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Mega NÃO: contra o AI-5 Digital

20 de Julho de 2009, 0:00 , por Software Livre Brasil - | Ninguém está seguindo este artigo ainda.

A proposta do Mega Não, é ser um meta manifesto, um agregador de informações e de diversas manifestações na Internet e fora dela, com o objetivo de combater o vigilantismo. Diversos núcleos ciberativistas estão surgindo e aumentando o discursso e a pressão popular contra o vigilantismo, tentat agregar, fomentar e ajudar a divulgar estes eventos é a nossa proposta, nos informe de seus movimentos, vamos juntar forças!!!


IBM se livra do MS Office?

30 de Junho de 2010, 0:00, por Software Livre Brasil - 0sem comentários ainda

IBM Throws Out Microsoft Office Sep 12, 2009

360.000 IBM workers have been told to stop using Microsoft Office and switch to the Open Office-based software Symphony.

Quoting an inside source, the German economic newspaper, “Handelsblatt” reports that staff at IBM have been given ten days to change to Symphony, IBM’s in-house Lotus software. The use of Microsoft Office will in future require managerial approval. With immediate affect, the Open Document Format (ODF) will rule at IBM with the file ending .doc soon belonging to the past.

Lotus Symphony is an office software that incorporates huge chunks of customized Open Office without a databank module. The free software download provided by IBM is an attempt at luring customers away from Microsoft. IBM’s cooperation with Linux distributors like Red Hat, Canonical and Novell was designed to strengthen the software’s market chances.

IBM’s management have obviously decided to practice what they preach. 330.000 IBM workers already use Symphony, reports the newspaper. The motive for the migration appears not to be the saving of license fees, and according to an IBM press officer, the move is a clear statement in appreciation of open source standards (Britta Wuelfing)

Retirado de http://www.linux-magazine.com/Online/News/IBM-Throws-Out-Microsoft-Office



IBM se livra do MS Office?

30 de Junho de 2010, 0:00, por Software Livre Brasil - 0sem comentários ainda

IBM Throws Out Microsoft Office Sep 12, 2009

360.000 IBM workers have been told to stop using Microsoft Office and switch to the Open Office-based software Symphony.

Quoting an inside source, the German economic newspaper, “Handelsblatt” reports that staff at IBM have been given ten days to change to Symphony, IBM’s in-house Lotus software. The use of Microsoft Office will in future require managerial approval. With immediate affect, the Open Document Format (ODF) will rule at IBM with the file ending .doc soon belonging to the past.

Lotus Symphony is an office software that incorporates huge chunks of customized Open Office without a databank module. The free software download provided by IBM is an attempt at luring customers away from Microsoft. IBM’s cooperation with Linux distributors like Red Hat, Canonical and Novell was designed to strengthen the software’s market chances.

IBM’s management have obviously decided to practice what they preach. 330.000 IBM workers already use Symphony, reports the newspaper. The motive for the migration appears not to be the saving of license fees, and according to an IBM press officer, the move is a clear statement in appreciation of open source standards (Britta Wuelfing)

Retirado de http://www.linux-magazine.com/Online/News/IBM-Throws-Out-Microsoft-Office



Firefox 3.5

30 de Junho de 2010, 0:00, por Software Livre Brasil - 0sem comentários ainda

Já está disponível a versão final do Firefox 3.5.

A atualização poderá ser feita, desde o primeiro dia, pelo menu: Ajuda – Verificar atualizações.

Nota: Exceto para os Firefox modificados que acompanham distribuições Linux.

Ou seja, a atualização precisa ser requisitada. Se isso não for feito o processo de atualização automática continua na versão 3.0. No próximo mês deve estar disponível a versão 3.0.12.

Onde copiar os instaladores

Em português: http://pt-br.www.mozilla.com/pt-BR/

Em inglês: http://www.mozilla.com/en-US/firefox/upgrade.html

Endereços interessantes

10 coisas que chamaram a atenção no Firefox 3.5 http://softwarelivre.org/mundolunga/blog/10-coisas-que-chamaram-a-atencao-no-firefox-3.5

Firefox 3.5 – resumo das novidades http://www.programaslivres.net/2009/06/29/firefox-35-resumo-das-novidades/

Os 10 melhores recursos do Firefox 3.5 http://www.gizmodo.com.br/conteudo/lifehacker-os-10-melhores-recursos-do-firefox-35

Versão final do Firefox 3.5 está disponível em português http://tecnologia.terra.com.br/interna/0,,OI3851633-EI4801,00-Versao+final+do+Firefox+esta+disponivel+em+portugues.html

Firefox 3.5 performance demo http://www.youtube.com/watch?v=t8Bg75N0LDg

What’s new in Firefox 3.5? http://www.youtube.com/watch?v=k5Zbc-Rg6e8

Worldwide Firefox Downloads http://downloadstats.mozilla.com/

Logos oficiais do Firefox_3.5 : http://bit.ly/Q1t6k .5_Icon_Files #fx35

Texto também em http://labinfo-icb.ning.com/profiles/blogs/firefox-35

Publicado em 30/06/2009. Atualizado em 30/06/2009.



Que tal apoiar a FSF contra o ACTA?

20 de Junho de 2010, 0:00, por Software Livre Brasil - 0sem comentários ainda

Em 16/06/2010 Richard Stallman, presidente da “Free Software Foundation”, FSF, em um texto, afirmou que o Anti-Counterfeiting Trade Agreement (Tratado Comercial Antipirataria, ACTA ) ameaça punir os usuários da Internet com a desconexão, se eles forem acusados de compartilhamento, e exige que os países proíbam softwares que possam quebrar Digital Restrictions Management (DRM), conhecidos como “algemas digitais”.

Os políticos servem às grandes empresas de música e de cinema, escreveu Stallman. Eles pretendem impor aquilo que essas empresas querem, atacando os direitos dos usuários de computadores, primeiramente em 40 países e, em seguida, sobre o todo o mundo. E não ouvirão sugestões.

Então, a FSF lançou um manifesto contra o tratado. E está convidando as pessoas a assinar uma petição simples contra o ACTA. E solicita à comunidade de software livre que comente, reflita, escreva contra este atentado à liberdade dos cidadãos.A declaração inclui 11 demandas se a proposta for implementada, e também fornece uma alternativa para abandonar inteiramente o acordo.

O ACTA

Para compreender o significado dessas ações é importante lembrar que o ACTA ainda é uma proposta para uma acordo comercial plurilateral dque está sendo discutido basicamente pelo grupo de países mais ricos, o G8 e por mais alguns países (Austrália, Coréia do Sul, Nova Zelândia, México, Jordânia, Marrocos, Singapura, Emirados Árabes Unidos e Canadá), mas que afetará todos os países.

E, também, que foi negociado em segredo durante vários anos, sendo que apenas recentemente, em abril de 2010, um rascunho foi liberado para que o mundo soubesse de seus objetivos.

Oficialmente é dito que o acordo seria uma resposta ao aumento da pirataria e à proteção de obras protegidas por “copyright”.

Na prática, entretanto, pretende criminalizar o compartilhamento de obras que possam ser copiadas na internet, sejam programas de computador, receitas de cozinha, livros, músicas ou filmes.

Ou seja, para ter acesso ao conhecimento as pessoas devem pagar. E aqueles que não possam pagar deverão abster-se de utilizar, desfrutar, conhecer ou admirar essas obras. E serão severamente criminalizados se fizeram cópias, as quais serão classificadas como ilegais. Assim a cultura em geral e os direitos dos cidadãos serão relegados à segundo plano, para favorecer notadamente os atravessadores de bens culturais, notadamente as grandes editoras e gravadoras.

Por mais estranho que pareça, o compartilhamento será fortemente punido. Para o ACTA falsificação de mercadorias é praticamente sinônimo de compartilhamento. Será proibido compartilhar conteúdos de obras culturais. Aqui pode-se perguntar:

Quem, com algum acesso à cultura, nunca emprestou ou pediu livros emprestados? Ou discos? Ou filmes? Por que o compartilhamento será considerado um crime?

A petição

De acordo com a FSF o ACTA é uma ameaça ao software livre, pois:

    1. Dificulta a distribuição de software livre. Evidentemente, sem o compartilhamento de arquivos e as tecnologias P2P como o BitTorrent, é muito mais complicado e caro distribuir software. Importante é lembrar que as tecnologias P2P como o BitTorrent são protocolos que permitem a todos que queiram distribuir legalmente e contribuir com software livre fazerem isso.

    2. Torna mais difícil para os usuários de software livre reproduzir conteúdo de mídia, porque pode impossibilitar a reprodução de mídias sem travas tecnológicas. Note-se que DRM (Digital Restrictions Management system) são sistemas de restrição ao acesso e cópia de obras publicadas em formatos digitais. Arquivos com essas travas não podem ser reproduzidos em softwares livres.

    3. Aumenta as possibilidades de que equipamento seja confiscado. Equipamentos que reproduzem mídias e suportam formatos livres são menos comuns que dispositivos que suportam DRMs, como os iPods. E, portanto, menos conhecidos. Guardas de alfândegas e fronteiras não os acharão mais suspeitos?
    É necessário lembrar aqui que uma das e uma das propostas do ACTA é possibilitar que as polícias de fronteira e alfândegas averiguem o que as pessoas carregam em seus computadores, media players, celulares e em outros dispositivos eletrônicos).

    4. O ACTA determina a criação de uma cultura de suspeição e vigilância, em que a liberdade necessária para desenvolver software livre, ao invés de ser considerada criativa, inovadora e interessante é tida como ameaçadora e perigosa.

A Declaração de Wellington

Curioso é notar que o texto de Stallman é contrário à “declaração de Wellington”, que foi produzida por ativistas em uma reunião do ACTA recente, que ocorreu na Nova Zelândia.

Essa declaração apoia a WIPO (= Organização Mundial da Propriedade Intelectual, OMPI). Mas Stallman lembra que nos últimos 20 anos houve alterações bastante ruins nas leis de copyright e que algumas das mudanças foram promovidas pela OMPI. Assim, ele contesta a declaração de louvor a essa entidade, como um inclusivo e transparente fórum de negociação de acordos sobre direitos autorais.

Também lembra que devemos exigir mudanças positivas para recuperar as liberdades já perdidas. Por exemplo, nos países que já têm leis que restringem os dispositivos que podem quebrar as algemas digitais, estas deverão ser revogadas.

Entretanto a declaração da FSF não menciona a OMPI. E não se opõe à declaração de Wellington.

A declaração

O manifesto, em inglês, está no site da fundação. Eis uma tradução rápida:

    – ACTA deve respeitar o compartilhamento e a cooperação. Nada deve fazer que impeça a realização não remunerada e não comercial de cópia, doação, comodato, posse, uso, transporte, importação ou exportação de quaisquer objetos ou obras.
    - ACTA não deve apertar as “algemas digitais”: não deve prejudicar nenhuma atividade em relação a qualquer produto por conta da sua capacidade de contornar as medidas técnicas que restringem o uso de cópias de trabalhos com autoria.

    - ACTA não deve interferir com o uso não-comercial da Internet (mesmo em atividades realizadas com serviços comerciais) ou prejudicar o direito dos indivíduos ou a sua capacidade de se conectar à Internet.

    - ACTA não deve exigir que alguém colete ou divulgue quaisquer dados sobre o usos individuais da Internet. Não deve prejudicar os direitos de privacidade ou outros direitos humanos.

    - ACTA não deve manter empresas que sejam responsáveis pelo conteúdo das comunicações dos seus clientes. (Por exemplo, não pode haver punição com corte de conexão, nem explicitamente , nem indiretamente.)

    - ACTA não deve exigir direitos autorais ou patentes, ou de qualquer lei similar, para atacar qualquer tipo particular de coisa ou ideia.

    - ACTA não deve fazer exigências sobre atos que constituam violação civil, ou quais atos constituem infração criminal, das leis de copyright, ou do direito de patente, ou de qualquer lei similar.

    - ACTA não deve usar o termo propaganda “propriedade intelectual” ou tecer considerações sobre a lei de copyright e a lei das patentes como um único assunto.

    - ACTA não deve estender o termo falsificação aplicando-o a direitos autorais ou violação de patentes.

    - Se ACTA incluir um mecanismo que possibilite alterações futuras, todos esses requisitos deverão ser respeitados.

Ou, como uma alternativa mais simples:

    Cancelar o ACTA inteiramente. Apesar de algumas partes não merecerem objeção, são secundárias em relação à ameaça à nossa liberdade. A menos tenhamos a certeza de que os aspectos repressivos da ACTA sejam bloqueados, o seu principal significado é uma ameaça à sociedade. Cancelar o ACTA seria uma bela maneira de se livrar dessa ameaça.

Esta declaração não está em conflito com a Declaração de Wellington . Se você concordar com ambos, você pode se inscrever em ambos.

Sugiro que sejam lidos cuidadosamente:

Texto de Stallman: Why The Firm, Simple Declaration Against ACTA
http://www.fsf.org/campaigns/acta/why-acta-declaration

Declaração da FSF contra o ACTA: Support a firm, simple declaration against ACTA
http://www.fsf.org/campaigns/acta/acta-declaration

Declaração de Wellington:
http://publicacta.org.nz/wellington-declaration/

Então, que tal apoiar a FSF contra o ACTA ?

(Solicito auxílio e correções na tradução)

Fátima Conti – faconti – fconti@gmail.com

Referências Bibliográficas

A rede – Free Software Foundation lança manifesto contra o ACTA
http://www.arede.inf.br/inclusao/component/content/article/106-acontece/3036
(Publicado em 17/06/2010. Visualizado em 20/06/2010.)

Berridge, E. – Free Software Foundation calls for ACTA fight
http://www.theinquirer.net/inquirer/news/1686298/free-software-foundation-calls-acta-fight
(Publicado em 17/06/2010. Visualizado em 20/06/2010.)

Blincoe, R. – Software freetards demand axing of ACTA: Anti-anti-counterfeiting clamour
http://www.theregister.co.uk/2010/06/17/fsf_acta/
(Publicado em 17/06/2010. Visualizado em 20/06/2010.)

Boxbyte – La FSF inicia su campaña anti-ACTA
http://www.fayerwayer.com/2010/06/la-fsf-inicia-su-campana-anti-acta/
(Publicado em 18/06/2010. Visualizado em 20/06/2010.)

Conti, F. – Petição da FSF contra o ACTA
http://softwarelivre.org/fa/blog/peticao-da-fsf-contra-o-acta
(Publicado em 17/06/2010. Visualizado em 20/06/2010.)

Cooter, M. – Stallman sets out his stall on ACTA
http://ht.ly/20bti
(Publicado em 17/06/2010. Visualizado em 20/06/2010.)

Delahunty, J. – FSF ‘firm, simple’ declaration takes aim at ACTA
http://www.afterdawn.com/news/article.cfm/2010/06/18/fsf_firm_simple_declaration_takes_aim_at_acta
(Publicado em 17/06/2010. Visualizado em 20/06/2010.)

FSF – Support a firm, simple declaration against ACTA
http://www.fsf.org/campaigns/acta/acta-declaration
(Publicado em 16/06/2010. Visualizado em 20/06/2010.)

Hack-Master – ACTA, otro atentado contra nuestras libertades, ¡NO LO PERMITAS!
http://proyectofedora.org/mexico/2010/06/18/acta-otro-atentado-contra-nuestras-libertades-%C2%A1no-lo-permitas/
(Publicado em 18/06/2010. Visualizado em 20/06/2010.)

Soulskill (Slashdot) – FSF Starts Anti-ACTA Campaign
http://yro.slashdot.org/story/10/06/17/1547216/FSF-Starts-Anti-ACTA-Campaign
(Publicado em 17/06/2010. Visualizado em 20/06/2010.)

Stallman, R.- Why The Firm, Simple Declaration Against ACTA
http://www.fsf.org/campaigns/acta/why-acta-declaration
(Publicado em 16/06/2010. Visualizado em 20/06/2010.)

Thomson, I. – Stallman and FSF start anti-ACTA campaign
http://www.itnews.com.au/News/215643,stallman-and-fsf-start-anti-acta-campaign.aspx
ou em
http://www.v3.co.uk/v3/news/2264896/stallman-fsf-start-anti-acta
ou em
http://uk.news.yahoo.com/16/20100617/ttc-free-software-foundation-starts-anti-6315470.html
(Publicado em 17/06/2010. Visualizado em 20/06/2010.)

Vecchio, M.- FSF: ACTA punirà i netizen
http://punto-informatico.it/2917684/PI/News/fsf-acta-punira-netizen.aspx
(Publicado em 17/06/2010. Visualizado em 20/06/2010.)

Wilson, D. – Stallman and FSF start anti-ACTA campaign
http://www.itnews.com.au/News/215643,stallman-and-fsf-start-anti-acta-campaign.aspx
(Publicado em 17/06/2010. Visualizado em 20/06/2010.)




Por que projeto de fomento ao #SoftwareLivre continua parado na Câmara Federal?

17 de Junho de 2010, 0:00, por Software Livre Brasil - 0sem comentários ainda

Em 22 de novembro de 2007, o Deputado Federal do PT de São Paulo, Paulo Teixeira, protocolou o Projeto de Lei que dispõe sobre o financiamento público de Software Livre, PROJETO DE LEI Nº 2469/2007. O objetivo é garantir 20% dos recursos do Fundo Setorial para Tecnologia da Informação – CT-Info do Ministério de Ciência e Tecnologia – MCT,  seja destinado à produção de tecnologias abertas (software livre).

O projeto traz grande novidade, que para além de empresas, universidades, institutos tecnológicos, centros de pesquisa, também poderão solicitar recursos do CT-Info, cooperativas e comunidades desenvolvedoras.

A novidade significa que a comunidade em geral ou jovens associados oriundos de projetos de inclusão digital ou de pontos de cultura, que desenvolvem software livre também poderão solicitar recursos para desenvolvimento.

Mas, infelizmente o projeto está parado. E gostaria de deixar aqui um questionamento: Porque esse importante projeto não tramita na câmara dos deputados? Como o projeto trata de um fundo do CT-Info do MCT, me parece evidente que se o MCT apoiasse politicamente  o projeto, este tramitaria no legislativo, e nós já teríamos no Brasil um projeto de financiamento público de desenvolvimento de tecnologias livres.

Por isso, penso que é oportuno questionar o Secretário do CT-Info – Ministério de Ciência e Tecnologia, Augusto Gadelha, sobre o projeto: O que pensa sobre o PL-2469/2007, e o que faz para levar a iniciativa adiante?

Gostaria que a resposta do Secretário Gadelha fosse de apoio total, e além disso é claro, que suas políticas de financiamento pudesse ser livre dos interesses de tecnologias proprietárias e dos interesses da Micro$oft, que inclusive o levou aos EUA na sede da empresa no início de 2008. Consulte a notícia: http://www.microsoft.com/latam/presspass/brasil/2008/abril/gadelha.mspx . Ou seja, que os recursos pudessem manter equilibrio entre financiar tecnologias proprietárias e tecnologias livres.
Ao consultar o site do MCT, podemos notar que  as chamadas públicas ou editais para o CT-info não acontecem a 2 anos. Portanto, deixo mais uma questão: Como é o processo de gestão deste fundo? http://www.mct.gov.br/index.php/content/view/9932.html

Por Everton Rodrigues – Projeto Software Livre Brasil, Movimento Música para Baixar e Blog Brasil Autogestionário



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