É um blog pessoal, sem pretensão, que registra, sempre que tenho tempo, algumas atividades que estou envolvido e minhas viajens.
Jornal da Globo
January 27, 2009, by Marcelo D'Elia Branco - No comments yetEntrevista com Ernesto Paglia
Matérias do Jornal da Globo:A paixão do brasileiro pela internet
A Campus Party, maior evento da internet brasileira, reúne quase sete mil pessoas em São Paulo (23/01/2009) Conecte: feira reúne fãs de computadores e internet (20/01/2009)Inaugurado a Campus Party 2009
January 22, 2009, by Marcelo D'Elia Branco - No comments yet
Está começando a Campus Party 2009
January 19, 2009, by Marcelo D'Elia Branco - No comments yetOs primeiros na fila
Saiu na Galícia
January 8, 2009, by Marcelo D'Elia Branco - No comments yet"Sempre que possamos explicar que é o software libre teremos éxito na súa difusão"
escrito em galego
Fonte: Mancomún o Xoves, 08 de Xaneiro do 2009
Activista pola liberdade do coñecemento, Marcelo Branco é unha das persoas de referencia á hora de falar do software libre en Brasil pero tamén no resto do mundo. Dende o ano 2003 até xaneiro de 2005 foi consultor da Presidencia da República de Brasil para a articulación da Sociedade da Información. Posteriormente trasladou a súa actividade profesional a España, onde traballou até o ano 2007 no goberno da Generalitat de Catalunya como asesor responsable da Estratexia de Software Libre do Goberno a través da Secretaría de Telecomunicacións e Sociedade da Información, coordinando o proxecto Rede Internacional de Administracións Públicas para o Software Libre.
A súa experiencia tanto en Brasil, un dos países exemplares no proceso de migración ás tecnoloxías abertas, como en España fan da súa opinión unha información a ter en conta.
Mancomún falou con Marcelo Branco no transcurso da Conferencia Internacional de Software Libre en Málaga, onde participou na mesa redonda Existe a neutralidade tecnolóxica?, é posible a convivencia?.
veja a entrevista aqui.Estadão Link
January 7, 2009, by Marcelo D'Elia Branco - No comments yet'Vamos trazer o criador da web para polemizar
Foto:Marcio Fernandes/AE
VELHA DISCUSSÃO - Para Branco, Brasil confunde pirataria com cópia privada
Entrevista com Marcelo Branco, responsável pela edição brasileira da Campus Party
Por: Rodrigo Martins Jornal Estado de São Paulo
Mais politizada, mais velocidade de conexão, mais palestras e oficinas, mais espaço físico, mais baladas... Principal evento tecnológico de 2008, a Campus Party Brasil chega turbinada à sua segunda edição.
O evento, que ocorre entre os dias 19 e 25 em São Paulo, contará com 400 oficinas e palestras, balada todas as noites, com DJs, VJs e bandas, além de espaço aberto ampliado. Neste ano o principal convidado do evento será o norte-americano Tim Berners-Lee, considerado um dos pais da internet.
Para comportar o crescimento previsto, a Campus Party saiu da Bienal, no Ibirapuera, e foi para o Centro de Exposições Imigrantes, na zona sul. Em entrevista ao Link, o diretor-geral do evento, Marcelo Branco, diz que espera, com a repercussão do ano passado, a consolidação do projeto neste ano. Abaixo, Branco adianta as novidades:
Qual a principal diferença da Campus Party neste ano?
Na área de inclusão digital, teremos um encontro nacional de lan houses, de representantes de 150 telecentros e de 900 pontos de cultura do Brasil. Faremos um grande batismo digital. Teremos 200 computadores para ensinar as pessoas desde a ligar o PC até a criar blogs, perfil no Orkut, etc. A ideia é batizar 10 mil pessoas.
Mas a festa continua?
Sim. A Campus Party é uma festa. É um acampamento de férias. É o principal propósito.
Vai ter balada neste ano?
Sim. A ideia é ter uma programação cultural muito grande. Todos os dias, na área aberta, onde mesmo quem não for campuseiro poderá participar, teremos DJs, VJs e shows das 22 horas às 2 horas. É para a galera dançar, curtir. No ano passado, essas baladas acabaram rolando de forma espontânea.
Quem vai se apresentar?
Vai ter a galera dos pontos de cultura, o Teatro Mágico, Richard Serraria (um músico do Rio Grande do Sul), o Miranda.
Por que vocês resolveram convidar como principal atração o Tim Berners-Lee?
Ele vai estar na abertura e fará uma palestra sobre web 3.0. A vinda dele é também para discutir e polemizar... Ele foi o criador da internet. E agora que a rede existe os governos querem controlar a web. No Brasil há a polêmica do projeto do Azeredo de tentar vigiar as pessoas na web. As opiniões de Berners-Lee abrem espaço para debater de que forma podemos regulamentar a internet no Brasil.
O evento deste ano é mais político?
Não no sentido de político partidário. É bastante social também. A Campus Party é um encontro da web brasileira. Além de ser uma festa, uma diversão, um momento de relaxamento, a Campus Party também precisa contribuir para que o nosso País avance ou aumente a velocidade do uso da web, mesmo que a gente saiba que o Brasil está numa situação muito boa comparada com a de alguns anos atrás.
Aumentou também o número de oficinas e palestras. No ano passado eram 330. Agora são 400.
Foi pelo próprio crescimento do evento. Essa é uma das razões da mudança para o Centro Imigrantes. O evento é maior. Temos uma expectativa de 4 mil campuseiros.
Como vocês vão lidar com a questão da pirataria?
Não vamos incentivar a pirataria. Mas não vamos punir quem baixar. Isso é dever do Poder Público. Há toda uma discussão sobre pirataria e cópia privada. Pirataria é você comercializar um produto que não é seu. Já se a música está no seu PC, qual é o problema em compartilhar por uma rede de troca de arquivos? Não há lucro. Essa discussão ainda não está clara no Brasil. Pessoalmente sou a favor de uma mudança nesse modelo, que só beneficia as multinacionais.
Em 2009, espera a mesma repercussão do ano passado?
Espero que sim. Não tem mais aquela novidade de o evento chegou ao Brasil. Mas é um projeto que se consolida e que esperamos que tenha uma longa vida. É importante um evento que junte as esferas de governo, sociedade civil e empresas para discutir a internet.










