<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"><channel><title>Fabianne Balvedi's RSS feed</title><link>http://softwarelivre.org/fabs</link><description>Fabianne Balvedi's content published at Software Livre Brasil</description><item><title>Crawleando</title><description>::&lt;img src="http://estudiolivre.org/tiki-view_blog_post_image.php?imgId=358" border="0" alt="XFN" /&gt;::&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hoje finalmente tirei um tempinho pra [https://profiles.google.com/balvedi/posts/FJp3ew8Fpjn#balvedi/posts/FJp3ew8Fpjn|me livrar do twitter sendo publicado no meu buzz] por conta do serviço não oferecer conexão fácil com pods do [http://status.net|status.net]. Explico: eu praticamente não uso o twitter. minha conta lá só serve pra replicar meus [http://identi.ca/f4bs|posts do identi.ca], que está em um servidor comunitário mantido pelos desenvolvedores do status.net. Basta ler os termos de uso dos dois para entender porque eu confio muito mais no pod identi.ca do que na baleia twitter. Mas se você está com preguiça de ler termos de uso, basta entender que o backend do twitter é fechado, enquanto todo código do status.net é aberto. Pra mim isso já basta pra preferir um ao outro. Porém, se ainda quiser saber mais, tem [http://espacoliberdade.blog.br/blog/2011/02/identi-ca-uma-boa-alternativa-ao-twitter/|esse artigo aqui do Cleiton Lima] que ajuda a desvendar melhor o bichano.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Bem, já que estava nesta função, resolvi também puxar pra lá meu blog do estudiolivre.org, cujo mofo digital  estava ficando vergonhoso (último post em 12/08/2010, como assim??). Naquele esquema, vai arrumar a gaveta e acaba se empenhando com o armário todo, hehe :-)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então este post na real é mais pra testar se vai funcionar o esquema de colocar o &lt;a href="https://profiles.google.com/balvedi"&gt;esse rel-me do google profile&lt;/a&gt; no corpo do blog, seguindo [http://microformats.org/wiki/rel-me|este howto aqui].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ver.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
UPDATE: deu certo! eeeeeeeeee&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
UPDATE 2: o crawler do google achou, mas o buzz ainda não. Vamos ver se é questão de tempo ou o quê. Novamente, a ver...&lt;br /&gt;</description><pubDate>Mon, 30 May 2011 11:32:33 -0300</pubDate><link>http://softwarelivre.org/fabs/blog/crawleando</link><guid>http://softwarelivre.org/fabs/blog/crawleando</guid></item><item><title>e-drugs e o poder do som</title><description>{img src=tiki-view_blog_post_image.php?imgId=356 width= height= align=center desc= link= }&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
enton, resolvi escrever este pequeno post hoje porque a [http://www.google.com/profiles/113624591084547012600#buzz|Carla Betioli compartilhou no buzz] o link para um artigo sobre a nova mania da França, as e-drugs:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://br.noticias.yahoo.com/s/11082010/40/politica-drugs-novo-fenomeno-da-internet.html&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
essa onda é muito doida, porque na real o que está rolando é que as pessoas estão acordando e se conscientizando cada vez mais para o fato de que o som tem um poder muito, muito grande sobre nós.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
a sintonia anda tão forte que alguns meses atrás meu amigo Daniel Allegretti descobriu um livro sufi na biblioteca Vedanta e me emprestou. O livro se chama ''Music'', é de autoria de Inayat Khan e foi comprado no Kashmiri Bazaar de Lahore, Paquistão. Gostei tanto do que li que copiei e passei adiante para várias pessoas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
mas hoje descobri que os textos já estão digitalizados:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.sufimessage.com/music/index.html&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
leitura mais que recomendada. Pena que só encontrei edições em inglês. Se alguém souber de alguma tradução para o português, por favor, avise.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
aos mais céticos, recomendo antes que assistam ao filme ''Camelos Também Choram'':&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.contracampo.com.br/64/camelostambemchoram.htm&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
o filme documenta, entre outras coisas interessantes, uma cura através de música feita em um animal, ou seja, um ser que geralmente não é sucetível a placebos e muito menos a sugestões psicológicas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
agora, sobre o som e seu potencial de dar uns baratos, recomendo que se provem algumas pílulas brazucas do [el-user.php?view_user=gk|Renato Fabbri]:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.estudiolivre.org/el-gallery_view.php?arquivoId=7962&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
eu estava em retiro espiritual a primeira vez que ouvi, ou seja, provavelmente isso potencializou ainda mais o efeito dessas simetrias sobre mim, pois o estado de vibração que senti em meu corpo perdurou por mais de 24 horas. Como diria o próprio autor, é "da hora" ;-)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;</description><pubDate>Mon, 30 May 2011 11:32:31 -0300</pubDate><link>http://softwarelivre.org/fabs/blog/e-drugs-e-o-poder-do-som</link><guid>http://softwarelivre.org/fabs/blog/e-drugs-e-o-poder-do-som</guid></item><item><title>Um arraial sem arraiá</title><description>{img src='http://estudiolivre.org/tiki-view_blog_post_image.php?imgId=352' border='0' alt='image'  width= height= align=center desc= link= }&lt;br /&gt;
::''ilustração: [http://www.flickr.com/photos/fingicalma/4014363360/|Fingi calma]''::&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dizem que de médico e louco todo mundo tem um pouco. E que a [http://submidialogias.descentro.org/about/subarraial-dajuda-bahia/|turba submidialógica] que passou por Arraial D'Ajuda durante o mês de maio é louca, não se tem muita dúvida. Mas que também somos um pouco médicos/pajés/curandeiros, bem, sobre este fato acho que não se refletiu muito não. Então vamos lá.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Entendo que o adjetivo tem se aplicado mais no sentido de um diagnóstico do que de uma cura propriamente dita. Pois houveram boas ponderações sobre os males que assolam Arraial, mas poucas propostas para um encaminhamento efetivo de sua solução. Só que o submidialogia, na minha opinião, tem ação mais homeopática que alopática. Mais causal que paliativa. E que independente de sua quantidade, a dose homeopática aplicada com certeza afetou o âmago de muitas questões. Só que isso é algo que vem de meu intuitivo, portanto sem chances de colocar em uma tabela pra demontrar sua validade (ok, petrobrás?). Tampouco estou discorrendo tese de mestrado por aqui. ;-)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esta constatação também não é externa a mim, pois também eu fui mais homeopática que alopática em minhas interações. Então ainda bem que a web me permite a continuidade do trabalho, pois poucas homeopatias funcinam apenas em dose única. Se vai servir para algum trabalho futuro e de maior permanência e resgate da região, isso eu não sei. Mesmo porque eu não moro por lá e muito menos estudei profundamente o contexto da cidade. Porém, por vezes uma visão rápida de fora nos dá um ''insigth'', e é isso e nada mais que isso que vou compartilhar na minha reflexão por aqui.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O ''insight'' de que falo veio da conversa de madrugada com o Escorrega, motorista da kombi que nos levou até o aeroporto na volta. Eu e Drica dormimos quase que o trajeto inteiro, porém em um dado momento fui acordada pelo rapaz me perguntando se poderia dar carona a outro rapaz. Resolvida a questão, puxei conversa e perguntei pra ele sobre a onda de vendas de imóveis que estava acontecendo na cidade, das inúmeras pousadas que a cidade abrigava que estavam vazias, etc. Ele respondeu que Arraial já estava "caindo de moda", e concordou comigo que este tipo de turismo que existe hoje por lá não é sustentável mesmo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(Aqui me permito um parênteses importante para relembrar uma fala de tininha em nosso quarto, comentando sobre alguns hippies. De que é geralmente esta tribo que descobre os lugares paradisíacos, mas que depois acabam "infestados" pelo turismo predatório devido à sedução das oportunidades de lucro que se apresentam nestes cenários.)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vendo algumas bandeirinhas ao longe, resolvo então do nada perguntar: e as festas juninas? É quando então sua voz fica meio embargada, denotando uma profunda nostalgia. Me conta que as festas juninas em __Arraial__ D'Ajuda eram uma delícia. Aconteciam sempre na praça da igreja e envolviam todos os moradores da cidade. Mas que em um determinado momento, a cidade passou a ficar muito "chique", e aí o prefeito transferiu a festa pra outro local, pra longe do centro e de sua mini Oscar Freire, que atende pelo singelo nome de Rua Mucugê. Ou seja, obviamente, rolou uma higienização da cultura popular por lá.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E a conversa prosseguiu assim, ele me contando das tradições perdidas, das coisas que ele mais gostava e também de que muitas pessoas de fora gostavam. Me disse que muita gente de cabeça boa que foi pra arraial se decepcionou com a elitização e foi embora. Que quase só ficaram os oportunistas, mas que agora até estes estão sendo forçados a sair fora porque o lucro fácil do turismo já não está mais tão fácil assim, ao que me perguntei internamente: não seria este refluxo um mal necessário?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sei lá. Só sei que Arraial D'Ajuda parece mesmo estar com sua essência avariada. Mas acredito sinceramente que ela pode ser resgatada se seus moradores conseguirem sair do embotamento do lucro rápido em que caíram para encontrar novamente suas raízes e revitalizar suas conversas sobre seus destinos. Porque, citando Ximena D'Ávila, toda dor e sofrimento pela qual se pede ajuda é de origem cultural, surgem de uma história de negação cultural. E a "prescrição" recomendada nada mais é do que o mais puro e simples conversar liberador.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por isso não tenho dúvida de que os encontros submidialógicos são também processos de cura. Mas geralmente esta cura se restringe mais ao grupo que propõe e organiza o encontro do que à comunidade do espaço físico onde o encontro acontece. E talvez assumir isso que seja o mais importante de tudo. Porque dá um exemplo concreto, mesmo a quem só assiste de fora, de como uma rede pode funcionar e se auto-curar, deixando-se ver por dentro de suas entranhas, aberta e mutante em todas as suas conexões.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aula prática de anatomia dentro de um organismo vivo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E onde os órgãos somos nós mesmos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;</description><pubDate>Mon, 30 May 2011 11:32:29 -0300</pubDate><link>http://softwarelivre.org/fabs/blog/um-arraial-sem-arraia</link><guid>http://softwarelivre.org/fabs/blog/um-arraial-sem-arraia</guid></item><item><title>Ultrapassando limites</title><description>Desde o último post publicado por aqui aconteceram muitas coisas que ainda não foram devidamente documentadas. Porém, este fato eu quis relatar antes de tudo porque realmente é um marco. &amp;lt;br /&amp;gt;
&amp;lt;br /&amp;gt;
O Flávio Soares, meu querido amigo lechuga, veio para Curitiba financiado pelo Projeto Contestado. O objetivo de sua estadia por aqui foi, dentre várias coisas que detalharei em outro post, nos ensinar a autorar matrizes DVD no Linux. Haviam ainda algumas ressalvas em relação à esta tarefa, principalmente na legendagem. Porém, as pesquisas dos últimos 3 dias permitiram que elas fossem devidamente sanadas (!). O tom do email dele hoje pra mim resume a história:&amp;lt;br /&amp;gt;
&amp;lt;br /&amp;gt;
em 2010/4/15 flavio escreveu:&amp;lt;br /&amp;gt;
&amp;gt; E a GROUNDBREAKING DISCOVERIES INC® consegue a descoberta do século!&amp;lt;br /&amp;gt;
&amp;gt;&amp;lt;br /&amp;gt;
&amp;gt; Fabs, dê um close no screenshot e você verá que o nosso amigo aqui acaba de&amp;lt;br /&amp;gt;
&amp;gt; fazer funcionar o que ele tentava há anos, há séculos, há milênios! Aproxime&amp;lt;br /&amp;gt;
&amp;gt; o screenshot, aproxime! Olhe bem o painel de controle do Xine e... lá está!&amp;lt;br /&amp;gt;
&amp;gt; Áudio em &amp;quot;pt&amp;quot; e.... Legendas em &amp;quot;pt&amp;quot;!!!!! É incrível senhores! Esta gabiarra&amp;lt;br /&amp;gt;
&amp;gt; é mesmo marota!&amp;lt;br /&amp;gt;
&amp;gt;&amp;lt;br /&amp;gt;
&amp;gt; Agora DVDs autorados em Linux de forma &amp;quot;quase 100%&amp;quot; são coisa do passado!&amp;lt;br /&amp;gt;
&amp;gt;&amp;lt;br /&amp;gt;
&amp;gt; Só rock n roll!&amp;lt;br /&amp;gt;
&amp;gt;&amp;lt;br /&amp;gt;
{img src='http://estudiolivre.org/tiki-view_blog_post_image.php?imgId=350' border='0' alt='image' width=600 height=480 link='tiki-view_blog_post_image.php?imgId=350'}&amp;lt;br /&amp;gt;
&amp;lt;br /&amp;gt;
Yeah!&amp;lt;br /&amp;gt;
&amp;lt;br /&amp;gt;
pesquisa focada rocks! =D&amp;lt;br /&amp;gt;
&amp;lt;br /&amp;gt;
detalhamentos da gambiarra em breve, aguardem! :-)&amp;lt;br /&amp;gt;
&amp;lt;br /&amp;gt;
&amp;lt;br /&amp;gt;
&amp;lt;br /&amp;gt;</description><pubDate>Mon, 30 May 2011 11:32:28 -0300</pubDate><link>http://softwarelivre.org/fabs/blog/ultrapassando-limites</link><guid>http://softwarelivre.org/fabs/blog/ultrapassando-limites</guid></item><item><title>A difĩcil tarefa de documentar e produzir ao mesmo tempo</title><description>{img src=tiki-view_blog_post_image.php?imgId=302 width= height= align= desc= link= }&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pois é, hoje nos apavoramos. Nosso último post no blog foi em primeiro de abril, e não é mentira! Quem dera fosse e estivéssemos com tudo em dia, porém isso não é verdade. Muita coisa aconteceu, mas não conseguimos documentar quase nada nestes últimos três meses. Espero que intervalos como esse não se repitam mais. Porém, como o próprio título deste post diz, não é uma tarefa nada fácil produzir e documentar ao mesmo tempo. Mas não vamos desistir de jeito nenhum de nossos relatos, pois este é um dos principais objetivos deste projeto. Hay que produzir, pero sin perder la documentación jamás! (ugh)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Crédito da Imagem: [http://images.wellcome.ac.uk/|Wellcome Library, London]''</description><pubDate>Mon, 30 May 2011 11:32:26 -0300</pubDate><link>http://softwarelivre.org/fabs/blog/a-dif%C4%A9cil-tarefa-de-documentar-e-produzir-ao-mesmo-tempo</link><guid>http://softwarelivre.org/fabs/blog/a-dif%C4%A9cil-tarefa-de-documentar-e-produzir-ao-mesmo-tempo</guid></item></channel></rss>
