<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"><channel><title>Estúdio Livre's RSS feed</title><link>http://softwarelivre.org/estudio-livre</link><description>Estúdio Livre's content published at Software Livre Brasil</description><item><title>A vida de um Administrador de Redes</title><description>&lt;p&gt;Bom amigos, hoje decidi, depois de muito tempo, escrever sovre a &lt;em&gt;Vida de um Administrador de Redes&lt;/em&gt;, levando em consideração as experiências que tive em algumas empresas que já pode assumir essa função.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;É interessante que normalmente não somos reconhecidos como Administradores de Redes, tudo menos Administrador, ou é o "cara da informática", o "rapaz ali", o "nerd", o "seu próprio nome" - menos mau -, mas enfim, o que leva as pessoas terem esse tipo de comportamento com os responsáveis pelo sistema de informação da empresa? Será que nós mesmo não nos damos valor a nossa profissão? Ou tem algo que estar acontecendo que não sabemos?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O fato é que quando somos compromissados com a nossa função e o cargo que exercemos dentro da empresa, somos de fatos respeitados por aquilo que somos, e produzimos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O pouco tempo que tenho dentro do órgão federal em que eu trabalho, pude ver que:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;1 - Somos respeitados por aquilo que somos;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;2 - Somos tachados muitas vezes de nerd;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;3 - Não somos compreendidos como ser humanos;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;4 - Somos confrontados com dificuldades diariamente;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;5 - Precisamos entender de TUDO um POUCO, se não somos chamados de chatos, ruins;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;6 - Ainda dizem que não fazemos nada, só sentados em frente ao computador.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;É assim que você é visto, já foi visto em sua empresa???&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Compartilhe conosco...&lt;/p&gt;</description><pubDate>Fri, 22 Jul 2011 12:18:22 -0300</pubDate><link>http://softwarelivre.org/estudio-livre/blog/a-vida-de-um-administrador-de-redes</link><guid>http://softwarelivre.org/estudio-livre/blog/a-vida-de-um-administrador-de-redes</guid></item><item><title>Video: #Softwarelivre é política do governo @TarsoGenro</title><description>&lt;p&gt;&lt;img src="/articles/0021/5721/wikipedia-Gnulinux.png?1276286225" height="146" alt="" style="float: left;" width="127" /&gt;O governador do Rio Grande do Sul, Tarso Genro, respondeu a duas perguntas na edição de julho do Governador Responde. A primeira, sobre a convocação de aprovados no concurso para agente do tesouro do Estado, cumpre o compromisso de, todo mês, responder a pergunta mais votada pelos gaúchos. A segunda pergunta respondida foi uma escolha do próprio governador: qual a política estabelecida pelo governo sobre a utilização de softwares livres?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O nosso governo é adepto ao software livre, é uma política que está vinculada no programa de governo”, destacou Tarso Genro. Para o governador, a utilização destes conceitos tecnológicos é importante para a democratização não só da relação do Estado com a sociedade, mas também para que cada vez um número maior de pessoas possa ter acesso aos benefícios da internet.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Governo do RS vem adotando um conjunto de políticas relacionadas ao software livre, o que motivou a escolha da pergunta pelo governador:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Leia mais no &lt;a href="http://www.gabinetedigital.rs.gov.br/especial.php?pagina=culturadigital&amp;amp;cod_conteudo=668#sl" target="_self"&gt;Gabinete Digital do Governador Tarso Genro&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Fri, 22 Jul 2011 12:18:19 -0300</pubDate><link>http://softwarelivre.org/estudio-livre/blog/video-softwarelivre-e-politica-do-governo-tarsogenro</link><guid>http://softwarelivre.org/estudio-livre/blog/video-softwarelivre-e-politica-do-governo-tarsogenro</guid></item><item><title>O Globo: uma lei para o futuro</title><description>&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;img src="/articles/0034/2965/o-globo.jpg?1311183614" alt="O-globo" style="margin: 8px; float: right;" /&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Publicado no jornal &lt;a href="http://arquivoglobo.globo.com/pesquisa/texto_gratis.asp?codigo=4833917" title="O Globo Opiniao" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;O Globo  &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;Opinião dia 20/07/2011 página 7&lt;/a&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;strong&gt;– Marcelo Branco&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;O debate sobre a reforma do direito autoral se insere num contexto das transformações nas relações sociais e econômicas provocadas pela internet, num choque entre os modelos bem-sucedidos da era industrial com as novas possibilidades e oportunidades deste período que vivemos: a era da informação.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;No caso da música, para que chegasse ao grande público, além dos custos de produção e gravação num estúdio, necessariamente deveria passar por um processo industrial fabril. Nessa cadeia produtiva, o intermediário industrial assumiu papel preponderante em relação a toda cadeia produtiva e impôs o modelo aos demais elos da cadeia. A partilha da arrecadação do direito autoral também privilegiou o intermediário industrial, que fica com grande parte da receita em detrimento dos autores, produtores, músicos, técnicos de gravação etc.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Na era da internet, as obras que circulam não são produtos industriais materiais, portanto é inaceitável que justamente o modelo de negócios que evaporou com a internet imponha as regras. Devemos buscar o reequilíbrio do direito levando em conta apenas os interesses dos autores, dos novos atores dessa cadeia produtiva e do público.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Através do avanço da tecnologia, abrem-se novas possibilidades, mais baratas e universais de produzir, distribuir e consumir os conteúdos culturais. Mudaram também os hábitos do público consumidor e isso deve ser valorizado e não combatido. O público não é inimigo dos autores, pelo contrário.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Temos que acabar com a confusão entre “cópia privada” e pirataria. Pirataria é o uso e comercialização de cópias ilegais, para benefício econômico. Não devemos confundir “os limites ao direito do autor, com certas atividades que deveriam ficar à margem da proteção ao direito do autor”. O direito a uma cópia privada sem o intuito de lucro, na verdade, é uma expressão do princípio da liberdade do uso privado.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Quando compartilhamos conteúdos P2P pela internet, não estamos baixando de uma máquina central ou aderindo à pirataria. São conteúdos pessoais, disponibilizados por dispositivos de compartilhamento de arquivos, para uso privado. A única forma de tentar coibir essa nova prática social seria a colocação de filtros na porta de cada usuário, instituindo uma vigilância generalizada e a quebra de privacidade dos cidadãos, inaceitável no Estado de direito democrático. A nova lei dos direitos autorais deve admitir os avanços da internet e descriminalizar as práticas de compartilhamento de arquivo P2P, pois é uma relação privada de pessoa para pessoa, sem fins lucrativos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;É claro que a mudança da lei do direito autoral é uma oportunidade para atualizar e estabelecer um novo equilíbrio entre o direito do autor, a liberdade do uso privado e novas formas de remuneração da cadeia produtiva. A nova lei deve projetar o futuro e não se espelhar num modelo do passado.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;* Marcelo Branco é profissional de tecnologia de informação&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Fri, 22 Jul 2011 12:18:17 -0300</pubDate><link>http://softwarelivre.org/estudio-livre/blog/o-globo-uma-lei-para-o-futuro</link><guid>http://softwarelivre.org/estudio-livre/blog/o-globo-uma-lei-para-o-futuro</guid></item><item><title>10 razões pelas quais código livre é bom para os negócios</title><description>&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;img src="/articles/0026/9186/tux.jpg?1289390024" height="156" alt="" style="vertical-align: middle;" width="239" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Da &lt;strong&gt;&lt;a href="http://computerworld.uol.com.br/tecnologia/2010/11/08/10-razoes-pelas-quais-codigo-livre-e-bom-para-os-negocios/" target="_blank"&gt;Computerworld&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com tantas empresas e órgãos governamentais aumentando o uso de softwares open source, como o Linux, fica cada vez mais claro que o preço não é a única vantagem. Se fosse, as empresas que adotaram ferramentas abertas durante o pior da recessão já teriam retornado para soluções proprietárias agora que a economia está melhor. E esse não é o caso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os negócios que se viram empurrados para ferramentas de código livre após sofrerem com restrições de orçamento logo identificaram outras vantagens, observadas na lista a seguir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;1 – Segurança&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;É difícil pensar em um argumento melhor do que a superioridade das ferramentas de código aberto em termos de segurança. Recentemente, descobriu-se uma brecha no kernel do Android que poderia trazer riscos. Mas a única razão pela qual a falha foi descoberta é porque o código é aberto ao público.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa, aliás, é a filosofia de Linus Torvalds, criador do Linux: quanto mais olhos, mais as chances dos bugs serem identificados antes de causar incômodo. E é um argumento bem oposto à segurança pela obscuridade, usado por algum dos fabricantes de softwares proprietários caros como argumento para a estrutura fechada. Mas a falta de notificações de falhas de segurança no sistema do iPhone e do iPad ou no Windows significam que esses sistemas são mais seguros? A história prova que não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2 - Qualidade&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O que é melhor? Um software empacotado por um grupo pequeno de profissionais ou um software em criação constante por milhares de desenvolvedores? Assim como há milhares zelando pela segurança do código aberto, muitos outros estão pensando o tempo todo em inovar e melhorar os recursos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que isso significa? O código aberto também é feito por usuários, o que o torna mais próximo do que os usuários querem. E isso já foi provadio em estudos recentes, que demonstraram que a suposta superioridade é a razão principal pela qual empresas escolhem o código aberto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;3 – Personalização&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Ter um software que pode ser alterado e customizado de acordo com o gosto da empresa, sem precisar esperar avanços por parte do fabricante, é também uma das maiores vantagens. Um desenvolvedor competente adiciona funcionalidades como quem altera palavras em um texto do Word.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;4 – Liberdade&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Quando os negócios se voltam ao código aberto, as empresas ficam livres da ameaça de ser aprisionada dentro de pacotes proprietários engessados. Clientes de fornecedores como esses ficam a mercê da visão, requisitos, preços, prioridades e limites impostos pelo fornecedor. E tudo isso com uma conta no final do mês ou do ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;5 – Flexibilidade&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Quando a empresa usa softwares como Windows ou Office, entra em um ciclo no qual precisa atualizar software e hardware infinitamente. O código livre, por outro lado, usa muito menos recursos da máquina e pode ser rodado até mesmo em hardwares mais lentos. A empresa decide a hora de atualizar, não o fornecedor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;6 - Interoperabilidade&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Software livre é muito melhor na aderência a padrões abertos e até mesmo a ferramentas proprietárias. Se a interoperabilidade for necessária com outras empresas, computadores e usuários, a vida fica muito mais fácil com o código aberto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;7 – Auditoria&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Com o sistema fechado, você só tem a palavra do vendedor para provar que o software é de fato seguro e aderente a padrões. O código aberto oferece visibilidade para o cliente, que pode ter mais certeza sobre o que está rodando em casa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;8 – Opções de suporte&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Software de código aberto possui comunidades com extensas documentações, fóruns de discussões, listas, wikis, grupos de notícias e, dependendo de quem fornece a distribuição, até mesmo suporte ao vivo via chat gratuito.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para os negócios que querem melhoria, há muitas opções pagas de suporte com preços bem menores do que os fornecedores proprietários cobram. Os fornecedores de suporte para ferramentas abertas costumam dar respostas melhores e mais rápidas, pois têm sua receita focada nesse serviço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;9 – Custo&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O custo de comprar uma solução proprietária é muito difícil de ser medido, pois tem a proteção por vírus obrigatória, taxas de suporte, despesas de atualização e ainda o preço a ser pago por ser aprisionado em alguma solução. No final, o custo é muito maior do que a companhia imaginava inicialmente.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;10 – É possível experimentar antes de usar&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Se você está considerando usar o software de código aberto, não custará nada realizar testes de qualidade antes de usá-lo. Em parte porque é gratuito mesmo. E em parte porque o código aberto oferece muito mais opções para quem quiser testar, como a possibilidade de criar Live CDs para Linux, por exemplo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Nota do blogueiro: desconsidere o parágrafo abaixo...&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Conclusão&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Mesmo com todos esses argumentos, só a própria empresa será capaz de realizar uma análise profunda para verificar se o software livre é uma boa opção. Além disso, pode ser que o código aberto não seja a solução para todas as necessidades da empresa. Mas, diante de todos os benefícios, é necessário ao menos considerá-lo entre as opções.&lt;/p&gt;</description><pubDate>Mon, 30 May 2011 11:59:39 -0300</pubDate><link>http://softwarelivre.org/estudio-livre/blog/10-razoes-pelas-quais-codigo-livre-e-bom-para-os-negocios</link><guid>http://softwarelivre.org/estudio-livre/blog/10-razoes-pelas-quais-codigo-livre-e-bom-para-os-negocios</guid></item><item><title>Parabéns ao Projeto da rede Software Livre Brasil que passou de 10 mil usuários</title><description>&lt;div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;h1 class="title"&gt;&lt;img src="/articles/0027/3708/10milslb.jpg?1290607673" alt="10milslb" /&gt;&lt;/h1&gt;
&lt;h1 class="title"&gt;Usuário 10 mil da Rede Software Livre já tem nome&lt;/h1&gt;
&lt;span class="created-at"&gt;23 de Novembro de 2010, por &lt;a href="/thaisrucker"&gt;Thaís Rucker&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;O usuário 10 mil da Rede Software Livre.org na verdade é uma usuária. &lt;a href="/profile/nancibonfim"&gt;Nanci de Brito Bonfim&lt;/a&gt; foi a cadastrada de número 10 mil. Conforme anunciado, ela receberá uma inscrição para o fisl12, além de camiseta do evento e um city tour em Porto Alegre, onde o fisl é realizado. O Projeto Software Livre.org parabeniza a Nanci e todas as pessoas que fazem com que essa rede cresça e se fortaleça. Fiquem atentos, pois teremos nova promoções para os usuários.&lt;/p&gt;</description><pubDate>Mon, 30 May 2011 11:59:37 -0300</pubDate><link>http://softwarelivre.org/estudio-livre/blog/parabens-ao-projeto-da-rede-software-livre-brasil-que-passou-de-10-mil-usuarios</link><guid>http://softwarelivre.org/estudio-livre/blog/parabens-ao-projeto-da-rede-software-livre-brasil-que-passou-de-10-mil-usuarios</guid></item></channel></rss>
