sociedade.
Nesse intuito, promoveu durante os últimos três anos o Fórum de Tecnologia em Software Livre – FTSL - regional Curitiba, onde são ofertadas palestras, minicursos, oficinas e workshops relativos ao Software Livre para empresas públicas e privadas, profissionais liberais, estudantes e comunidade em geral.
No último fórum foi iniciada uma discussão entre a sociedade e o SERPRO regional Curitiba sobre a criação de um evento de maior porte na cidade para o ano de 2011, em outro local que não as dependências do SERPRO.
Motivos para o direcionamento:
- Limitações de espaço físico e aumento gradual do público interessado;
- Dificuldades de negociação de parcerias e patrocínios devido as determinações da legislação Federal;
- Carência de eventos de software livre de maior porte na cidade de Curitiba;
- Mudança do modelo de eventos direcionados exclusivamente para a comunidade de software livre e desenvolvedores;
- Carência no mercado de informações sobre profissionais e empresas prestadores de serviços em software livre.
Objetivo do evento:
- Fomentar a geração de negócios em software livre;
- Demonstrar a qualidade e o crescimento regional na área tecnológica;
- Incluir a cidade de Curitiba no calendário nacional de eventos de Software Livre;
- Promover e estimular o compartilhamento de experiências entre comunidades de software livre e empresariado visando maior integração entre as partes;
- Promover o uso e o desenvolvimento de software livre e de código aberto como alternativa econômica a pequenos, médias e grandes empresas, sobre as tradicionais soluções proprietárias de custos de licença elevados;
- Estimular o desenvolvimento de tecnologia local com o uso do software livre, seja no campo empresarial, junto a administração publica ou ainda no âmbito acadêmico e comunitário;
- Oferecer aos participantes um momento de socialização envolvendo a temática do evento.
Mais informações no site do IV FTSL:
LibreOffice Conference, Paris - França 12 a 15 Outobro 2011
June 14, 2011 - No comments yetSeja Bem-vindo!
LibreOffice Conference
Paris - França
12 a 15 Outobro 2011
A The Document Foundation anuncia a primeira reunião anual do projeto LibreOffice, a LibreOffice Conference, será realizada em Paris de 12 a 15 outubro de 2011. Dando continuidade a tradição das conferências anteriores OOoCon. Será o evento para os interessados no desenvolvimento de Software Livre de produtividade, Padrões Abertos e do Formato Aberto de Documentos OpenDocument Format.
"Estamos orgulhosos do que temos conseguido até agora com LibreOffice e a The Document Foundation. Nós estamos vendo um ecossistema de crescimento rápido construído em Software Livre e da LibreOffice Conference será uma excelente oportunidade para conhecer os membros da nossa Comunidade, desenvolvedores e hackers ", Diz Charles Schulz, membro do Comitê Diretivo da The Document Foundation e um dos organizadores da conferência deste ano. "Paris tem sido um forte apoiador do software livre e na sequência de uma fantástica festa de lançamento em 2008 de um outro evento em Paris que era o OOoCon. Então, nós estamos felizes em anunciar nossa primeira conferência que será na França."
A LibreOffice Conference abordará vários aspectos da LibreOffice, incluindo a adopção, migração, desenvolvimento e interoperabilidade.
Para facilitar, a LibreOffice Conference 2011 em Paris será em dois locais:
- La Cantine: La Cantine é um local exclusivo para os inovadores, pesquisadores, empresários e projetos Software Livre e Open Source. La Cantine é um local de muitos projetos em andamento e inovações de TI ao redor de Paris.
- IRILL (Free Software Research Institute): Este instituto é um laboratório de pesquisa da French University Paris Diderot e o INRIA. Possui salas de conferência e será o local do ODF Master Class e o Marketing Track.
La Cantine:


Endereço: 151 rue Montmartre, Passage des Panoramas 12 Galerie Montmartre, 75002 Paris, France
IRILL:

Endereço: 23, avenue d'Italie, 75013 Paris, France
Uma relação de hoteis estarão disponíveis em breve, aguardem!
Fique atento para a abertura das inscrições e as chamadas de trabalhos
Chamadas de trabalhos, clique aqui ...
A programação do evento será anunciado aqui.
Para obter mais informações: se inscreva nesta Lista de Discussão
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Contato:
Se você quiser saber mais sobre The Document Foundation e sobre a LibreOffice Conference 2011, os porta-vozes a seguir terão o prazer em atendê-lo:
- Florian Effenberger (based near Munich, Germany, UTC+1)
Fone: +49 8341 99660880
Celular: +49 151 14424108
E-mail: floeff@documentfoundation.org
Skype: floeff - Olivier Hallot (based in Rio de Janeiro, Brazil, UTC-3)
Celular: +55 21 88228812
E-mail: olivier.hallot@documentfoundation.org - Charles H. Schulz (based in Paris, France, UTC+1)
Celular: +33 6 98655424
E-mail: charles.schulz@documentfoundation.org - Italo Vignoli (based in Milan, Italy, UTC+1)
Fone: +39 02 320621813
Celular: +39 348 5653829
E-mail: italo.vignoli@documentfoundation.org
Skype: italovignoli
Sites importantes:
- LibreOffice Conference 2011: http://conference.libreoffice.org
- Informações sobre LibreOffice: http://www.libreoffice.org
- The Document Foundation: http://www.documentfoundation.org
VIII EVIDOSOL E V CILTEC Online começa no dia 07 Junho
June 2, 2011 - No comments yetComeça no dia 07 e vai até 09 de Junho e é totalmente on line. Veja como se inscrever e participar. Trata-se de uma excelente oportunidade de conhecer e contribuir de alguma forma com sua interação em um dos mais sérios trabalhos existentes em defesa e divulgação do Software Livre no Brasil.
Tema Importante a ser discutido: Universidade, EAD e Software Livre
A PROGRAMAÇÃO já está disponível. O evento ocorrerá de 07 a 09 de junho de 2011 em salas de chat e em fóruns. Estarão disponíveis nessa programação: os códigos referentes aos slides a serem usados nas salas de chats e os links para os textos de cada fórum.
Para participar das interações do evento não é necessário login e senha. Faça o acesso diretamente pelos links no menu deste site. Para a partircipação nos fóruns do evento, é necessário registro no próprio site.
Ministério das Comunicações cria secretaria de Inclusão Digital e a titular será a Lygia
April 25, 2011 - No comments yetLygia Pupatto, do PT do Paraná, será a titular da secretaria. Pasta terá dois departamentos: Articulação e Formação e Infraestrutura.
O Ministério das Comunicações anunciou nesta quarta-feira (20) a criação de uma secretaria exclusiva para a inclusão digital. Conforme o comunicado, a nova secretaria ficará responsável por coordenar todos os projetos de inclusão digital do governo da presidente Dilma Rousseff, como os telecentros comunitários, em sintonia com o Programa Nacional de Banda Larga (PNBL).
A secretaria de Inclusão Digital será dividida em dois departamentos: Articulação e Formação e Infraestrutura, que criará um grupo de trabalho específico para traçar um projeto de expansão da internet para a zona rural.
A titular da secretaria será Lygia Pupatto, do PT do Paraná. A nova secretaria foi publicada na edição desta quarta-feira (20) do Diário Oficial da União. Porém, o nome de Lygia como titular ainda não foi publicado.
* fonte: G1 Globo
Agora o BrOffice chama-se LibreOffice
April 23, 2011 - No comments yet![]()
A comunidade brasileira de software livre tem o orgulho de anunciar que o produto BrOffice passará a se chamar LibreOffice, que conta com uma comunidade internacional da qual, nós, voluntários brasileiros, somos ativos participantes e colaboradores.
O pacote de escritório BrOffice ainda permanecerá com este nome na versão 3.3.x, tendo o nome substituído definitivamente a partir das versões 3.4.x. Já os demais projetos desenvolvidos pela comunidade brasileira, como portal, listas de discussão, revista, entre muitas outras iniciativas, já passam a adotar o nome “LibreOffice” em todos seus trabalhos. O projeto é mantido pelos milhares de desenvolvedores ao redor do planeta que optaram por seguir este caminho mais livre para o desenvolvimento a pleno vapor, respeitando a meritocracia e a liberdade. O amadurecimento e crescimento deste incrível pacote de escritório livre, multi-idiomas e multiplataformas pode ser comprovado pela rápida evolução comparado ao seu predecessor, o OpenOffice.org, trazendo ainda mais tranquilidade e segurança para todos os nossos usuários.
O projeto OpenOffice.org surgiu em 2000 e contou com a participação brasileira a partir de 2001. Naquela época, surgiu a comunidade OpenOffice.org.br que o traduziu e o divulgou no Brasil até 2004. Em 2005, a comunidade enfrentou problemas com o registro da marca no país. Assim surgiu o BrOffice.org, o mesmo produto OpenOffice.org em português do Brasil (pt-BR), mais as ferramentas linguísticas para nosso idioma.

Em novembro de 2010, a comunidade brasileira passou a apoiar o projeto LibreOffice, nascida da dissidência dos desenvolvedores do projeto OpenOffice.org que não concordavam com os rumos que o projeto seguia desde a compra da Sun Microsystem®, principal mantenedora do projeto OpenOffice.org, pela Oracle®, também no ano passado. Assim, o LibreOffice sofreu uma adaptação em seu código de forma que, ao detectar um computador configurado para português do Brasil, trocasse o nome do produto para “BrOffice”, sem o “.org”. Isto aconteceu no lançamento da versão 3.3.0. Os usuários do BrOffice.org que “atualizaram” seus sistemas para esta versão, passaram de um produto baseado tecnologicamente no OpenOffice.org para o LibreOffice de maneira transparente.

Dentro do projeto LibreOffice, a comunidade tem muito mais espaço e liberdade de participar em seu desenvolvimento, além de trazer para o nosso usuário todas as evoluções que foram feitas no projeto OpenOffice.org mais as inovações exclusivas do LibreOffice.
E agora, sem problemas relacionadas a marcas no País, a comunidade brasileira optou por seguir também com este novo nome, se integrando ainda mais ao projeto internacional e contando com esta incrível ferramenta de escritório.
* fonte: LibreOffice Brasil
22 de março: data prevista para o Firefox 4 definitivo
March 16, 2011 - No comments yetApós uma longa gestação, foi agendada a data do parto do Firefox 4: 22 de março. A nova versão trará uma série de novidades em relação à série 3.0, iniciada em 2008 – incluindo um novo gerenciador de extensões e novo leiaute para as abas.
A data foi anunciada pelo diretor de engenharia da Mozilla, mas ele mesmo avisa que se algum bug maior for encontrado até lá, ela pode ser adiada. (via h-online.com)
Deputado Enio Verri denuncia: Governo Beto Richa quer privatizar a Celepar
March 11, 2011 - 4 commentsPara Enio Verri, a terceirização de serviços representa um retrocesso para o estado. “A Celepar foi uma das empresas que abraçou o software livre”.
O líder da bancada de oposição na Assembleia Legislativa, deputado Enio Verri (PT), disse que os projetos do governo do Estado para a Celepar apontam para a privatização da Companhia de Informática do Paraná, a mais antiga empresa pública da área no país.
“Eles querem transformar a Celepar numa empresa intermediária de software. Eles vão abandonar o projeto do software livre, para onde caminha o mundo todo. O debate mundial é sair das mãos do software privado. O governo do Paraná vai na contramão”, atacou o deputado.

O temor de Verri se sustenta em declarações do governador Beto Richa (PSDB) e do presidente da Celepar, Jackson Carvalho Leite. Ao tomar posse no início de fevereiro, Leite mencionou as parcerias com o mercado como uma das suas principais metas. “Vamos reorganizar o processo, com muitos projetos que a própria Celepar pode fazer e outros que queremos fazer em parceira com o mercado”, disse Leite na sua posse, no início de fevereiro.
“A ideia é a Celepar passar a ser gestora de projetos e fazer a execução em compartilhamento com o mercado. Vamos dar esse encaminhamento em praticamente todas as áreas do Estado. E o mercado, certamente, vai ter muita coisa para fazer neste contexto”, emendou.
Para Verri, a terceirização de serviços representa um retrocesso para o estado. “A Celepar foi uma das empresas que abraçou o software livre, desenvolvendo programas para o governo do estado e que também forneceu para vários outros estados”, disse o líder da bancada de oposição.
Ele citou que o programa que controla as obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) é baseado no software usado pela Secretaria de Planejamento do Paraná, desenvolvido pela Celepar. “Vários estados estão usando os nossos programas e isso fortalece a nossa empresa”, afirmou.
Verri também destacou as declarações do governador, em entrevista à Rádio BandNews, quando admitiu que irá privatizar para dos serviços da Celepar. Esse não é um serviço essencial à população que o governo deva estar controlando 100%”, declarou o tucano.
O presidente da Celepar, Jackson Carvalho Leite foi procurado pela reportagem para explicar que serviços pretende terceirizar e que projetos pretende manter na Companhia, mas está viajando.
* leia mais nas fontes abaixo:
Crônicas da Latinoware 2010 - Parte 3
January 26, 2011 - No comments yet
Um bom projeto é aquele que conta uma boa história. Gerenciar um projeto destes envolve escrever um roteiro, um script para esta história. Há um programa bem legal, chamado Celtx, que serve para, a partir de um roteiro, gerenciar todos os recursos de uma produção. Assim, se chover em um determinado dia no qual foi programada uma filmagem externa, o produtor saberá quais os atores e equipe de apoio devem ser contatados para um eventual reagendamento, otimizando os recursos.
O roteiro da Latinoware partiu de uma série de "tags" sobre as quais já falei na primeira crônica. Estas tags constituíam o argumento inicial, as coisas sobre as quais nossa história deveria se desenvolver. A partir dela, elencamos nossos atores principais, os palestrantes "keynotes", e trabalhamos junto à coordenação de cada comunidade quais os temas que gostaríamos de ver abordados. Claro que nosso argumento era flexível e sujeito a boas ideias, mas ainda assim é necessária certa rigidez para que o evento não vire uma salada de frutas onde ninguém sabe para onde ir ou o que assistir.
Uma das nossas linhas envolvia a qualidade na produção de software livre, mostrando tanto casos de sucesso quanto falando de engenharia de software, incluindo qualidade e métodos ágeis. Conseguir o keynote nessa linha foi bem fácil. O Doug McIlroy, que teve a ideia de conectar processos através de encadeamentos chamados pipes lá na origem do Unix, era nosso convidado em 2009 e preferiu não vir. Ele é extremamente perfeccionista e preferiu ficar um ano inteiro preparando a palestra que ministrou este ano: "Better versus Bigger", melhor em oposição a maior. A importância do Doug tanto na história do Linux quanto por sua influência em engenharia de software e, em especial, métodos ágeis é bem ilustrada pelo fato do próprio Maddog ter solicitado para fazer a apresentação do Doug. Ele retribuiu a gentileza, apresentando Maddog no dia seguinte. Recheando este tema ainda tivemos as palestras sobre Gestão de Projetos com o GERPRO, do professor Aleks Montanha; a famigerada, infame e divertidíssima "Porque eu sou louco por testes e você é um bundão", do Henrique Andrade e do Sylvestre Mergulhão, além de uma série de outras que abordaram estes temas de maneira direta ou indireta. O programa está online para quem quiser conferir.
A parte relativa à multimídia, incluindo gráficos para a web e para a impressão, produção tridimensional, vídeo, áudio, realidade aumentada e outros é sempre muito procurada na Latinoware. E cada vez mais buscamos, em função do apelo destes assuntos, usá-los para trazer um público não-nerd para o evento. Claro que não deixamos os nerds de lado, mas queremos mostrar a todos que dá para produzir coisas muito legais e até curtir uma boa diversão com softwares livres. Aqui nosso keynote foi o Igor Novikov, que conheci por causa do professor Montanha, que mencionei acima. Em junho deste ano, participei, a convite do Montanha, do evento Solivre X. O Montanha pediu-me que fizesse uma palestra sobre algo que eu considerasse interessante em termos de softwares gráficos. Mesmo não sendo esta a minha praia, eu estava justamente pesquisando alternativas de soluções para preimpressão: algo que me permitisse pegar arquivos em Corel ou Adobe Illustrator, trabalhar com eles e enviar direto para a gráfica. Também tem a questão de que tudo o que o Montanha pede eu tento atender - ele faz a mesma coisa por mim e assim vamos colocando um ao outro em desafios intelectuais que só nos ajudam a crescer. Foi daí que cheguei no sK1, um software que é mantido pelo ucraniano Igor Novikov, com quem comecei a trocar emails e que acabou vindo para a Latinoware. O Igor viveu sob o regime comunista na União Soviética e eles tinham uma ideia utópica de liberdade que traduzia-se na cidade do Rio de Janeiro, para onde o Igor foi logo em seguida da Latinoware. A versão do sK1 lançada durante a Latinoware chama-se Made in Brazil, uma homenagem do Igor para nós.
Aqui já aconteceu uma coisa interessante. A palestra do Igor não lotou. O tema foi técnico demais para aqueles que trabalhavam diretamente com a produção gráfica e, por outro lado, o assunto já era de conhecimento do pessoal que trabalha mais pesadamente com gráficos em software livre. Um dos elementos do sK1, na verdade o seu núcleo, o Uniconvertor, é o que softwares como Inkscape, Scribus e outros já usam para abrir arquivos do Corel e Illustrator. Por outro lado, a interação do Igor com o pessoal mais técnico, depois de sua palestra, foi muito boa, trazendo muitas ideias para a produção impressa da própria Latinoware em 2011.
Eu teria muita coisa para destacar das atividades envolvendo multimídia e engenharia de software, mas tudo isto está muito bem coberto nas várias entrevistas que foram publicadas no portal da Latinoware. Então, deixo aqui, um roteiro de leitura para os interessados:
* Breno Azevedo da Silva - O boom dos jogos independentes e Jogos e Software Livre - Tudo a ver!
* Tomaz Canabrava - 'Cigano' Tomaz Canabrava ensina a fazer jogos em 15 minutos
* Cícero Moraes - Vídeo de presente para a Latinoware
* Luciano Lourenço - Multimídia e gráficos livres na Latinoware 2010
* Igor Novikov - Igor Novikov apresentará, na Latinoware 2010, alternativa livre ao Corel Draw
* Doug McIlroy - Complexidade na programação nem sempre é boa, diz Mcllroy e Doug McIlroy e seus "pipes" na Latinoware 2010
* Enrique Verdes - Qualidade para o Software Livre
* Ramiro da Luz - Python e Agilidade nas palavras de Ramiro da Luz
Mas falando de novo de roteiros. Lembram-se do vídeo que publiquei no primeiro artigo? Ele também começou com uma troca de ideias entre o Cícero Moraes, o Luciano Lourenço e este que vos escreve. O primeiro roteiro, nunca publicado além de nossos emails, está aqui. Entre ele e o vídeo final muita coisa mudou. Teve que ser adequada em função de restrições, acomodação de novas ideias, etc. É assim mesmo que projetos acontecem.
Na semana que vem, redes sociais, a internet das coisas e software livre na educação.
Esta crônica tem a colaboração de Joice Käfer.
Por Cesar Brod
Artigo publicado no Dicas-L
* fonte: www.latinoware.org
Crônicas da Latinoware 2010 - Parte 3
January 26, 2011 - No comments yet
Um bom projeto é aquele que conta uma boa história. Gerenciar um projeto destes envolve escrever um roteiro, um script para esta história. Há um programa bem legal, chamado Celtx, que serve para, a partir de um roteiro, gerenciar todos os recursos de uma produção. Assim, se chover em um determinado dia no qual foi programada uma filmagem externa, o produtor saberá quais os atores e equipe de apoio devem ser contatados para um eventual reagendamento, otimizando os recursos.
O roteiro da Latinoware partiu de uma série de "tags" sobre as quais já falei na primeira crônica. Estas tags constituíam o argumento inicial, as coisas sobre as quais nossa história deveria se desenvolver. A partir dela, elencamos nossos atores principais, os palestrantes "keynotes", e trabalhamos junto à coordenação de cada comunidade quais os temas que gostaríamos de ver abordados. Claro que nosso argumento era flexível e sujeito a boas ideias, mas ainda assim é necessária certa rigidez para que o evento não vire uma salada de frutas onde ninguém sabe para onde ir ou o que assistir.
Uma das nossas linhas envolvia a qualidade na produção de software livre, mostrando tanto casos de sucesso quanto falando de engenharia de software, incluindo qualidade e métodos ágeis. Conseguir o keynote nessa linha foi bem fácil. O Doug McIlroy, que teve a ideia de conectar processos através de encadeamentos chamados pipes lá na origem do Unix, era nosso convidado em 2009 e preferiu não vir. Ele é extremamente perfeccionista e preferiu ficar um ano inteiro preparando a palestra que ministrou este ano: "Better versus Bigger", melhor em oposição a maior. A importância do Doug tanto na história do Linux quanto por sua influência em engenharia de software e, em especial, métodos ágeis é bem ilustrada pelo fato do próprio Maddog ter solicitado para fazer a apresentação do Doug. Ele retribuiu a gentileza, apresentando Maddog no dia seguinte. Recheando este tema ainda tivemos as palestras sobre Gestão de Projetos com o GERPRO, do professor Aleks Montanha; a famigerada, infame e divertidíssima "Porque eu sou louco por testes e você é um bundão", do Henrique Andrade e do Sylvestre Mergulhão, além de uma série de outras que abordaram estes temas de maneira direta ou indireta. O programa está online para quem quiser conferir.
A parte relativa à multimídia, incluindo gráficos para a web e para a impressão, produção tridimensional, vídeo, áudio, realidade aumentada e outros é sempre muito procurada na Latinoware. E cada vez mais buscamos, em função do apelo destes assuntos, usá-los para trazer um público não-nerd para o evento. Claro que não deixamos os nerds de lado, mas queremos mostrar a todos que dá para produzir coisas muito legais e até curtir uma boa diversão com softwares livres. Aqui nosso keynote foi o Igor Novikov, que conheci por causa do professor Montanha, que mencionei acima. Em junho deste ano, participei, a convite do Montanha, do evento Solivre X. O Montanha pediu-me que fizesse uma palestra sobre algo que eu considerasse interessante em termos de softwares gráficos. Mesmo não sendo esta a minha praia, eu estava justamente pesquisando alternativas de soluções para preimpressão: algo que me permitisse pegar arquivos em Corel ou Adobe Illustrator, trabalhar com eles e enviar direto para a gráfica. Também tem a questão de que tudo o que o Montanha pede eu tento atender - ele faz a mesma coisa por mim e assim vamos colocando um ao outro em desafios intelectuais que só nos ajudam a crescer. Foi daí que cheguei no sK1, um software que é mantido pelo ucraniano Igor Novikov, com quem comecei a trocar emails e que acabou vindo para a Latinoware. O Igor viveu sob o regime comunista na União Soviética e eles tinham uma ideia utópica de liberdade que traduzia-se na cidade do Rio de Janeiro, para onde o Igor foi logo em seguida da Latinoware. A versão do sK1 lançada durante a Latinoware chama-se Made in Brazil, uma homenagem do Igor para nós.
Aqui já aconteceu uma coisa interessante. A palestra do Igor não lotou. O tema foi técnico demais para aqueles que trabalhavam diretamente com a produção gráfica e, por outro lado, o assunto já era de conhecimento do pessoal que trabalha mais pesadamente com gráficos em software livre. Um dos elementos do sK1, na verdade o seu núcleo, o Uniconvertor, é o que softwares como Inkscape, Scribus e outros já usam para abrir arquivos do Corel e Illustrator. Por outro lado, a interação do Igor com o pessoal mais técnico, depois de sua palestra, foi muito boa, trazendo muitas ideias para a produção impressa da própria Latinoware em 2011.
Eu teria muita coisa para destacar das atividades envolvendo multimídia e engenharia de software, mas tudo isto está muito bem coberto nas várias entrevistas que foram publicadas no portal da Latinoware. Então, deixo aqui, um roteiro de leitura para os interessados:
* Breno Azevedo da Silva - O boom dos jogos independentes e Jogos e Software Livre - Tudo a ver!
* Tomaz Canabrava - 'Cigano' Tomaz Canabrava ensina a fazer jogos em 15 minutos
* Cícero Moraes - Vídeo de presente para a Latinoware
* Luciano Lourenço - Multimídia e gráficos livres na Latinoware 2010
* Igor Novikov - Igor Novikov apresentará, na Latinoware 2010, alternativa livre ao Corel Draw
* Doug McIlroy - Complexidade na programação nem sempre é boa, diz Mcllroy e Doug McIlroy e seus "pipes" na Latinoware 2010
* Enrique Verdes - Qualidade para o Software Livre
* Ramiro da Luz - Python e Agilidade nas palavras de Ramiro da Luz
Mas falando de novo de roteiros. Lembram-se do vídeo que publiquei no primeiro artigo? Ele também começou com uma troca de ideias entre o Cícero Moraes, o Luciano Lourenço e este que vos escreve. O primeiro roteiro, nunca publicado além de nossos emails, está aqui. Entre ele e o vídeo final muita coisa mudou. Teve que ser adequada em função de restrições, acomodação de novas ideias, etc. É assim mesmo que projetos acontecem.
Na semana que vem, redes sociais, a internet das coisas e software livre na educação.
Esta crônica tem a colaboração de Joice Käfer.
Por Cesar Brod
Artigo publicado no Dicas-L
* fonte: www.latinoware.org
- Crônica parte 4
- Crônica parte 5
Crônicas da Latinoware 2010 - Parte 3
January 26, 2011 - No comments yet
Um bom projeto é aquele que conta uma boa história. Gerenciar um projeto destes envolve escrever um roteiro, um script para esta história. Há um programa bem legal, chamado Celtx, que serve para, a partir de um roteiro, gerenciar todos os recursos de uma produção. Assim, se chover em um determinado dia no qual foi programada uma filmagem externa, o produtor saberá quais os atores e equipe de apoio devem ser contatados para um eventual reagendamento, otimizando os recursos.
O roteiro da Latinoware partiu de uma série de "tags" sobre as quais já falei na primeira crônica. Estas tags constituíam o argumento inicial, as coisas sobre as quais nossa história deveria se desenvolver. A partir dela, elencamos nossos atores principais, os palestrantes "keynotes", e trabalhamos junto à coordenação de cada comunidade quais os temas que gostaríamos de ver abordados. Claro que nosso argumento era flexível e sujeito a boas ideias, mas ainda assim é necessária certa rigidez para que o evento não vire uma salada de frutas onde ninguém sabe para onde ir ou o que assistir.
Uma das nossas linhas envolvia a qualidade na produção de software livre, mostrando tanto casos de sucesso quanto falando de engenharia de software, incluindo qualidade e métodos ágeis. Conseguir o keynote nessa linha foi bem fácil. O Doug McIlroy, que teve a ideia de conectar processos através de encadeamentos chamados pipes lá na origem do Unix, era nosso convidado em 2009 e preferiu não vir. Ele é extremamente perfeccionista e preferiu ficar um ano inteiro preparando a palestra que ministrou este ano: "Better versus Bigger", melhor em oposição a maior. A importância do Doug tanto na história do Linux quanto por sua influência em engenharia de software e, em especial, métodos ágeis é bem ilustrada pelo fato do próprio Maddog ter solicitado para fazer a apresentação do Doug. Ele retribuiu a gentileza, apresentando Maddog no dia seguinte. Recheando este tema ainda tivemos as palestras sobre Gestão de Projetos com o GERPRO, do professor Aleks Montanha; a famigerada, infame e divertidíssima "Porque eu sou louco por testes e você é um bundão", do Henrique Andrade e do Sylvestre Mergulhão, além de uma série de outras que abordaram estes temas de maneira direta ou indireta. O programa está online para quem quiser conferir.
A parte relativa à multimídia, incluindo gráficos para a web e para a impressão, produção tridimensional, vídeo, áudio, realidade aumentada e outros é sempre muito procurada na Latinoware. E cada vez mais buscamos, em função do apelo destes assuntos, usá-los para trazer um público não-nerd para o evento. Claro que não deixamos os nerds de lado, mas queremos mostrar a todos que dá para produzir coisas muito legais e até curtir uma boa diversão com softwares livres. Aqui nosso keynote foi o Igor Novikov, que conheci por causa do professor Montanha, que mencionei acima. Em junho deste ano, participei, a convite do Montanha, do evento Solivre X. O Montanha pediu-me que fizesse uma palestra sobre algo que eu considerasse interessante em termos de softwares gráficos. Mesmo não sendo esta a minha praia, eu estava justamente pesquisando alternativas de soluções para preimpressão: algo que me permitisse pegar arquivos em Corel ou Adobe Illustrator, trabalhar com eles e enviar direto para a gráfica. Também tem a questão de que tudo o que o Montanha pede eu tento atender - ele faz a mesma coisa por mim e assim vamos colocando um ao outro em desafios intelectuais que só nos ajudam a crescer. Foi daí que cheguei no sK1, um software que é mantido pelo ucraniano Igor Novikov, com quem comecei a trocar emails e que acabou vindo para a Latinoware. O Igor viveu sob o regime comunista na União Soviética e eles tinham uma ideia utópica de liberdade que traduzia-se na cidade do Rio de Janeiro, para onde o Igor foi logo em seguida da Latinoware. A versão do sK1 lançada durante a Latinoware chama-se Made in Brazil, uma homenagem do Igor para nós.
Aqui já aconteceu uma coisa interessante. A palestra do Igor não lotou. O tema foi técnico demais para aqueles que trabalhavam diretamente com a produção gráfica e, por outro lado, o assunto já era de conhecimento do pessoal que trabalha mais pesadamente com gráficos em software livre. Um dos elementos do sK1, na verdade o seu núcleo, o Uniconvertor, é o que softwares como Inkscape, Scribus e outros já usam para abrir arquivos do Corel e Illustrator. Por outro lado, a interação do Igor com o pessoal mais técnico, depois de sua palestra, foi muito boa, trazendo muitas ideias para a produção impressa da própria Latinoware em 2011.
Eu teria muita coisa para destacar das atividades envolvendo multimídia e engenharia de software, mas tudo isto está muito bem coberto nas várias entrevistas que foram publicadas no portal da Latinoware. Então, deixo aqui, um roteiro de leitura para os interessados:
* Breno Azevedo da Silva - O boom dos jogos independentes e Jogos e Software Livre - Tudo a ver!
* Tomaz Canabrava - 'Cigano' Tomaz Canabrava ensina a fazer jogos em 15 minutos
* Cícero Moraes - Vídeo de presente para a Latinoware
* Luciano Lourenço - Multimídia e gráficos livres na Latinoware 2010
* Igor Novikov - Igor Novikov apresentará, na Latinoware 2010, alternativa livre ao Corel Draw
* Doug McIlroy - Complexidade na programação nem sempre é boa, diz Mcllroy e Doug McIlroy e seus "pipes" na Latinoware 2010
* Enrique Verdes - Qualidade para o Software Livre
* Ramiro da Luz - Python e Agilidade nas palavras de Ramiro da Luz
Mas falando de novo de roteiros. Lembram-se do vídeo que publiquei no primeiro artigo? Ele também começou com uma troca de ideias entre o Cícero Moraes, o Luciano Lourenço e este que vos escreve. O primeiro roteiro, nunca publicado além de nossos emails, está aqui. Entre ele e o vídeo final muita coisa mudou. Teve que ser adequada em função de restrições, acomodação de novas ideias, etc. É assim mesmo que projetos acontecem.
Na semana que vem, redes sociais, a internet das coisas e software livre na educação.
Esta crônica tem a colaboração de Joice Käfer.
Por Cesar Brod
Artigo publicado no Dicas-L
* fonte: www.latinoware.org
- Crônica parte 4
- Crônica parte 5
TRT/RJ diz por que está trocando BrOffice por MS Office 2010
January 24, 2011 - No comments yetEnviado por Tércio Martins (tercioΘpop·com·br):
“O TRT/RJ adquiriu o pacote Microsoft Office 2010 para todos os computadores do Tribunal. O objetivo do investimento é melhorar as condições de trabalho e, consequentemente, a produtividade. A instalação das mais de quatro mil licenças começou nesta semana.
O Microsoft Office reúne programas como processador de texto, planilha de cálculo, banco de dados e apresentação gráfica, além de gerenciador de tarefas, e-mails e contatos.
Até a aquisição do MS Office, o Tribunal utilizava o pacote BrOffice, software livre e gratuito que, apesar de atender às necessidades básicas dos usuários, na prática apresentava limitações, principalmente em relação ao intercâmbio de informações e arquivos com órgãos do Poder Judiciário e instituições públicas que não adotaram o BrOffice como padrão de suíte de automação de escritórios.
“Utilizávamos o antigo pacote de forma que a perda da produtividade não fosse impactante, mas o retrabalho era frequente”, explicou Leonardo Fontes Bollentini, diretor da Secretaria de Tecnologia da Informação (STI).
O investimento só foi possível após estudo detalhado da STI, que mapeou as dificuldades dos usuários e as incompatibilidades impostas pelo BrOffice.
Leonardo Bolletini ressaltou que a tendência é o aumento da produtividade das áreas judiciárias e administrativas do TRT/RJ. “Muitos tribunais estão tomando a mesma decisão. O MS Office é um padrão mundial. Nossos arquivos serão totalmente compatíveis com TST e TCU, por exemplo, que já utilizam o pacote da Microsoft”.
O diretor da STI informou ainda que o Sistema de Acompanhamento de Processos – SAPWEB continuará utilizando o BrOffice até que haja a integração com os novos aplicativos. Isso porque o SAPWEB foi desenvolvido para trabalhar com a antiga ferramenta, uma vez que a utilização do Microsoft Office era, até então, inviável do ponto de vista jurídico.
Com o novo posicionamento da Administração, a Divisão de Gestão de Sistemas e Portal (DGSP/STI) poderá então avaliar, em conjunto com o Comitê de Monitoramento e Evolução do SAPWEB, possíveis demandas que possam trazer todos os recursos disponíveis na suíte de escritório mais utilizada no mundo para os usuários do referido Sistema.
Assim, além de inúmeros benefícios na rotina diária, a aquisição de licenciamentos do MS Office possibilitará o aprimoramento dos documentos hoje elaborados no SAPWEB.
A instalação das licenças será gradativa, em pequenos grupos de usuários por vez, para que não cause impacto na rede e nos sistemas do Tribunal.”” [referência: portal1.trtrio.gov.br:7777]
BrOffice.org apresenta na Campus Party a nova marca alinhada a LibreOffice e TDF
January 22, 2011 - No comments yetCom a palestra ”The Document Foundation e BrOffice.org”, no palco Software Livre, realizada nesta quarta-feira, 19, Eliane Domingos, da Associação BrOffice.org e também responsável pelo projeto Revista BrOffice, explicou sobre as situações que levaram a criação da The Document Foundation (TDF) e seu impacto no software BrOffice e na comunidade.
Os pressupostos históricos foram apresentados para o melhor entendimento da situação atual, desde o início quando a empresa Sun Microsystem abriu o código do StarOffice possibilitando o surgimento da comunidade OpenOffice.org. O que ninguém esperava, era que essa comunidade se tornasse tão grande e tão forte acelerando o desenvolvimento do código por desenvolvedores voluntários ao redor do mundo.
Aqui no Brasil, o OpenOffice.org foi lançado em 2003, mas por problemas de marca a comunidade acabou conhecida como BrOffice.org. Embora os desenvolvedores voluntários estivessem animados uma preocupação sempre rondava: a política de atribuição de direitos autorais. Ou seja, toda e qualquer colaboração teria que ser autorizada pela Sun. Mesmo assim o projeto continuou a crescer.
nova marca BrOffice.org
A partir do momento em que a Sun foi adquirida pela Oracle e esta passou a tomar atitudes hostis contra projetos open source, acabando com o projeto OpenSolaris, por exemplo, e dificultando muito o diálogo com a comunidade, estabeleceu-se o caos e a confusão generalizada. “A comunidade ficou com medo e os sinais em torno do que aconteceria com o OpenOffice.org eram confusos. Quando a Oracle lançou o ‘Oracle Open Office’, as pessoas ficaram com medo do programa passar a ser vendido, mudando as regras do jogo”, contou Eliane.
A reação foi o surgimento da The Document Foundation, um resgate do projeto inicial nascido na Sun Microsystem, mas que agora pretendia levar a sério os objetivos e metas desrespeitados pelas empresas que tinham a prerrogativa e o poder de decisão únicos. Tudo aconteceu muito rápido. Em 30 dias a TDF foi criada. A Oracle foi oficialmente convidada a fazer parte do novo projeto, mas discretamente, ela rejeitou a oferta. A TDF passou a administrar o desenvolvimento do novo software batizado de LibreOffice e o Brasil tem cadeira cativa no Comitê Gestor, através de Olivier Hallot, consultor de TI e diretor financeiro voluntário da BrOffice.org.
A nova postura da TDF fez com que desenvolvedores do OpenOffice.org optassem pelo LibreOffice. Vários países, empresas e organizações se juntaram em torno do desenvolvimento do LibreOffice. “Tivemos liberdade de codificar, testar e atuar no LibreOffice, que será a nova base do BrOffice no Brasil”, explicou Eliane.
No final da apresentação várias perguntas e propostas foram debatidas acerca da marca no Brasil, sobre extensões e dependências de software proprietário, como é o caso do Sun Java.
Contato TDF no Brasil: Olivier Hallot - olivier.hallot(a)documentfoundation.org
Contato com a palestrante: Eliane Domingos - elianedomingos(a)revistabroffice.org
TDF anuncia o RC3 do LibrOffice 3.3,para testes
January 13, 2011 - No comments yetA The Document Foundation tem o prazer de anunciar o LibreOffice 3.3 RC3. Este release candidato a versão final não é destinado para uso em produção. A versão final do LibreOffice 3.3, para uso em produção, estará disponível em breve, aguarde.

O Release Candidato 3 está disponível para Windows, Linux e Mac OS X na nossa página de download, clique aqui..
Se você encontrar erros, por favor comunique-o Bugzilla Free Desktop, clique aqui ...
Se você queiser participar desse projeto e contribuir com o código, clique aqui ...
Se você quiser ajudar na tradução para seu idioma português, clique aqui...
Ou, simplesmente fazer uma doação para o projeto LibreOffice, clique aqui...
Uma lista de problemas já conhecidos no RC3 está no nosso wiki, clique aqui...
Nota: O BrOffice é o nosso LibreOffice
* fonte: LibreOffice
Chrome ganha mais de 10 mil extensões e se aproxima do Firefox
December 15, 2010 - No comments yetUm terço dos usuários do navegador utiliza extensões, que passaram a serem suportadas em sua quarta versão, lançada em dezembro de 2009.
A equipe do Chrome comemorou, na semana passada, um ano desde que o navegador ganhou suporte a extensões. A celebração é em relação ao beta da quarta versão do browser, cujo lançamento supriu a principal deficiência, até então, do software ante seu rival Firefox: a falta de personalização.
O modelo final só apareceria um mês depois, em 25/01, mas já com 1500 complementos. Desde então, o número não parou de crescer e, atualmente, está na casa dos 10 mil – especificadamente 10.182. Segundo um comunicado no blog, um terço dos usuários do Chrome utiliza ao menos algum deles.
O Firefox, que conta com a funcionalidade desde 2003, quando passou a ser chamado por esse nome – antes era conhecido como Firebird – não informa, em sua página, quantos complementos estão à disposição dos usuários. Somando as categorias lá mostradas, tem-se 12.762. No entanto, muitos dos programas são listados em mais de uma – ou seja, essa quantidade deve ser menor.
De qualquer forma, boa parte das extensões é oferecida para ambos os browsers, de modo que, independentemente da escolha do usuário, ele estará bem servido. Os outros navegadores mais populares – Internet Explorer, Safari e Opera – também já se renderam aos add-ons, devido à alta aceitação deles entre os internautas, mas, por enquanto, não oferecem nem metade do que Firefox e Chrome dispõem.
Por Ricardo Zeef Berezin, do IDG Now!
Publicada em 13 de dezembro de 2010 às 19h31
Serpro e Dataprev lançam Expresso em Nuvem
December 9, 2010 - No comments yetNesta quinta-feira, 9, em Brasília, será lançado oficialmente o primeiro serviço em nuvem do governo brasileiro: "O Expresso em Nuvem pretende ser um ponto de convergência de comunicação no governo", afirma Marcos Melo, coordenador responsável pelo projeto no Serpro.

"O conceito de nuvem muda bastante a característica da prestação de serviço, já que com o apoio de inteligência computacional teremos condições de oferecer melhor disponibilidade, mais qualidade e menor custo para os clientes", ressalta Melo. O objetivo do Serpro e da Dataprev é oferecer uma suíte de comunicação completa, que agrega correio eletrônico, agenda, mensageria instantânea, serviços VoIP, workflow, diretório único de governo, bem como a sincronização de mensagens e agenda com dispositivos móveis (celular), a todas as instituições públicas, independente do tamanho, desde pequenas prefeituras a grandes ministérios.
Mercado
A contratação de uma solução de correio eletrônico corporativo demanda alto investimento por parte das organizações. Com o Expresso em Nuvem, a expectativa é que o serviço tenha um valor muito menor do que o preço atual praticado e, com isso, possa viabilizar o uso de uma solução de comunicação livre, robusta e integrada. O modelo de negócio orientado a serviço será construído pelo Serpro, em conjunto com os parceiros, ao longo dos próximos quatro meses.
Outra vantagem do Expresso é que uma solução desenvolvida em código aberto não se restringe à redução dos custos, mas também gera independência tecnológica ao país e investimentos na produção e compartilhamento de conhecimento dentro do governo.
Monitoração
A expectativa é que o Expresso em Nuvem seja um serviço altamente crítico para o governo, por isso monitorado em tempo real, o que permite a atuação de forma rápida e eficaz em qualquer incidente. Para isso, conta com o apoio do Projeto Farol (arquitetura integrada de monitoração) para controlar todos os ativos tecnológicos envolvidos na disponibilidade do serviço.
Acessibilidade
O coordenador explica que as funcionalidades do Expresso não terão grandes alterações, mas que em paralelo ao lançamento do Expresso em Nuvem, será entregue um novo módulo de acessibilidade, que permitirá a pessoas com deficiência visual ter acesso a suíte de comunicação.
TV Serpro
Saiba mais sobre o Expresso em Nuvem na entrevista da TV Serpro.
Comunicação Social do Serpro - Brasília, 8 de dezembro de 2010
* Site Oficial: Expresso Livre
NOTA:
- O Expresso Livre foi desenvolvido pela Celepar - Companhia de Informática do Paraná
- Saiba mais sobre Computação em nuvem (Cloud Computing) aqui no Wikipédia
Novidades e agenda da próxima versão do Mandriva Linux 2011.0
December 9, 2010 - No comments yet
Depois de um longo período de silêncio, temos o prazer de compartilhar algumas novidades sobre a próxima versão do Mandriva Linux. E, para compensar por todo este tempo de silencio, sem novidades e anúncios, disponibilizaremos a vocês duas versões do Mandriva Linux. Isso mesmo, você leu corretamente. Nos próximos meses, não uma, mas sim duas versões do Mandriva serão lançadas! Primeiro, como um presente de natal, vamos lançar o Mandriva Linux 2010.2[1], com data estimada de lançamento para dia 22 de dezembro. O Mandriva 2010.2 é um gás na nossa versão mais recente, ou seja, o Mandriva 2010.1 turbinado com todas as correções de segurança e atualizações com bugfixes que foram lançadas depois dessa versão, adicionalmente estarão presentes diversas melhorias, estabilidade e correções de performance em muitos, mas muitos pacotes. E, dada a notícia sobre o Mandriva 2010.2, é claro, chegou a hora de anunciar o lançamento da próxima versão, o 2011.0 O Mandriva Linux 2011[2] será lançado seguindo a seguinte agenda:
- Mandriva 2011 Alfa: 31 de Janeiro de 2011 Iniciando com a versão Mandriva 2011, a política da Mandriva vai se alterar para 1 lançamento de versão estável por ano. Isto nos permitirá lançar versões ainda melhores, e – é claro – nos dará mais tempo para testar, validar e melhorar significativamente a qualidade geral dos produtos. As especificações técnicas e recursos serão anunciados e discutidos logo, e o árduo – mas interessante – trabalho vai começar. Fique ligado! Em breve mais novidades!
- Mandriva 2011 Beta 1: 28 de Fevereiro de 2011
- Mandriva 2011 Beta 2: 28 de Março de 2011
- Mandriva 2011 RC: 25 de Abril de 2011
- Mandriva 2011 Final: 30 de Maio de 2011
[1] http://wiki.mandriva.com/pt/2010.2_Development
Novidades e agenda da próxima versão do Mandriva Linux 2011.0
December 9, 2010 - No comments yet
Depois de um longo período de silêncio, temos o prazer de compartilhar algumas novidades sobre a próxima versão do Mandriva Linux. E, para compensar por todo este tempo de silencio, sem novidades e anúncios, disponibilizaremos a vocês duas versões do Mandriva Linux. Isso mesmo, você leu corretamente. Nos próximos meses, não uma, mas sim duas versões do Mandriva serão lançadas! Primeiro, como um presente de natal, vamos lançar o Mandriva Linux 2010.2[1], com data estimada de lançamento para dia 22 de dezembro. O Mandriva 2010.2 é um gás na nossa versão mais recente, ou seja, o Mandriva 2010.1 turbinado com todas as correções de segurança e atualizações com bugfixes que foram lançadas depois dessa versão, adicionalmente estarão presentes diversas melhorias, estabilidade e correções de performance em muitos, mas muitos pacotes. E, dada a notícia sobre o Mandriva 2010.2, é claro, chegou a hora de anunciar o lançamento da próxima versão, o 2011.0 O Mandriva Linux 2011[2] será lançado seguindo a seguinte agenda:
- Mandriva 2011 Alfa: 31 de Janeiro de 2011 Iniciando com a versão Mandriva 2011, a política da Mandriva vai se alterar para 1 lançamento de versão estável por ano. Isto nos permitirá lançar versões ainda melhores, e – é claro – nos dará mais tempo para testar, validar e melhorar significativamente a qualidade geral dos produtos. As especificações técnicas e recursos serão anunciados e discutidos logo, e o árduo – mas interessante – trabalho vai começar. Fique ligado! Em breve mais novidades!
- Mandriva 2011 Beta 1: 28 de Fevereiro de 2011
- Mandriva 2011 Beta 2: 28 de Março de 2011
- Mandriva 2011 RC: 25 de Abril de 2011
- Mandriva 2011 Final: 30 de Maio de 2011
[1] http://wiki.mandriva.com/pt/2010.2_Development
Ministério da Educação no Brasil prepara grande implantação com o sistema Mandriva Linux
December 9, 2010 - No comments yet
Ministério da Educação no Brasil prepara grande implantação com o sistema Mandriva Linux em computadores Classmate da Positivo Informática com processadores Intel
6 de dezembro de 2010
Esta é uma grande notícia para a Mandriva !! O MEC (Ministério da Educação), autoridade de educação do governo brasileiro, selecionou os computadores Classmate com processadores Intel operando com o sistema Mandriva Linux para uso educacional a nível nacional.
A Mandriva está trabalhando em parceria com a Positivo, fabricante do hardware, para oferecer esta solução de código aberto a qual auxiliará os professores a melhorarem a formação dos estudantes. Além disso, esta será uma das maiores implantações organizadas de Linux do mundo, com potencial para atingir 1,5 Milhões de unidades, e confirma o Linux como uma solução rentável, como um sistema operacional alternativo para computadores.
A decisão do governo brasileiro de escolher as soluções da Intel Learning Series (Linha de Aprendizagem da Intel) com o Mandriva Linux nos classmates reafirma o Linux como o sistema operacional preferível para o mercado global de educação, com o Mandriva sendo o líder no mercado Linux orientado à educação.
A edição brasileira do Mandriva é baseada na versão mais recente do Mandriva Linux para mini notebooks, a versão 2010, e foi adaptado para os computadores com processadores Intel com um lançador de aplicações exclusivo, que torna mais fácil o acesso às mais comumente necessárias aplicações de código aberto. A Positivo fabricará computadores classmate com processador Intel, que serão usados por professores, pais e alunos nas escolas brasileiras.
* fonte: blog Mandriva
LibreOffice: 4 razões para testar o Release Candidate 1
December 8, 2010 - No comments yetO pacote de aplicativos está disponível para Windows, Mac OS X e Linux, e em vários idiomas, inclusive em português.
A The Document Foundation lançou no último domingo (5/12), a Release Candidate (RC) – versão que antecede a final – do LibreOffice. Esta a primeira versão estável pacote de aplicatios de escritório open source. Liberado apenas após o lançamento da terceira versão beta, a RC está disponível para as plataformas Windows, Mac OS X e Linux e em vários idiomas, inclusive em português. A versão ainda não é adequada à aplicação definitiva em sistemas corporativos, devido à existência de possíveis falhas que serão corrigidas na edição final. No entanto, desde que o projeto foi divulgado, esta é a melhor oportunidade para testar o programa. 1. Melhorias A otimização do código tem sido um foco importante no processo de desenvolvimento do pacote. Com desenvolvedores, por exemplo, trabalhando para aumentar a qualidade e a estabilidade do código herdado do OpenOffice.org. Porém, ainda mais notável, é que todos os módulos do pacote estão sendo submetidos a extensas revisões, para incluir novos recursos, melhorar a compatibilidade com o Microsoft Office e oferecer um desempenho mais consistente. 2. Livre-se da Oracle Mas, enquanto a instituição continua afirmando publicamente o seu compromisso em manter o OpenOffice, muitas dúvidas tem sido levantadas sobre suas reais intenções. Por exemplo, ao processar a Google por usar Java no sistema móvel Android ou por encerrar o projeto OpenSolaris. Além disso, recentemente, a empresa reclamou a propriedade do projeto Hudson, originalmente desenvolvido pela Sun Microsystems. Tais ações foram em grande parte a razão pela qual a The Document Foundation resolveu desenvolver o LibreOffice. Com uma estrutura independente e aberta, o projeto já recebeu apoio de organizações como: Google, Novell, Red Hat, a Canonical, The Open Source Initiative e NeoOffice. 3. Grátis Você também pode baixar e testar a suite sem nenhum compromisso financeiro. 4. É apenas o começo "Especificamente, o LibreOffice permitirá que os usuários se concentrem na produção de documentos e não na parte mecânica do software", declarou Charles Schulz, porta-voz da The Document Foundation. De fato, o LibreOffice promete ser mais estável, mais compatível e mais poderoso que os demais pacotes de código aberto para escritórios. Assim que a versão final for lançada, muitas das principais distribuições Linux substituirão o OpenOffice pelo LibreOffice, então não existe melhor momento para verificar os recursos deste novo software. (Katherine Noyes) O LibreOffice é padrão ODF Open Document Format, ISO 26300 e NBR ISO 26300. As grandes distribuições de Gnu/Linux virão com o LibreOffice: Ubuntu, OpenSuse, Debian, Red Hat, Mandriva, Fedora, Slackware, Sabayon, Gentoo, Kalango, Desktop Paraná e muitas outras distribuições.
Em comparação com o OpenOffice.org 3.3 - o qual acaba de ganhar a sétima RC - foram acrescentadas inúmeras melhorias ao LibreOffice, com o intuito de aprimorar o desempenho do programa e torná-lo ainda mais atraente para os usuários corporativos.
Desde que a Oracle adquiriu a Sun Microsystems em 2010, muitas foram as preocupação sobre o futuro do OpenOffice.org, como também de outros projetos open source herdados pela companhia.
Como todo o software livre e open source, o LibreOffice não está apenas livre de um controle corporativo, como também é gratuito.
O LibreOffice 3.3 promete ser uma versão melhor e mais estável do OpenOffice.org, mas, considerando que se passaram menos de três meses desde que o projeto foi anunciado, é claro que é apenas um começo.
Saiba como visualizar abas não ativas no Firefox
December 7, 2010 - No comments yetSe você usa o Firefox, pode ser que sinta alguma inveja do recurso Guias Rápidas do Internet Explorer, que permite ver uma janela com miniaturas de todas as abas ou páginas que estão em uso no navegador.
Para fazer uso desse recurso também no navegador da Mozilla, existe um complemento chamado Tab Scope para visualizar as abas não abertas sem ter que abandonar a página ou aba atual.
| Divulgação | ||
![]() |
||
| Tela do complemento Tab Scope, que permite a visualização de abas do Firefox |
Uma vez instalado o complemento, basta passar o cursor sobre uma guia diferente da ativa para que uma pequena miniatura dela seja exibida.
Além da exibição do conteúdo da aba, o complemento também permite navegar na página e até mesmo clicar num link e exibir a página associada a ele.
Depois da instalação, o navegador deve ser reinicializado. Caso o conteúdo não seja imediatamente exibido ao passar o cursor sobre uma aba, clique no botão da lupa na pequena janela miniatura que é exibida.

José Antonio Ramalho é escritor, jornalista e fotógrafo. Publicou 105 livros sobre tecnologia, mitologia grega e fotografia, traduzidos para o inglês, espanhol, polonês, indonésio e chinês. Ganhou dois prêmios de jornalismo técnico.
* fonte: Folha
Google apresenta Chrome OS e navegador mais rápido
December 7, 2010 - No comments yetVelocidade foi a palavra de ordem para o Google no evento que ocorreu esta terça-feira (7), às 10h30 (16h30 no Brasil, horário de Brasília) em San Franscisco, nos EUA. O gigante da tecnologia apresentou detalhes do funcionamento de seu sistema operacional para dispositivos móveis, o Chrome OS, e novidades em seu navegador de mesmo nome.
O vice-presidente de gerenciamento de produtos da companhia, Sundar Pichai, chamou a atenção para o rápido crescimento do browser Chrome: já são 120 milhões de usuários. "O principal retorno que temos de quem usa o nosso navegador é: 'ele é muito rápido'. E é por isso que trabalhamos sempre para ele ficar mais rápido ainda", disse Pichai.
Segundo o executivo, o Chrome ficará, a partir da atualização anunciada nesta terça, cerca de 50 vezes mais rápido do que era em 2008. A Web Store, loja de aplicativos de sites como Amazon e New York Times, também já está no ar e O Chrome também passará a atualizar automaticamente, sem incomodar o usuário.
O sistema operacional do Google é totalmente baseado na web e tem a interface muito semelhante à do próprio browser da companhia, conforme Pichai demonstrou. As principais promessas são: inicialização praticamente instantânea e muito mais velocidade na execução de qualquer tarefa usando o computador. Pinchai demonstrou que é possível, em menos de um minuto, configurar o sistema e começar a navegar num equipamento com Chrome OS.
A desvantagem do sistema fica por conta da necessidade de conexão com a internet praticamente o tempo inteiro.
A sincronização de aplicativos, programas e documentos é outra característica do sistema -- que já acontece com o navegador. Não importa qual o dispositivo que você use, suas configurações vão ser sempre as mesmas, desde que você entre com seu login e senha.
Acer e Samsung são as primeiras companhias que usarão o Chrome OS em seus lançamentos globais, previstos para o meio do ano que vem.
* fonte: Folha de S. Paulo
Serpro ativa Expresso em Nuvem no dia 09
December 7, 2010 - No comments yetOferecer uma nuvem de comunicação integrada para os governos nas três esferas da administração pública. Essa é a missão do Expresso em Nuvem, que será lançado no dia 9 de dezembro, na sede do Serpro, em Brasília. revelou o responsável pela Coordenação da Solução Corporativa de Comunicação e Colaboração do Serpro, Marcos Melo.

O Expresso em Nuvem será comercializado como um cardápio de serviços no qual o cliente escolherá, de forma simples, o que precisa. O modelo de cobrança será simplificado e, basicamente, se dará a partir da capacidade de armazenamento que o cliente solicitar e da quantidade de aplicativos selecionados. Essa capacidade de armazenamento dos usuários poderá variar entre Gigas a Megabytes, o que definirá o número de contas de e-mail para uma instituição.
"Caso aconteça um aumento de usuários em uma empresa, todos os dias em um período determinado, ocorrerá uma busca de recursos automática para atender à elasticidade da demanda. Ocorrendo uma falha de um hardware, começará um movimento do pool de servidores para que uma máquina possa responder e manter a atividade em funcionamento", detalhou Melo.
O ideal de convergência da comunicação de todos os governos em uma ferramenta única que reúne aplicações como E-mail, Agenda, Catálogo de Endereços, Workflow, Mensagens Instantâneas e serviço de Voz sobre IP tem como base o uso da estrutura computacional subutilizada em entidades do governo. Depois do Serpro, a próxima empresa a colaborar com o Expresso em Nuvem será a Dataprev, que poderá ser seguida de várias outras.
"Pensar em compartilhar serviços e infraestrutura do governo pode envolver instituições como a Caixa Econômica Federal e Petrobras. Mas desenvolver o sistema de bilhetagem (billing) será um desafio", comentou Melo. Outros pontos que estão recebendo atenção especial do projeto, segundo Marcos Melo, são a segurança e a remuneração pelo uso dos recursos computacionais no governo. "O primeiro passo para garantir a segurança vem do cliente, quando diz qual dado é sigiloso. Muitos não sabem detalhes dos seus dados, e primeiro precisamos saber o que temos que proteger, para depois saber como", explicou.
* fonte 1: Leia mais em Convergência Digital
* fonte 2: Leia mais em Serpro
* fonte 3: Expresso Livre
Sistemas da Celepar são usados em 3,15 milhões de eventos diários
December 1, 2010 - No comments yet
A Celepar- Companhia de Informática do Paraná, a primeira empresa pública de TI criada no Governo Ney Braga em 24 denovembro de 1964. A maior empresa de Software Livre da América Latina.
Um dia sem os serviços da Companhia de Informática do Paraná significaria que mais de 3,15 milhões de eventos deixariam de ser realizados. Entre eles a expedição de notas fiscais eletrônicas, arrecadação de ICMS, impressão de documentos de identidade e de veículos e funcionamento de sites na internet. A importância da Celepar para a administração pública estadual foi ressaltada por seu diretor-presidente José Antonio de Castro durante a reunião semanal da Escola de Governo nesta terça-feira (30).
Castro aproveitou a exposição para esclarecer sobre os investimentos que a Companhia vem realizando neste final de governo. Estão previstos investimentos de R$ 18,8 milhões, dos quais R$ 12,6 milhões são da Celepar e o restante de outros órgãos, para aquisição de servidores e softwares necessários para a continuidade dos serviços da empresa, entre eles a expedição diária das notas fiscais eletrônicas. “Todas essas compras ainda estão em processo de licitação e não há nada consumado”, salientou.
Ao percorrer a linha do tempo da Companhia, que completou 46 anos de atividades na semana passada, Castro destacou os avanços obtidos pela mais antiga empresa de informática do país, e que é responsável por todos os serviços de desenvolvimento, hospedagem e manutenção de 850 sistemas eletrônicos distribuídos entre 111 órgãos do governo paranaense e de outros estados.
A Celepar coleciona ainda o desenvolvimento de 2,6 mil sites e portais na internet, que garantem serviços à população em várias áreas e a transparência das ações governamentais. O presidente da Celepar enfatizou também que o aumento do atendimento resultou também na duplicação dos números de funcionários que saltou de 653 em 2003 para 1094 em 2010.
Em relação à infraestrutura, a empresa evolui de 400 para 630 servidores com capacidade de armazenamento de dados de 430 terabytes. A Celepar também realiza a impressão de 30 milhões de formulários/ano, entre eles todos os documentos de identidade, certificado de registro de veículos, além de notificações diversas.
Ao final da exposição, Castro também revelou alguns números do atual Conselho de Tecnologia da Informação e Telecomunicações (COSIT), responsável pela análise dos pedidos de compra de equipamentos e serviços de tecnologia de informação e comunicação feitos pelas secretarias e demais órgãos do Estado. Do total de 2.109 processos analisados desde que a Comissão foi criada em 2004, 1.674 foram aprovados.
* fonte: Ag. Estadual de Notícias dos Paraná
Status atual do ODF e OpenXML
November 30, 2010 - No comments yetOutro dia, almoçava com um amigo que me perguntou:
Realmente, o assunto “padrão aberto de documentos” saiu do noticiário da mídia especializada, embora continue muito importante.
A cada dia, geramos mais e mais documentos eletrônicos. Provavelmente, nos próximos cinco anos geraremos tantos documentos digitais quantos foram gerados nos últimos 25 ou 30 anos. Adotar um padrão aberto para documentos é essencial para governos. Governos precisam compartilhar informações entre os seus diversos órgãos sem ter que se preocupar com incompatibilidades entre os formatos de documentos. Os governos tem que garantir a integridade e perpetuidade dos seus documentos, que são a memória da nação, mesmo após o software que o criou ter desaparecido do mercado. Documentos podem existir por dezenas ou centenas de anos. O mesmo não deverá acontecer com os softwares que compõem uma suíte de escritório. A adoção de um padrão aberto, baseado em XML, garante que mesmo sem o software original, o documento continuará sendo acessado. Além disso, os governos também tem que garantir que uma informação pública seja acessada por qualquer produto de software, sem impor aos cidadãos a obrigatoriedade de uso de um determinado software.

Mas o que é um padrão aberto?
É um padrão independente de fornecedor (não pode ser controlado por nenhuma empresa ou pessoa), publicado de forma aberta, sem restrições de licenciamento e pagamentos de royalties, não aprisionando o usuário a uma única plataforma.
Um padrão aberto é fundamental para o nosso mundo globalizado e interligado. Os países, empresas e os cidadãos interoperam uns com os outros e, para que esta interoperabilidade aconteça. é absolutamente necessário que todos estejam de acordo com a forma desta interoperabilidade ocorrer. Ou seja, quanto mais padronizados forem os mecanismos de interoperabilidade, menos esforço vai demandar para criarmos interfaces de interoperação e mais rápida e ágil ocorrerá a comunicação. Simples assim. Aliás, sem padrões abertos simplesmente não teríamos a Internet!
Padrões abertos tornam possível que quaisquer empresas, cidadãos e países se plugem no mundo globalizado.
Neste contexto, muitos governos já adotaram ou estão em via de adotar o ODF (Open Document Format) como seu padrão aberto de documentos. Mas ainda vemos muita confusão e desinformação sobre esta questão, principalmente pelo surgimento de um padrão alternativo, o OpenXML, proposto pela Microsoft.
Este padrão foi proposto inicialmente como uma forma de preservar o espaço criado pelos formatos proprietários da suite Office, diante das demandas dos governos por padrões abertos, que começavam a voltar sua atenção ao ODF. Para tornar o OpenXML aberto, seria fundamental que ele fosse aceito pela ISO (Organização Internacional de Padrões). Depois de muitos debates e discussões, cujo histórico pode ser visto na coletânea de posts sobre o assunto em http://www.smashwords.com/books/view/2969, a Microsoft concordou em criar duas classes de conformidade. Uma delas, chamada de “Transitional”, incluia componentes que dependiam diretamente de recursos disponiveis exclusivamente no sistema Windows, e que seria adotada como meio de facilitar a transição dos documentos legados, em formato proprietário, para o padrão aberto. Esta classe de conformidade deveria ser usada, portanto, apenas para a migração e não para a criação de novos documentos. A outra classe, “Strict”, satisfazia as demandas da ISO e o OpenXML, foi então aprovada como padrão aberto pela entidade, como ISO/IEC 29500, em março de 2008.
Mas como estão as coisas agora, em 2010?
O ODF está sendo adotado por governos de vários países do mundo, inclusive Brasil. O OpenXML, por sua vez, é implementado por um conjunto de versões diferentes, o que gera incompatibilidade e riscos de preservação e acessos futuros aos documentos. Vejamos:
Corretor Gramatical - Lançamento do CoGrOO 3.1.0
November 30, 2010 - No comments yet
O portal conta hoje com ferramentas que permitem experimentar o corretor gramatical, visualizar análise gramatical, verificar as regras existentes e reportar problemas do CoGrOO. No futuro, os usuários poderão usar as ferramentas online para desenvolver novas regras e complementar o dicionário do CoGrOO, posteriormente colocando essas contribuições sob avaliação da comunidade, e caso seja positiva, a contribuição passará a fazer parte da versão seguinte do corretor.
A integração disponível no CoGrOO 3.1.0 permite reportar problemas do corretor gramatical direto do BrOffice através de um formulário. Para acessar o formulário, basta selecionar o texto com problema, clicar na frase com o botão direito do mouse e, em seguida, escolher a opção Reportar erro do CoGrOO. É possível acessar o mesmo formulário através de Ferramentas > Corretor Gramatical CoGrOO > Reportar erro.

Figura 1: Reportar problema pelo menu de contexto

Figura 2: Reportar problema pelo menu ferramentas
Além da integração com o CoGrOO Comunidade, a versão 3.1.0 sofreu grandes mudanças de infraestrutura como parte dos preparativos das próximas revisões.
Faça download do CoGrOO 3.1.0: http://cogroo.sourceforge.net/download/current.html
Visite o portal CoGrOO Comunidade: http://ccsl.ime.usp.br/cogroo/comunidade
Câmara dos Deputados: Ciência e Tecnologia aprova prioridade para Software Livre na administração pública
November 27, 2010 - No comments yet Comissão de Ciência e Tecnologia aprova proposta que garante preferência para os softwares livres na contratação de produtos e serviços de informática feitas pela União, pelos estados, pelo Distrito Federal e pelos municípios.
A medida, que também vale para as empresas públicas, está prevista no projeto de lei (2269/99) do deputado Walter Pinheiro, do PT da Bahia, e em outras seis propostas que tramitam conjuntamente.
Os governos estaduais, municipais e o governo federal gastam cerca de 2 bilhões de dólares por ano com pagamento de aluguel de licenças de softwares proprietários, como o Microsoft Windows e o Adobe Photoshop. Um dos objetivos do projeto é reduzir os custos para o Estado.
O texto da relatora, deputada Luiza Erundina, do PSB de São Paulo, define que software livre é o que garante a qualquer usuário a execução do programa para qualquer finalidade e a redistribuição de cópias sem custos adicionais.
O software livre também deve garantir às pessoas o estudo de seu funcionamento, permitindo a sua adaptação às necessidades do usuário, seu melhoramento e a publicação dessas melhorias, entre outros pontos.
De acordo com Luiza Erundina, a adoção de software livre possui três objetivos: aumentar a competitividade da indústria nacional de software, oferecer condições de capacitação para o trabalhador do setor, e diminuir o gasto público com o licenciamento de programas de computador.
"O software livre não é gratuito, ele é pago. Porém, ele admite uma série de possibilidades que dão uma autonomia, uma liberdade e uma condição de o poder público usá-lo de forma mais adequada, mais útil,e que atenda melhor ao interesse público. Evidente que o administrador público ou o administrador daquela instituição majoritária do poder público pode adquirir o software proprietário, porém ele tem que justificar."
Apesar de considerar o projeto bem intencionado e de ser favorável ao software livre, o deputado Miro Teixeira, do PDT do Rio de Janeiro, votou contra a proposta.
Ele diz que o texto, ao exigir preferência para o software livre, deixa brechas para que o software proprietário seja contratado.
Outro problema do projeto, na opinião de Miro Teixeira, é que não há, no texto, penalidade prevista para o administrador público que não optar pelo software livre nos casos em que deva fazê-lo.
"Eu acho que é o projeto errado. A intenção é ótima. Agora, quando o projeto é autorizativo ou então manda dar preferência a alguma coisa, ele não está mandando fazer nada - essa é a questão. E nós, aqui (na Câmara), fazemos leis. São imposições dentro na nossa ordem jurídica. Finalmente, quando se trata de tecnologia, eu não gosto muito de fazer amarrações em lei. A lei atrapalha a tecnologia. Todo tipo de avanço que você teve não dependeu de lei para ter. A internet que está aí não surgiu de nenhuma lei. É criação das pessoas desse planeta Terra. Então, não vamos imaginar que a lei colabora com a tecnologia. A lei que colabora com a tecnologia é a lei que destina recursos à pesquisa científica e tecnológica."
A proposta ainda será analisada pelas comissões de Trabalho; e de Constituição e Justiça.
De Brasília, Renata Tôrres.
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
Reprodução autorizada mediante citação da Rádio
* fonte 1: Câmara dos Deputados
* fonte 2: Convergência Digital
Novo Hamburgo - RS: Empresas públicas adotarão formato aberto para documentos digitais
November 27, 2010 - 2 commentsNovo Hamburgo - Com o objetivo de facilitar o acesso dos contribuintes e dos próprios servidores aos documentos digitais gerados, a Prefeitura de Novo Hamburgo, a secretária de Tecnologia da Informação e Inclusão Digital de Novo Hamburgo, Márcia Schuler, participou na tarde de quinta-feira, 25 de novembro, da sessão da Câmara Municipal.

Márcia fez a sustentação do Projeto de Lei nº 112, encaminhado pelo Executivo, que garante o uso de um formato de padrão internacional para o armazenamento dos arquivos eletrônicos.
Aprovado por unanimidade em segunda votação, o projeto determina que órgãos e entidades da Administração Pública direta e indireta, além das autarquias adotem, preferencialmente, formatos abertos de arquivos para criação, armazenamento e disponibilização digital de documentos como textos, planilhas e apresentações. Além de facilitar o acesso, a proposta prevê economia aos cofres municipais, já que os softwares são gratuitos.
"Estamos protegendo os documentos do Município e também possibilitando que as pessoas tenham acesso facilitado a eles, uma vez que não precisam adquirir suítes proprietárias. Buscamos também padronizar os formatos e desta forma facilitar os serviços oferecidos aos contribuintes", afirmou Márcia, que aproveitou a oportunidade para apresentar um balanço das atividades realizadas pela SETID durante a atual gestão.
Proposta prevê economia aos cofres municipais, já que os softwares são gratuitos.
* fonte: Jornal NH
Foto: Bruna Provenzano
Secretária de Tecnologia da Informação e Inclusão Digital de Novo Hamburgo, Márcia Schuler, fez a sustentação do projeto de Lei que determina o uso de um padrão internacional de armazenamento dos arquivos eletrônicos da Prefeitura de Novo Hamburgo.
* fonte: Prefeitura de Novo hamburgo
Parabéns Márcia!
Parabéns ao Prefeito de Novo Hamburgo
Parabéns aos vereadores de Novo Hamburgo
Parabéns a Cidade de Novo Hamburgo
Vitorio Furusho - ODF Alliance Award
LibreOffice, mais de 30 mil linhas retiradas
November 17, 2010 - No comments yetE o desenvolvimento do LibreOffice continua, basta observar a lista de discussão dos desenvolvedores que você vai ver mais patches enviados e aceitos do que discussões.

E hoje foram lançadas na lista algumas informações interessantes sobre como o projeto estava e como ele está agora em número de linhas. No começo, quando foi feito o fork, eram 5.671.099 linhas e hoje estamos com 5.638.347, isso mostra que os desenvolvedores já retiraram mais de 30 mil linhas de códigos.” [referência: lists.freedesktop.org]
Enviado por Revol (revol·codeΘyahoo·com):
Latinoware 2010: “Contribuir com o Ubuntu é para seres humanos”
November 15, 2010 - No comments yet
Nesta palestra não foi um programador que falou sobre software livre mas, sim, um artista cênico. Kemel Zaidan mostrou com a sua experiência que “Contribuir com o Ubuntu é para seres humanos”, tema que foi ministrado no espaço Paraguai, da Latinoware 2010. “Uso software livre há quatro anos e comecei a contribuir logo que comecei a utilizar”, disse.
Hoje Zaidan cursa Análise e Desenvolvimento de Sistemas, mas explicou de maneira prática como qualquer pessoa com diferentes formações profissionais ou que simplesmente tenha aptidão para um tema específico pode contribuir para que o Ubuntu seja um sistema operacional cada vez mais popular.
O primeiro passo, de acordo com Zaidan, para desmistificar a ideia de que o software livre é difícil, é a divulgação. “É fácil e é muito importante. O Linux era mais complexo e atingia um público mais avançado. O Ubuntu mudou a cara do universo Linux, se aproximando do usuário comum. As pessoas precisam saber que não é difícil ter e utilizar este sistema”, lembrou.
Muitas pessoas que não são da área de informática costumam contribuir com a tradução do Ubuntu. “99,9% dos softwares livres são traduzidos pela comunidade, por pessoas que usam os programas e não são programadores, mas contribuem”, disse Zaidan. Hoje, o Ubuntu tem dezenas de idiomas disponíveis, o que faz com que sua abrangência seja maior.
A acessibilidade na comunidade Ubuntu é uma das características priorizadas. “Perguntas simples raramente são ignoradas, nossos fóruns são monitorados para que isso não aconteça. O desenvolvimento do software livre depende da base de usuários crescente. A partir do momento que temos vários usuários contribuindo, a plataforma fica melhor”, lembrou.
Segundo Zaidan, para participar como colaborador é muito fácil. Basta se registrar no site (wiki.ubuntu-br.org/TimeDeDocumentacao). Todo o desenvolvimento do Ubuntu é centralizado pela ferramenta (launchpad.net).
O artista cênico ainda atenta para o fato de que estas contribuições não se limitam ao Ubuntu, “tudo equivale para outros softwares livres, que têm necessidades iguais ou semelhantes”.
“Cada grupo tem sua logística e filosofia. Vemos usuários avançados que utilizam o Ubuntu. O Ubuntu já vem com enfoque de respeito aos que estão chegando. A força do Ubuntu é a preocupação com os que estão chegando”, complementou.
* fonte: Latinoware 2010
Latinoware 2010: CISL admite dificuldade para implantar softwares livres nos órgãos públicos federais
November 15, 2010 - No comments yet
Representantes do Comitê de Implementação de Software Livre do Governo Federal (CISL), convidados para ministrar palestra no Latinoware 2010, admitiram que a utilização de softwares livres por parte dos órgãos públicos federais apresenta grande variação e restrições para a sua implantação.
“Alguns órgãos ainda não seguem as diretrizes do Governo Federal”, relatou Paulo F. Pastore, do Serviço Federal de Processamento de Dados (SERPRO). “Existem órgãos que nem sequer têm conhecimento (do software livre). Mas nas universidades essa adesão está bastante apurada, pois é um público bastante avançado para a mudança”, completou.
Em um levantamento realizado pelo CISL com 233 órgãos, apenas 129 responderam ao questionário sobre as ferramentas e soluções desenvolvidas em software livre, cujo resultado tem como objetivo subsidiar novas ações do Governo. O mapeamento realizado junto aos órgãos da administração pública mostrou, por exemplo, que apenas 50% utilizam sistemas de correio eletrônico livre. O resultado foi classificado por tópicos (Inexistente; Inicial; Em Andamento; e Uso Majoritário) e está disponível para consulta no www.softwarelivre.gov.br/levantamento.
O documento mostra que a adesão por parte das agências nacionais como a Anatel, Ancine, Anac, ANTT e a Anvisa, entre outras, ainda é muito baixa. Já nos bancos, institutos, universidades e ministérios federais a utilização vem acontecendo gradativamente. “Nosso objetivo, nos próximos quatro anos, é chegar num momento irreversível, quando os próprios servidores passem a defender e a utilizar naturalmente o software livre. Chegar a uma adesão 100% é quase impossível”, disse Júlio Neves, da coordenação do CISL.
Uma instrução normativa (IN04/2009), em vigência obrigatória a partir deste ano, estabeleceu que ao se adquirir uma tecnologia proprietária, primeiro o órgão deve verificar a não existência de uma alternativa livre. Esse instrumento foi considerada a primeira ação normativa no Brasil. “Em 2008, apenas, o Governo Federal economizou em torno de R$ 380 milhões com a utilização de software livre”, revelou Julio Neves. Para finalizar a palestra ele fez um convite aos participantes: “Junte-se a nós, contribua e desfrute deste ambiente colaborativo”.
Saiba mais sobre o CISL no www.softwarelivre.gov.br
* fonte: latinoware 2010
Latinoware 2010: PTI tem cerca de 90% da infraestrutura de TI baseada em software livre
November 15, 2010 - No comments yet
O Parque Tecnológico Itaipu (PTI) dá exemplo quando o assunto é software livre. Desde que foi inaugurado, em 2003, o Parque tem suas atividades na área de informática baseadas na utilização do software livre. Hoje, nas estações de trabalho, 90% utilizam Linux e BrOficce e 91% dos servidores corporativos utilizando software livre tanto para trabalhos diários como para projetos.
A infraestrutura do PTI é baseada em software livre. “Só quando é comprovadamente impossível a utilização do software livre que utilizamos o software proprietário”, destaca o gerente de TI, Silvio Mendes. De acordo com Mendes, entre as vantagens do software livre estão a oportunidade de negócios, a economia e a independência.
A Fundação Parque Tecnológico Itaipu (FPTI) é uma das signatárias do Protocolo Brasília, documento elaborado para firmar compromisso entre organizações para utilização do Open Document Format - Formato Aberto de Documentos (ODF) como padrão para o armazenamento de documentos internos e para a troca de documentos com as demais organizações signatárias do protocolo.
Exemplos da utilização do software livre no Parque não faltam. No Centro Internacional de Hidroinformática (CIH) toda a plataforma de geoprocessamento é feita em software livre. Assim como no Instituto de Tecnologia Aplicada e Inovação (ITAI), que desenvolve sistemas em tempo real de automação baseados em software livre. Além disso, empresas incubadas são especializadas nas melhorias de sistemas em código aberto.
“A utilização do software livre permite que novas empresas se desenvolvam como é o caso do PTI, temos diversas empresas que trabalham com plataformas livres, seja ela na questão de gerência de rede, de infraestrutura, sistemas operacionais como também aplicações baseadas em software livre”, disse o superintendente do PTI, Juan Carlos Sotuyo.
Protocolo Brasília
O Protocolo Brasília ODF é um documento elaborado para firmar compromisso entre organizações para utilização do ODF como padrão para o armazenamento e troca de documentos com as organizações signatárias do protocolo.
Após a assinatura, o ODF deve ser divulgado internamente na organização, que também deve promover a utilização de programas compatíveis ao formato. Além disso, para compartilhar as experiências de sucesso, agilizando e simplificando a migração para ODF, as organizações signatárias assumem o compromisso de compartilhar as soluções que possam acelerar a adoção do ODF.
* fonte: Latinoware 2010
Programa de capacitação do Governo Federal é apresentado na Latinoware
November 15, 2010 - No comments yetUma iniciativa do Governo Federal, por intermédio do Instituto Nacional de Tecnologia da Informação (ITI), da Casa Civil, desenvolve o aprendizado de sistemas de softwares abertos para interessados em conhecer a plataforma. Durante a palestra no Latinoware 2010, o assessor do Centro de Difusão de Tecnologia e Conhecimento (CDTC), Djalma Valois, explicou como funciona o programa, criado em 2004.
Os cursos - à distância, em parceria com universidades - podem ser feito como forma de aprimoramento profissional, atendendo empresas públicas ou pessoas físicas. “O programa estimula o conhecimento a ser aplicado tanto na qualificação profissional, quanto no uso com as comunidades”, exemplifica Valois. Ao todo, o projeto se estende a 2.600 cidades. O Paraná é o estado com mais alunos matriculados, com treze mil pessoas.
Cursos – O programa oferece 78 cursos, com duração de uma a nove semanas, de acordo com a formação pretendida. As formações são divididas em Básico, com introdução à microinformática, Técnico, Programador, Administradores de Redes Livres e Agente de Registro. No endereço http://cursos.cdtc.org.br estão disponíveis a relação do conteúdo das aulas e agendamento das turmas, além de informações de como participar.
Segundo o assessor, o projeto gera impacto social, pois amplia as liberdades individuais com o acesso da tecnologia. Além disso, estimula o estudo e o desenvolvimento desse mercado emergente. “A ideia é o Estado prover certificação profissional para o mercado de trabalho, fazendo com que o cidadão tenha, pelo menos, o conhecimento básico dessa ferramenta, e, a partir daí desenvolver seu conhecimento técnico”, argumentou.
Itaipu – Segundo Valois, já está sendo estudada a implantação de um polo do CDTC no Parque Tecnológico de Itaipu (PTI), possivelmente no próximo ano. “O Paraná apresenta uma postura mais avançada em relação aos sistemas livres. Itaipu e o PTI já aderiram a migração total à plataforma, por isso a implantação de um polo aqui é importante”, disse.
* fonte: Latinoware 2010
IWEEE 2010: Software livre como instrumento para salvar vidas
November 15, 2010 - No comments yet
A Latinoware 2010 sediou, pela primeira vez, o IWEEE – Internacional Workshop on e-Health in Emerging Economies (Workshop Internacional sobre e-Saúde em economias emergentes), com a participação de especialistas e representantes dos governos do Brasil, Paraguai, Argentina, Chile, Nigéria e Espanha.
Durante todo o dia, das 10 às 16h, no Espaço Brasil, os palestrantes convidados exibiram ao público presente cases de sucesso e perspectivas sobre os projetos desenvolvidos na área de saúde em seus países de origem. Todos os programas apresentados são softwares livres voltados, exclusivamente, para a área de medicina.
“A gente percebeu que países que ainda estão em desenvolvimento já se utilizam de excelentes ferramentas que conciliam tecnologia com saúde, com o objetivo de salvar vidas e contribuir com o trabalho de médicos e da administração hospitalar. E, como são softwares livres, é gratificante saber que podem ser compartilhados e integrados por outros países. É muito edificante ter a oportunidade de trabalhar com algo que diretamente está salvando vidas”, destacou Tatiana Al-Chueyr, criadora do InVesalius, um software aberto que visa auxiliar o diagnóstico e o planejamento cirúrgico e está disponível para download no Portal do Software Público Brasileiro.
Luis Simes, da Faculdade de Medicina H.A. Barceló, da Argentina, defendeu o software público como um ativista social. “Temos que pensar em um ecossistema e não num 'egossistema'. Temos que incorporar mais e pensar no coletivo e não só no lado pessoal”. Ainda, segundo ele, os profissionais ou servidores públicos que atuam na confecção de softwares livres voltados à saúde precisam ter consciência e ética para saber que o tempo e o dinheiro investidos na criação de um sistema novo estará, de alguma maneira, ajudando a sociedade.
Para o representante do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão e da Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação, Corinto Maffe, salvar vidas é sempre a prioridade e, por conta disso, a tecnologia acaba ficando em segundo plano. “A solidariedade do código aberto deve ser a mesma para a área de saúde. O software livre na área da medicina é um tema muito importante e estou muito feliz pelo Latinoware ter abraçado essa causa.”, completou.
* fonte: Latinoware 2010
TDF oferece visualização de novos produtos e desenvolvimentos tecnológicos
November 15, 2010 - No comments yet
Próximo do lançamento da primeira versão estável do LibreOffice a The Document Foundation publicou o seguinte Comunicado de Imprensa, gentilmente traduzido e revisado pela equipe de tradução da comunidade BrOffice.org:

"A Document Foundation trata de documentos e os softwares associados a isso são fundamentais para criar, trocar, modificar, compartilhar e imprimi-los", disse Thorsten Behrens, um desenvolvedor de software e membro do Comitê Gestor da TDF. "O LibreOffice 3.3 é o primeiro aperitivo da estratégia de longo prazo, mas a jornada apenas começou, e as enormes vantagens da nossa filosofia de acolhimento das ideias dos desenvolvedores, ainda não estão totalmente refletidas na próxima versão do software"
O LibreOffice 3.3 é baseado no OOo 3.3, com otimizações de código e muitos recursos novos, que oferecerão uma previsão da direção do desenvolvimento para 2011 em diante. Os fundadores da TDF preveem um futuro completamente diferente para o paradigma da suíte de escritório, cujo formato atual tem mais de 20 anos, para basear-se no documento (onde o software é uma camada para a criação ou para a apresentação dos conteúdos).
Os desenvolvedores da TDF estão trabalhando a todo vapor para melhorar a qualidade geral do código do OOo, o que é um bom ponto de partida, tornando a facilidade dos testes do código e a garantia da qualidade uma prioridade. Esta é uma área na qual os novos desenvolvedores e hackers de código, cujo número cresceu para mais de 90 em apenas um mês, são imprescindíveis para a maior parte dessa atividade.
Além disso, cada módulo do LibreOffice será submetido a uma extensa reescrita, com o Calc sendo o primeiro a ser reconstruído em torno de um motor totalmente novo - apelidado de Ixion - que vai aumentar o desempenho, permitir uma verdadeira versatilidade e acrescentar os tão aguardados recursos de banco de dados e macros VBA. O Writer será melhorado na área da fidelidade do layout e o Impress na área da fidelidade dos software de apresentações. A maioria dos novos recursos serão destinados, tanto para manter a compatibilidade com a suíte de escritório líder de mercado, quanto para introduzir inovações radicais. Eles também melhorarão a fidelidade na conversão entre formatos, na liberação de conteúdos, e reduzirão a dependência do Java.
"A Document Foundation estará no centro do universo do Software Livre, onde os usuários querem construir um futuro diferente para suítes de escritório, trabalhando em conjunto com os desenvolvedores", disse Italo Vignoli, um imigrante digital, e o mais antigo membro do Comitê Gestor da TDF . "Os usuários lêem, escrevem, modificam e compartilham documentos e estão mais focados no conteúdo, não nos recursos do software. Após 20 anos de software orientado aos recursos, agora é o momento certo para trazer de volta o conteúdo para o centro da atenção do usuário".
fonte: http://www.documentfoundation.org/lists/announce/msg00016.html
tradução: Rui Ogawa
revisão: Paulo S. Lima e Rogério Luz
Desafios do BrOffice.org são debatidos em encontro na Latinoware 2010
November 15, 2010 - No comments yetAmpliar o conhecimento e o uso do BrOffice.org e, consequentemente, disseminar a filosofia do software livre é um dos desafios debatidos na palestra “Encontro Nacional do BrOffice.org – Desafios e Oportunidades”, no Espaço Colômbia, da Latinoware 2010. Durante a discussão, foram abordadas desde políticas de uso de softwares livres em governos até formas de massificação da plataforma no país.
O analista de sistemas e co-lider nacional do Grupo de Usuários do Projeto BrOffice.Org, Carlos Eduardo Braguini, falou sobre a atenção que o programa tem despertado. “Nossos encontros têm crescido em participação. No último, realizado em abril, tivemos quase quatro mil inscritos. Desde o primeiro que fizemos viemos dobrando o número de participantes, até chegar nesse patamar”, comemora.
Para Braguini, ainda há uma restrição ao conceito de software livre por boa parte dos usuários de computadores. “Existem ‘ondas’, no que diz respeito ao software livre. Num primeiro momento, não houve preocupação em explicar esse conceito de open source para as pessoas. Essa ‘segunda onda’ tem um lado mais profissional, mais madura e tem mais condições de dar respostas mais ágeis para a sociedade”, analisa.
Mercado
Também analista de sistemas e um dos coordenadores do BrOffice.org, Claudio Ferreira Filho, expôs o que seriam contradições. “Se gasta muito dinheiro para montar uma estrutura, com um programa pago, quando essa verba deveria ser usada em outras áreas, usando-se um software gratuito”, disse Filho, que credita isso à “forte influência da empresa dominante do mercado de softwares no mundo”. Ainda assim, segundo ele, o Brasil é um caso de sucesso em relação à plataforma livre. “Cerca de 15 milhões de pessoas usam o BrOffice no país”, aponta.
Segundo Braguini, o processo de ampliação do uso de programas de código aberto está em andamento, na medida em que mais pessoas estão conhecendo suas funcionalidades. “Nos eventos que promovemos vem desenvolvedores do Brasil e de outros países para trocar experiências sobre o projeto, em torno de suas atividades”, disse. “Isso abre oportunidades para que os profissionais possam fazer seus trabalhos”, concluiu.
Fonte: Latinoware
Algumas razões para considerar o uso do BrOffice.org nas empresas
November 15, 2010 - No comments yetEmbora as argumentações feitas em matéria veiculada na IDG Now [1]sejam baseadas em resultados de empresas dos Estados Unidos, elas se encaixam perfeitamente para o Brasil. Primeiro, que no Brasil os órgãos governamentais também aumentaram bastante o uso de softwares open source, mas não necessariamente pelos mesmos motivos. Enquanto lá, uma crise financeira balançou a economia norte americana fazendo com que as empresas e governos optassem por fazer cortes em despesas afetando, principalmente o setor de TI, no Brasil, a ideia por trás da adoção de softwares livres é mais abrangente.
Estive no final do mês de outubro com a Gerente de TI do Fundo de Pensão, SERPROS, Mônica Lasneau, falando sobre migração, em andamento, para Ubuntu e BrOffice na empresa - há uma reportagem completa sobre o tema na edição 16 da Revista BrOffice.org[2]. O assunto como sempre enveredou para as resistências dos funcionários, para treinamento e recursos que sobram para atualizar hardware. Mas, de acordo com ela, não é só isso. Era preciso entender o que, afinal de contas, é Software Livre e Mônica define com precisão: “É uma questão de cidadania”. Ela conta que começou a entender isso a partir de sua participação no Fisl, precisamente, em palestra sobre Inclusão Digital em comunidades ribeirinhas do interior do estado do Amazonas. “Não será possível atingir todas as escolas do país, muito menos todas as comunidades carentes com o modelo de software proprietário”, conclui Mônica.
Falar em economia como argumento principal também já está saindo de moda, afinal se fosse só por isso, no caso dos USA, as empresas que adotaram SL em tempos de crise voltariam para o antigo modelo de negócios de softwares baseado em licenças caras. Sem contar o perverso ciclo de atualizações que faz com que o usuário final identifique bugs do programa, relate-os para as empresas, e depois pague a conta pelo novo pacote com remendos, forçado por incompatibilidades a versões anteriores. As empresas acabam sendo aprisionadas pelo modelo, sem se dar conta disso.
Quais são então os atrativos para o uso do Software Livre ou open source como o BrOffice? É gratuito, portanto não há despesas com licenças. É livre e de código aberto, então a empresa pode fazer modificações que atenda a demandas específicas sem custos adicionais. Tem suporte técnico de uma comunidade vibrante e ativa espalhada pelo mundo inteiro e aqui no Brasil o custo com treinamentos [3]é infinitamente menor. É compatível com os documentos produzidos pelo Office da Microsoft. Utiliza padrão aberto de documento, o que significa na prática, o não aprisionamento, à medida que esse tipo de documento pode ser editado por outros tantos softwares com suporte ao ODF.
Por Luiz Oliveira
Referências:
[1] http://idgnow.uol.com.br/computacao_corporativa/2010/11/09/10-razoes-par...
[2] http://broffice.org/revista
[3] http://broffice.org/suporte
Latinoware 2010: Itaipu lança Centro de Excelência em Software Livre
November 15, 2010 - No comments yetA Itaipu Binacional, em parceria com a Oscip BrOffice.org, implantou um Centro de Excelência em Software Livre (CESL) no Parque Tecnológico Itaipu (PTI). O anúncio da parceria foi feito na quarta-feira (10), durante a abertura da VII Conferência Latino Americana de Software Livre (Latinoware) pela Superintendente de Informática da Itaipu, Marli Portella.
A idéia do projeto é ter um núcleo de pesquisa, desenvolvimento e inovação visando dar suporte ao desenvolvimento do BrOffice.org, internacionalmente LibreOffice.
Esta parceria visa ampliar a posição do Brasil com relação ao efetivo desenvolvimento do software livre, migrando de uma posição de usuários para produtores de tecnologia. Também busca incentivar a sinergia com o desenvolvimento internacional ao mesmo tempo em que combate a evasão de divisas relacionadas ao pagamento de royalties.
Adicionalmente, a Itaipu também apoiará produtos reconhecidos pela comunidade e utilizados por ela, tais como o Expresso, implementações livres de bases de dados e distribuições Linux.
Desenvolvimento Regional
O núcleo de desenvolvimento do Centro de Excelência em Software Livre também irá promover o desenvolvimento regional na bacia do Paraná (BP3), conterá cinco empresas de software livre incubadas ou graduadas no PTI e 100 profissionais da região. Os envolvidos irão trabalhar com desenvolvimento, consultoria e serviços relacionados a software livre, gerando renda local de R$ 5 milhões até 2013.
Fonte: Latinoware
Latinoware 2010 está chegando!
November 5, 2010 - No comments yetEstá se aproximando a maior conferência latinoamerica de software livre do mundo, a realizar-se nos dias 10 a 12 de novembro de 2010, em Foz do Iguaçu.
Estarão participando as maiores autoridades de TI, em nível internacional e nacional.
"Grandes mudanças estão acontecendo na sociedade e nas organizações, sejam elas governamentais, não governamentais e privadas. A grande revolução do setor das comunicações e da tecnologia estão permeando todos os espaços provocando impactos na vida moderna.
A tecnologia da informação e comunicação é a causa que permite todas as outras transformações. A facilidade de utilização do computador e do software voltada para a relação homem/máquina nos traz novos desafios a cada momento. Na era das mídias sociais e da computação em nuvens a interação e o compartilhamento de informações que são alteradas instantaneamente formam a base desse relacionamento.
É neste contexto de contínua transformação que acontece mais uma edição da Conferência Latinoamericana de Software Livre, a Latinoware 2010. Um espaço já consagrado para a troca de experiências e para a análise de novas tendências. O fato de reunir pessoas de todos os lugares do Brasil e de várias partes do mundo para debates técnicos e estratégicos sobre o desenvolvimento e o uso do software livre é uma demonstração inequívoca da importância desse modelo de produção de programas de computador.
Um feliz encontro e que os resultados desta conferência nos auxiliem a construir um mundo com melhores oportunidades a nossa sociedade."
José Antonio de Castro
Diretor-Presidente da CELEPAR
“Em ano da primeira Copa do Mundo digitalizada, mídias sociais em alta, gadgets 3Ds e de última geração, a Latinoware será, mais uma vez, um celeiro de boas ideias e apresentação de ferramentas que visam facilitar as atividades cotidianas. Pelo sétimo ano consecutivo, Foz do Iguaçu será a capital do conhecimento no que diz respeito às ferramentas de desenvolvimento e disseminação do software livre.
A troca de experiências e impressões sobre projetos inovadores nesta área é um marco forte na realização da Latinoware. Consagrada como um evento multiplicador de boas ideias e políticas integradoras sobre o uso e a criação de programas de código aberto, a Conferência é o espaço ideal para estudantes, professores, pesquisadores e especialistas da região e de outras partes do mundo conhecerem, em primeira mão, as novidades do setor.
Em nome da Itaipu Binacional, do Parque Tecnológico Itaipu, da Companhia de Informática do Paraná (Celepar) e do Serviço Federal de Processamento de Dados (SERPRO), desejo que todos os participantes desfrutem e aproveitem ao máximo a Latinoware 2010, que já é um dos mais importantes eventos do setor na América Latina”.
Marli Portella
Superintendente de Informática
Itaipu Binacional
“O Parque Tecnológico Itaipu (PTI) virou referência nos debates sobre software livre na região e é com muita satisfação que sediamos mais uma edição da Latinoware. Somos usuários, multiplicadores e apoiadores dessas ferramentas que facilitam as atividades corporativas e individuais.
Tendo em sua missão a articulação e o fomento de ações voltadas ao desenvolvimento econômico, científico e tecnológico, o PTI apoia iniciativas para a disseminação do software livre e a criação de micro e pequenas empresas na área, pois acredita no desenvolvimento sustentável dos países latino-americanos.
A Latinoware, além de apresentar novidades do setor, tem como objetivo a integração cultural, econômica e tecnológica da América Latina, pois visa ampliar os debates relacionados à tecnologia da informação e comunicação, novas mídias e multiplicação do acesso às ferramentas de código aberto. Além disso, essas ferramentas devem ser vistas como geradoras de emprego, de oportunidades de negócios e de facilitação da inclusão digital como bandeira para a multiplicação do conhecimento".
Juan Carlos Sotuyo
Diretor-Superintendente
Fundação Parque Tecnológico Itaipu – Brasil
"Com o advento da Internet e das sociedades em rede, as relações humanas sofreram intensas transformações nos últimos anos. Esse contexto trouxe múltiplos desafios à Administração Pública. Alguns são aparentemente contraditórios. Por um lado, existem as demandas relacionadas ao crescente nível de exigência de qualidade dos cidadãos e das empresas. Por outro lado, existem as demandas relacionadas ao controle da despesa pública: maior eficiência nos gastos e transparência.
Para que o Governo Federal atinja esses objetivos de maneira rápida e sólida, o Serviço Federal de Processamento de Dados – Serpro acredita na adoção de padrões interoperáveis e livres que permitam o desenvolvimento compartilhado e transparente dos sistemas estruturadores brasileiros. Com isso, eventos que reúne a comunidade de Software Livre, como a Latinoware, são muito importantes para estimular a troca de conhecimento e a discussão do uso da plataforma aberta como agente da democracia brasileira.
Bom evento a todos!"
Marcos Mazoni
Diretor-presidente
Serviço Federal de Processamento de Dados - Serpro
* fonte: www.latinoware.org
Latinoware: Crie seu próprio Orkut ou Facebook
November 3, 2010 - No comments yetO mundo conectado organiza-se em comunidades virtuais de interesses múltiplos em redes como o Orkut, o Facebook e outras. Mas há inúmeros casos onde pode ser necessário criar uma comunidade virtual segmentada, dentro de organizações ou instituições, ou mesmo criar uma rede social totalmente livre e independente de qualquer fornecedor ou tecnologia. Esta é uma das possibilidades do ambiente OpenACS que terá um minicurso dedicado a ele na Latinoware. Eduardo Santos, do Ministério do Planejamento brasileiro, é o instrutor deste minicurso e nosso entrevistado.
Latinoware: Eduardo, parece que os brasileiros têm uma qualidade especial para a organização em redes sociais. Orkut, Facebook, Twitter e outros são um sucesso absoluto em nosso país. O OpenACS é, dentre outras coisas, um sistema que permite a construção de uma arquitetura aberta de comunidades. Quem usa o OpenACS hoje, para quais finalidades, e como ele se integra às demais redes sociais?
Eduardo: O OpenACS é uma ferramenta que tem em sua essência a organização de comunidades ou redes sociais. A diferença normalmente está no foco: enquanto redes sociais de maneira geral trabalham coma interconexão entre as pessoas, as comunidades virtuais tratam especificamente da organização do conhecimento gerado em rede. Por esse motivo, a maior utilização do OpenACS no Brasil é para a criação de comunidades de prática voltadas para a gestão do conhecimento.
No caso do Portal do Software Público Brasileiro, o objeto agregador de conhecimento é o software, identificado através das comunidades. Com as possibilidades tecnológicas da ferramenta, todo o conhecimento gerado pelo usuário retorna para ele como riqueza, pois é possível mapear todas as suas contribuições em todos os pontos do Portal. Trata-se de uma expressão clara da economia dos bens intangíveis, pois pode chegar um ponto em que um determinado usuário contribui tanto com tantos softwares que o seu perfil não possa ser precificado.
Ao redor do mundo existem dois tipos de uso mais comuns: como comunidades de prática pra gestão do conhecimento, como fazemos no Brasil, e para educação à distância através da ferramenta dotLRN. Entre os principais usuários podemos citar o Massachussets General Hospital (MGH) de Boston nos EUA, a Universidade de Viena na Áustria (WU-Wien) e a escola de administração Sloan de Harvard.
Latinoware: O OpenACS é um projeto que está no portal Software Público Brasileiro. O que significa para um projeto estar neste portal?
Eduardo: Estar nesse portal significa que existe um espaço virtual onde todo o mundo ao redor do software pode ser discutido. É um ponto de encontro para prestadores de serviço, desenvolvedores e usuários, que trabalham pela disseminação e evolução da ferramenta em caráter nacional. É importante lembrar que a comunidade brasileira é reconhecida pela comunidade internacional. Fomos visitados por dois membros do OCT (OpenACS Core Team) ano passado, e eles se impressionaram com tudo o que havíamos feito por aqui. O Brasil está claramente à frente no desenvolvimento de novas funcionalidades.
Latinoware: É preciso ser programador para contribuir para o projeto? Como as pessoas podem participar do projeto OpenACS?
Eduardo: Não é preciso ser programador para participar. Na comunidade existem dois tipos de membros: os técnicos e os voluntários. Os técnicos trabalham para a evolução da plataforma, enquanto os voluntários podem exercer várias atividades, desde tradução e escrita de documentação até a simples divulgação. Afinal, trabalhar pelo crescimento também é importante.
Saiba mais sobre o minicurso, que acontece no dia 10 de novembro, das 10 às 13 horas, na Latinoware:
Nome: Fundamentos de desenvolvimento e criação de comunidades virtuais com o framework OpenACS
O Sistema de Arquitetura de Comunidades Aberto (OpenACS) é um framework de desenvolvimento Web para construir aplicações que suportam comunidades virtuais. O OpenACS fornece uma infra-estrutura robusta, construída em cima dos seguintes componentes padrão: a linguagem de programação Tcl, um banco de dados PostgreSQL ou Oracle para armazenar os dados da aplicação, o servidor AOLServer para o serviço HTTP e sistemas operacionais *nix, Windows, Solaris e outros. Como outros frameworks modernos, o OpenACS dá suporte a:
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Sistema de template para separar a lógica da apresentação;
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Internacionalização para apresentar a interface de acordo com a linguagem do usuário;
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Um sistema de pacotes modular para criar aplicações dependentes;
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Um sistema de papéis e permissões;
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Um repositório de conteúdo (content repository) para armazenar todos os tipos de conteúdo e manter um histórico de versões.
Ao final do minicurso, o aluno será capaz de:
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Criar páginas dinâmicas no modelo OpenACS
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Criar formulários Web
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Criar uma lista de conteúdos inseridos
Veja o blog do Eduardo em: eduardosan.wordpress.com
ou siga ele no twitter: twitter.com/eduardosan
* fonte: www.latinoware.org
Minicursos Latinoware - Uma oportunidade diferenciada de capacitação
November 3, 2010 - No comments yet
Não importa o quanto você já conheça ou não de software livre, a Latinoware deste ano tem uma variedade de minicursos para todos. Se você está aventurando-se pela primeira vez no vasto oceano do software livre, participe do Linux de A a Z, um minicurso de dia inteiro, repetido durante todos os dias da Latinoware, onde você aprenderá desde a instalação de um sistema Linux até o uso de seus principais aplicativos de escritório, gráficos e multimídia.
Você quer criar uma comunidade virtual para a sua empresa, para os fãs de sua banda, para a sua família? Então participe do minicurso sobre a ferramenta OpenACS. Seu interesse é usar um mapa na web para visualizar um cadastro de informações dos mais variados tipos? Tem minicurso para você também!
Outras ofertas de minicursos incluem a monitoração de redes e servidores, a programação dentro do ambiente BrOffice, a edição de áudio, a substituição de ferramentas de correio eletrônico e agenda por opções em software livre, o desenvolvimento de extensões para o navegador Firefox, desenvolvimento ágil com a linguagem Python, desenvolvimento de aplicativos para celulares e outros dispositivos móveis, e até o uso da novíssima linguagem para a web HTML 5 e a recuperação de informações mesmo quando o seu sistema já não dá mais sinal de vida.
As inscrições para os minicursos serão feitas durante o evento, com o investimento de R$ 15,00, para os minicursos de meio período, e R$ 25,00 para os minicursos de período integral. Como os laboratórios têm espaço físico limitado, e a preocupação maior é manter a qualidade do curso, o número de vagas nas oficinas e minicursos será limitado.
Clique aqui para ver a programação da Latinoware 2010
* fonte: www.latinoware.org
I Encontro de Software Livre na Educação em João Pessoa
November 2, 2010 - No comments yetPela primeira vez, o SBIE - Simpósio Brasileiro de Informática na Educação,- em sua 21ª edição, abre um espaço de destaque para o Software Livre e realiza um workshop chamado "I ESLE - Encontro de Software Livre na Educação", evento que acontecerá integrado ao SBIE. Este destaque objetiva aproximar mais fortemente duas comunidades muito importantes e que ainda estão distantes: a comunidade acadêmica e a comunidade de software livre além de promover o desenvolvimento e uso de software livre na e para a educação.
A intenção é envolver as comunidades que giram em torno de:
Distribuições específicas para educação
* Softwares voltados para o ensino de disciplinas específicas, o apoio pedagógico, o gerenciamento de instituições educacionais, as metodologias de ensino, a acessibilidade e tecnologias assistivas
* Experiências de utilização desses softwares
* Promover discussões sobre políticas de incentivo ao desenvolvimento e uso de software livre na educação
* Os interessados em apresentar trabalhos poderão submeter suas propostas até o dia 11/10/2010, através do site https://submissoes.sbc.org.br/sbie2010, no qual deverão preencher um cadastro simples e rápido no JEMS e escolher o workshop I ESLE.
A divulgação dos trabalhos aceitos ocorrerá no dia 20/11/2010 no site do evento.
Serviço:
I ESLE - I Encontro Software Livre na Educação
Hotel Tambaú, em João Pessoa/PB
Entre os dias 23 e 25, das 8h às 18h30
O evento é promovido pela UFPB (Universidade Federal da Paraíba), UFPE (Universidade Federal de Pernambuco), SBC (Sociedade Brasileira da Computação) e EMPREL (Empresa Municipal de Informática).
fonte: http://esle.recife.pe.gov.br/
* fonte: BrOffice.org
CoGrOO Comunidade em fase de avaliação
November 2, 2010 - No comments yetCoGrOO Comunidade será um portal colaborativo para o desenvolvimento do CoGrOO, o corretor gramatical do BrOffice. Este projeto foi inspirado no Dicollecte, que tem propósito semelhante, mas voltado ao verificador ortográfico.

foto: Furusho e Willian Colen
A ideia é que, no futuro, todo usuário vai poder usar ferramentas online para desenvolver novas regras e complementar o dicionário do CoGrOO, posteriormente colocando essas contribuições sob avaliação da comunidade, e caso seja positiva, a contribuição passará a fazer parte do CoGrOO.
Segundo, William Colen, "hoje temos prontas (ou quase prontas) as seguintes funcionalidades:
* Testar o corretor gramatical, verificando as análises geradas dada uma entrada do usuário (menu Análise Gramatical)
* Consulta ao léxico (menu Dicionário)
* Navegação pelas regras implementas (menu Regras)
* Navegação pelos erros reportados (menu Problemas > Reportados)
* Discussão sobre um problema reportado (requer login) (escolha um problema na lista Problemas > Reportados)
* Enviar novo erro pelo formulário online (requer login) (escolha um problema na lista Problemas > Reportar novo)
* Enviar novo erro pelo plugin CoGrOO do BrOffice.org (CoGrOO 3.0.7 ou melhor) (requer login) (Ferramentas > Cogroo > Reportar erro)
* Verificar estatísticas do projeto (no rodapé, clicar em Mais estatísticas...)"
Em breve será disponibilizado o CoGrOO 3.0.7 e esta versão já virá integrada ao CoGrOO Comunidade, e será possível reportar erro do próprio BrOffice.org.
William explica que até o lançamento público, que deve acontecer em algum momento dessa semana ou início da próxima, a equipe vai trabalhar nos seguintes ítens:
* Implementar controle dos relatórios de erros (erros em aberto, fechado, repetido, prioritário etc)
* Melhorias no visual
* Correção de bugs
* Fechar o CoGrOO 3.0.7
* Cadastro dos erros conhecidos no novo portal (antigo http://sourceforge.net/apps/trac/cogroo/wiki/Erros_Reportados)
* fonte: BrOffice.org
Êxodo em massa de colaboradores do OpenOffice.org para LibreOffice
November 2, 2010 - No comments yetA comunidade OpenOffice.org declarou a independência da Oracle como membros e se uniram ao projeto LibreOffice, uma suite de escritório de código aberto. Em uma carta aberta publicada na lista de discussão deOpenOffice.org, um grupo de mais de 30 colaboradores afirmaram a sua intenção de abandonar o código base da Oracle em favor de LibreOffice. Eles afirmam que o ambiente da The Document Foundation é mais abrangente e oferece gestão orientado pela comunidade, uma oportunidade para poder avançar no software.
O projeto LibreOffice foi lançado em 28 de setembro passado em meio a preocupações de que a Oracle não iria corrigir os problemas por muito tempo com o processo de desenvolvimento do OOo e modelo de gestão. O novo projeto é apoiado pela The Document Foundation, a nova fundação, que incluem pesos-pesados do mundo Gnu/Linux, como a Red Hat, Novell, Google e Canonical entre os seus apoiadores. O grupo esperava inicialmente que a Oracle iria concordar em participar, mas a gigante do software parece não ter interesse em encontrar um meio termo.
A Oracle insiste em que a participação nos dois projetos representa um conflito de interesse e respondeu para o LibreOffice por forçar aos membros da TDF que têm assento no conselho da comunidade OOo para se demitirem de suas funções eletivas na liderança OpenOffice.org. A atitude intransigente da Oracle já provocou um êxodo em massa de membros da comunidade OpenOffice.org, em grupo de colaboradores independentes para a LibreOffice.
"A resposta para nós desta carta é clara: queremos uma mudança para dar à comunidade, bem como o software que desenvolve a oportunidade de evoluir", a carta aberta, diz. "Por esta razão, a partir de agora vamos apoiar a The Document Foundation e como uma equipe para desenvolver e promover LibreOffice. Esperamos que muitos se juntem a nós nessa jornada."
A Oracle pretende continuar desenvolvendo ativamente o OpenOffice.org, com ou sem o apoio da comunidade. Os desenvolvedores LibreOffice continuará incluindo melhorias realizadas pela Oracle, sempre que possível, mas as estatísticas publicadas recentemente mostram que a maior parte do projeto, o código é proveniente de novos colaboradores, completamente. Como LibreOffice atrai mais desenvolvedores, parece improvável que o OpenOffice.org será capaz de manter o ritmo. Michael Meeks (Novell) destaca algumas das recentes melhorias do LibreOffice, tais como a melhoria da funcionalidade de exportação RTF, publicado recentemente.
A Oracle deixou bem claro que os colaboradores tinham que escolher entre OpenOffice.org e LibreOffice. Em função desse posicionamento sobre escolhas, parece-me que muitos colaboradores estão optando por LibreOffice.
por Ryan Paul
* fonte: ArsTechnica
A Presidenta Dilma Rousseff dá grande apoio ao Software Livre
November 2, 2010 - No comments yetMesmo antes de ser eleita Presidenta do Brasil, Dilma Rouseff, já apoiava o Software Livre. Tem participado de grandes eventos de informática, como o fisl Fórum Internacional de Software Livre.
No fisl 10 Fórum Internacional de Software Livre, realizado em abril de 2009, na PUC RS - Pontíficia Universidade Católica, em Porto Alegre RS. Ela participou da comitiva do Presidente Lula em visita ao FISL.

Na foto: Dilma Rouseff, Olívio Dutra, Marcelo Branco e Presidente Lula, estão muito felizes em participar do maior evento de informática no Brasil.
O boné do ODF Open Document Format foi doado ao Presidente Lula pelo companheiro Furusho, ativista de Software Livre e ODF (ODF Alliance Award).

Desejamos a Presidenta da República Federativa do Brasil, sucesso na sua gestão!
E, que o Pai Celestial a ilumine e abençoe durante o seu governo.

"Eu prefiro o barulho da imprensa livre ao silêncio da ditadura" Presidenta Dilma
Sobre o IV ENSL - Encontro Nordestino de Software Livre
October 30, 2010 - No comments yet
O evento tem uma programação que inclui vários temas sobre software livre, cultura livre, inclusão digital, evidenciando as interfaces GNOME e KDE do Linux.
Espera-se bom tempo com bastante calor e pouca chuva :)
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IV Encontro Nordestino de Software Livre & IV Encontro Potiguar de Software Livre (IV ENSL)
http://ensl.org.br/2010/apresentacao/
Data: 5 e 6 de novembro de 2010
Local: Praiamar Hotel & Convention, Natal, RN
Horário: 8,00 às 18,00 hs








































